Nova Coleção de Sands – Jade

FullSizeRenderBoa noite, meninas!

Depois do sucesso da coleção anterior, trago hoje para vocês a nova coleção de sands da Jade.

Antes de mostrar as cores, gostaria de fazer alguns comentários gerais sobre os esmaltes: achei os esmaltes muito espessos e enjoadinhos de aplicar, no meu caso, que faço esmaltação americana, porque o pincel fica tão grosso (com as cerdas entremeadas com o glitter holográfico deles), que ele não entra direito nos cantinhos entre a unha e a pele lateral. Mas este é um mal necessário para este tipo de esmalte, senão o efeito sand não existe. O jeito é dar uma abaixada nas “almofadinhas” ao lado das unhas para abrir espaço para o pincel entrar. 

É chatinho de esmaltar, mas não é exatamente um bicho de 7 cabeças. Eu só queria mesmo é não ter que ficar limpando o glitter que inevitavelmente fica grudado quando a gente limpa o esmalte borrado na pele, e que só sai quando se lava a mão. Mas se melecar a pele, até que sai relativamente fácil com o palito (é que eu sou chata mesmo, releve!).

Não dá para ficar passeando muito com o pincel, porque ele seca relativamente rápido, e começa a embolotar se você ficar muito com o pincel pra lá e pra cá.

Apesar de não curtir muito da “fluidez” dos esmaltes dessa linha, o acabamento fica perfeito e bem sand mesmo (amo!). 🙂 E no sol, o glitter holográfico fica cintilando em cores variadas, dando um charme todo especial ao esmalte. 

Em todas as manis foram duas camadas, que é o ideal para esmaltes sand. Mais camadas ou menos, não fica bom, pois com uma (normal) ficam “buracos”, e com mais de duas “achata” o efeito sand (não fica tão áspero; e fica grossa demais a camada de esmaltes na unha). O ideal, talvez, seja passar uma camada bem generosa, e assim não seria necessário passar a sofrida segunda camada.

*** ESTES ESMALTES NÃO SÃO TOXI-FREE ***

Agora, vamos às cores!

Comecemos pelo EXTRAVAGANZA, um lilás rosado e fofo.

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A próxima cor é o SUGAR TOUCH, um azul clarinho e muito fofo.

Achei MEGA espesso, e tive bastante dificuldade de passar.  Por causa dessa consistência muito grossa e da secagem rápida, na segunda camada ficaram uns calombos, que tive que assentar dando batitinhas com outro pincel. Talvez seja só impressão minha, já que não vejo lógica nenhuma em um esmalte ser mais espesso que o outro, se o que muda entre eles é a só cor.

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O próximo é o DETOXI, um verde claro com uma tonalidade discretamente amarelada. Não sei se estou maluca, mas achei que deu uma ligeira manchadinha na unha.

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Detoxi - Jade
Próxima cor: SAHARA DESERT, um vermelho que ficou lindo pacas, e discreto.

Sahara Desert - Jade

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E para encerrar, o SAND STORM, um cinza chumbo com um leve tom azul-petróleo. Lindo!!!
Sand Storm - Jade

Sand Storm - Jade2

Eu sou suspeita de falar, neah? Acho esmaltes sand lindos. Tirando o verde, que não é muito minha praia, achei os outros perfeitos.

Espero que tenham gostado também!

Beijos!

Adri 😀

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Frutas Vermelhas – Vult

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Boa noite, amigas!

A primavera já chegou, com cara de verão. O calor veio com tudo, e calor lembra sucos, e sucos lembra morango (adoro!), e morango me lembra este esmalte lindão de hoje: FRUTAS VERMELHAS, da Vult.

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O Frutas Vermelhas é um vermelho bem aberto e vivo (vermelho-tomate, como chamam), que eu acho a cara do verão. Adoro vermelhos vistosos assim.

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Ele é um jelly, e como tal, é ligeiramente transparente. Nessa mani foram 3 camadas para fechar completamente. Com duas, o fantasma da ponta da unha fica aparecendo, e como eu sou A chata, eu passei 3, para sossegar meu TOC.

*** ESTE ESMALTE NÃO É TOXI-FREE ***

Frutas Vermelhas - Vult

O brilho é muito bom, mas nesta mani eu finalizei com Seche Vite, porque 3 camadas e vento não iria terminar bem. Ficou muito lindo, não acharam?

E na seção Bobeirinhas Familiares de hoje vou falar de uma recente descoberta que me agradou muito.

Faço parte de um grupo de compras coletivas no Facebook (Comida da Gente: Rede de Compras Coletivas e Orgânicas), cujo principal propósito é comprar produtos diretamente do produtor (agropecuário ou indústria) a preço de atacado, e dividir entre os diversos interessados do grupo, que pagam o preço do produto que adquiriu e rateiam o frete igualmente. A carga é entregue na casa do administrador da lista (lista de determinada compra), e quando os produtos chegam, um deslocador vai até o ponto de entrega e leva consigo as suas compras e as de outros membros do grupo que morem na mesma região que ela. Por exemplo, se uma carga vai para o Méier, alguém da zona sul vai até lá buscar sua compra, e leva consigo as compras de todos os que moram na zona sul. Tudo funciona na base do voluntariado, e funciona muito bem, de maneira bem organizada.

Foi nesse grupo que comecei a vender o ghee (manteiga clarificada) que produzo. Como a situação atual anda muito feia, tenho que começar a buscar alternativas para ganhar um extrinha, rsrsrsrs.

Nesse grupo foi aberta uma lista de uma tal de CARNE NA LATA, que nada mais é do que um revival do que viveram nossos avós. A Panela de Ferro, uma empresa de Minas Gerais cozinha pernil suíno e a armazena numa lata tipo de tinta (nova, é claro) junto com a gordura do cozimento. Exatamente como se fazia antigamente, quando não se tinha geladeira, e se precisava conservar a carne dos porcos que se matavam para comer. Comprei duas latas dessa carne, que é vendida em dois tamanhos, 900g e 3,4 kg. Quando experimentei, foi amor à primeira dentada. A carne desfia com facilidade, é bem molhadinha e mega saborosa (só acho que poderia ser um pouquinho menos salgada). A gordura que vem na lata tem um perfume divino e deixa o arroz com gostinho de comida de roça. Eles vendem ainda uma farofa maravilhosa e bem crocante, feita com os fiapos da carne que sobram no fundo do tacho de cozimento do pernil. Tudo perfeito!

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Pernil refogado com cebola e pimentão, e farofa de pernil

Nesse grupo se compra todo tipo de produto, basta haver interessados suficientes para ratearem a compra mínima junto ao fabricante. Compra-se desde alface a coletores menstruais, como o Lunette, que eu já postei aqui no blog.

Essa rede de compras é encontrada em diversos estados do braseeel. No Facebook, basta procurar por COMIDA DA GENTE, e você poderá conferir todos os locais disponíveis. É uma senhora economia, para quem consome bastante um determinado produto.

Então é só por hoje, amigas. Beijos em todas e até a próxima!

Adri 🙂

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Óleo para Unhas e Cutículas de Mandacaru – L’Occitane

Boa noite, amigas!

Outro dia estava passeando pelo shopping Rio Sul, aqui em Botafogo, no Rio de Janeiro, quando me deparei com um quiosque da L’Occitane, que agora está com a unidade L’Occitane au Brésil, que fabrica produtos feitos com matéria-prima brasileira. Uma das muitas linhas da L’Occitane au Brésil é a MANDACARU, que é composta por cremes, perfumes, shampoo, sabonetes, condicionador, creme de pentear e também o óleo de unhas e cutícula, que é o que trago hoje para vocês.

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O frasco contém 15 ml do óleo, que é bem fluido, incolor e tem um cheiro gostosinho, mas que eu confesso que fico meio em cima do muro em relação a ser um perfume atraente para meu gosto.

O aplicador tem cerdas sintéticas compridas e macias, que facilitam bastante a aplicação em qualquer lugar, sem desperdiçar o produto. Quando as cerdas secam, basta dar uma apertadinha no tubo que mais óleo desce pelo pincel. A tampa é de rosca, e dá um estalo e trava quando chega no final da rosca. Essa travada impede que a tampa abra inadvertidamente.

É uma opção ótima para andar na bolsa. Eu tenho crises de pânico quando olho para as cutículas no meio da rua e elas estão parecendo pergaminho do deserto. 

Gostei do efeito hidratante do óleo, e embora deixe a pele brilhante, basta espalhar o óleo dos os dedos que ele é logo absorvido pela pele, e deixa uma aparência de unhas recém tratadas.

Não achei o preço dos mais baratinhos; paguei 38,00 nesse tubo, mas penso que esses 15 ml rendem bastante.

Bem, é mais uma das trocentas opções disponíveis por aí.

E antes de pular para a seção filosofia de hoje, queria mostrar para vocês um anel de prata que Gabi mandou fazer como trabalho da faculdade. Ela precisava fazer o anel mas não sabia como o faria, e eu sugeri que ela usasse uma estampa da internet .

Vejam como ficou lindo o anel. 

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E mudando de assunto, eu tenho horror de gente que vive reclamando de tudo. Procuro fugir delas a todo custo. Acho que lidar com pessoas “reclamonas” é um pouco pior do que lidar com pessoas hipocondríacas, cuja “conversa”(leia-se monólogo), gira 100% em torno de hospital e remédio.

Tem reclamação pra todos os gostos: é falta de dinheiro, falta de ânimo/disposição, falta de sexo, falta de trabalho, é gente que está morta porque trabalha demais (que eu acho que é motivo para agradecer, e não reclamar) e uma infinidade de outras reclamações, que eu levaria o dia inteiro listando. A gente até tem receio de perguntar: “E aí, tudo bem?”, porque já sabe que ser educado nessa hora é abrir a porta para o muro das lamentações. Mas havemos de convir que na atualidade do país, é ganhar na loteria encontrar uma pessoa que não tenha do que reclamar, e que esteja 100% feliz com a vida.

Minhas “reclamações” aqui no blog não têm exatamente o intuito de ser uma mera reclamação, mas de ser uma chacoalhada nas pessoas que muitas vezes fazem determinadas coisas “erradas” sem se darem conta de que essas coisas incomodam pra caramba as outras pessoas.

No último fim de semana fui para a casa da minha filha no Rio de Janeiro, e como de praxe, é normal eu dar uma esticadinha até o centro do Rio para ver as novidades da “15 de março” carioca, conhecida como Saara (Sociedade de Amigos das Adjacências da Rua da Alfândega), e para tanto, uso o metrô, que além de ser mais rápido, é mais seguro. Sei que metrô é parecido em todas as partes do mundo, mas eu ainda consigo ver mais educação fora daqui (no braseeel) do que aqui. É incrível como as pessoas aqui não têm o mínimo semancol.

Eu estava em pé esperando  a composição (o carro do metrô) parar, e quando a porta abriu, vinha alguém tentando ajudar um senhor de muleta sair. O povo “educado” que estava ao meu lado, também esperando o carro parar, não quis nem saber do senhor de muletas, e já foi desesperado entrando, procurando um banco pra sentar. O velho quase que não consegue sair, coitado, porque a manada não deixou. E eu, fiquei em pé do lado de fora olhando estarrecida a “educação exemplar” dos meus conterrâneos. Nem tentei ajudar, porque naquela situação eu atrapalharia mais do que ajudaria.

Não entendo porque as pessoas não conseguem entender que esperar o pessoal sair primeiro é a melhor coisa a ser feita antes de entrar. Além de ser um ato de educação, permite que haja espaço pra gente entrar com calma.

Da mesma forma, é horrível ver gente sentada no banco preferencial, fingindo que está dormindo, quando tem pessoas idosas ou grávidas em pé. Um bando de marmanjos barbados se fingindo de mortos, enquanto eu sempre levanto e dou meu lugar para essas pessoas; e é claro que esta ação sempre vem acompanhada de um “já que os homens daqui não são cavalheiros, pode sentar aqui no meu lugar“. Qualquer dia desse um esquentadinho parte pra ignorância; mas quer saber? Não estou nem aí!

É muito triste ver isso. Eu, pelo menos, fico muito triste em ver tanto egoísmo no ser humano. E parece que a coisa só piora mais a cada dia.

Outra situação com que me deparei foi entrar numa composição do metrô cheeeeeeia pra caramba, e a mulher fominha, que passou na minha frente no desespero de entrar logo, entrou e “se acomodou” junto à porta, como se não houvesse várias pessoas ainda pra entrar. Ah, gente, me desculpe, mas foi um momento delicioso pra mim, rsrsrsrs. Eu entrei como um trator e saí empurrando a mulher pra dentro, que imediatamente olhou pra trás com a cara super feia. Nesse momento, eu virei pra trás também (imitando ela), e a continuei empurrando (até ela parar no meio do vagão), aproveitando que a manada entrava, dando a impressão de que eu estava sendo empurrada, também (e até estava, na verdade). Ah, gente, faça-me o favor. Se a mulher queria ficar na porta, por que não entrou por último??? Não precisa ser muito inteligente pra saber que quem entra por último, sai primeiro. O que me deixou mais pau da vida com ela foi que ela me atropelou pra entrar antes de mim, que tinha chegado antes dela perto da porta.

Eu sou uma pessoa ótima pra todo mundo, mas não pise nos meus calos, porque eu piso nos seus da mesma forma ou pior. Infelizmente sou uma pessoa que costuma pagar às outras na mesma moeda, na esperança de que a pessoa consiga perceber como é viver o que ela faz com os outros. Não sou uma pessoa “mansa”… É um péssimo hábito, eu sei, mas pau que nasce torto… É nessas horas que eu penso como os animais irracionais são mais racionais que muita gente.

Cada vez que vivencio uma situação assim, eu fico mais desanimada com essa vida, sabe? Fico pensando em como as pessoas que estão morrendo são sortudas. Eu acho que se não fosse pela minha filha, eu realmente não me importaria nadinha de morrer logo e ver como é o paraíso, ao lado do meu pai e avós.

Se há vida em outros planetas, espero que sejam todos educados, honestos, fiéis/leais, organizados, justos e que não reclamem de tudo o tempo todo, porque aqui, eu realmente desisti de encontrar isso. (Ah, e pra você que pensa que eu acho que sou perfeita, para estar dizendo isso, eu sei que não sou, ok?, mas juro que me esforço muito pra ser).

Beijos e uma ótima semana para todas.

Adri :/

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Desfile – Vult

Boa tarde!

O Vult lindo de hoje é o primeiro Vult que usei. Comprei numa farmácia perto da casa da Gabi, porque não resisti a essa cor linda: DESFILE.

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O Desfile é um coral avermelhado, ou vermelho “acoralado” mooooooito lindoooooo.  Pode ter certeza de que é anos-luz mais lindo do que nas fotos.

Depois que pintei as unhas com ele foi que eu me apaixonei pela marca e quis todos pra mim!

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Nessa mani foram duas camadas, mas se passar uma generosa fecha. Foi o que fiz da primeira vez que esmaltei com ele.

*** ESTE ESMALTE NÃO É TOXI-FREE ***

Desfile - Vult

Não sei se é porque hoje está um vento mais fortinho, mas ele secou mega rápido. Consistência maravilhosa, sem escorrer para os cantos. 

Se você gosta de cores de verão, pode cair dentro, porque ele é mega alegre, e a cara do verão, que começará dia 18 de outubro.

PS: Vocês observarão que minhas unhas estão mais curtas. Estavam GIGANTESSSSS, e eu comecei a sentir nervosinho, então lixei tudo. Sem falar que estava mega atrapalando a digitação. 

E no momento filosofia de hoje, a dissertação é sobre PREGUIÇA. As pessoas estão cada dia mais preguiçosas pra tudo (me incluo aí, no quesito exercício físico). Preguiça é normal e “saudável”, até o ponto em que isso não afete o ambiente que cerca a pessoa (leia-se: o resto do mundo).

Eu, em meu momento de preguiça pré-sono, já na cama, estou lendo os posts no Facebook, quando vejo um compartilhamento de uma amiga, que me chamou a atenção. Ela viu uma postagem de um pai aflito que suplica por doadores de sangue para o filho que está em estado gravíssimo no hospital, e ela, em plena compaixão, sem abrir o post do pai aflito para ler mais detalhes (e se leu, não leu o mais importante), tasca o “dedão” no compartilhar e pronto; seu momento caridoso do dia foi cumprido e ela se sente feliz por ter contribuído para salvar uma alma moribunda.

Eu, por minha vez, olho o post, clico na foto e resolvo ler o texto, datado de setembro de 2013 (!!!), e logo em seguida vou na timeline do pai suplicante, que em um momento de plena serenidade, compartilha diversas músicas. Das duas uma, ou o filho se safou e está feliz e faceiro vivendo sua vida, ou foi desta para melhor, já que se passaram exatos 2 ANOS, desde esse compartilhamento. 

Daí eu pergunto: qual é o problema que as pessoas têm de LER o conteúdo das mensagens antes de contribuir para que um post de dois anos atrás continue “orbitando” pelas timelines da vida?

Num momento de fúria, a tal amiga se defendeu do “preguiçosa” dizendo que foi só distração. Ok, perdoada, mas que sirva de exemplo para que nos próximos casos preste atenção às datas, antes de compartilhar.

A quantidade de gente que compartilha coisa caduca (velha) é alarmante. Cachorros “pedindo um lar”, já estão quase no fim da vida na família que o acolheu há vários anos, e o post dele pedindo um lar continua rolando nas timelines dos preguiçosos, que não se dão ao trabalho de ir direto na fonte do post verificar se o bicho já foi adotado, ou até mesmo LER os comentários da própria foto que compartilha, pra ver se há alguma atualização a respeito da adoção.

Tenho certeza absoluta que essa preguiça massiva de ler tem contribuído, e muito, para o aumento do índice de “emburrecimento” das pessoas. É tanta asneira que vejo escrita nos posts e comentários da vida, que até criei uma página no Facebook chamada PÉROLAS DA LÍNGUA PORTUGUESA, para mostrar ao mundo as asneiras que meus olhos de tradutora Caxias veem. Chego ao cúmulo de ler asneiras em posts das grandes mídias, como jornais e portais de notícias. Daqui a pouco será criado um novo dialeto da língua portuguesa!

Assim como esse caso, já perdi as contas de quantos eu já vi semelhantes. Casos em que pessoas sofreram sequestro relâmpago, foram encontradas, e o post da busca continua rolando nas timelines ainda por meses ou até anos, porque as pessoas não procuram se atualizar antes de compartilhar. É mais fácil e mais rápido dar a famosa “dedada” no botão de compartilhamento do que ler as dezenas de comentários que ficam pendurados no post.

Mas é assim mesmo; as pessoas estão cada dia mais preguiçosas. Chega ao cúmulo de já ter até controle remoto para ventilador de teto! Mais um na caixinha de controles remotos, que parece até iPhone: cada vez aumenta mais de tamanho.

Meu escritório fica do lado de fora da minha casa, em cima do quarto de hóspedes, portanto, no segundo andar. Já pensei em comprar um frigobar para lá para não ter que ficar indo à geladeira na cozinha de casa pegar meu mate, mas eu me proibi de comprar, pois subir e descer as escadas da minha casa é o único exercício físico que me resta, já que eu não tenho vergonha na cara pra caminhar na rua.

Perdi as contas de quantas vezes na minha vida saí de academias na mesma velocidade com que entrei. Não rola empatia.

Já tentei várias vezes caminhar no meu condomínio, que é bem gostoso até, mas mesmo assim a porrrrcaria da preguiça não deixa. Há sempre uma desculpa para não ir.

A única preguiça “saudável” é aquela de ficar na cama até mais tarde no fim de semana (para quem trabalha fora, claro), assim mesmo, se a porcaria do relógio biológico deixar. Tirando essa, considero que todas as outras preguiças são perniciosas.

A coisa anda tomando uma dimensão tão grande, que eu já ando com preguiça de ver a preguiça dos outros. Não demora muito, e vou ficar com preguiça até de viver.

Beijos!

Adri 🙂

Publicado em Abobrinhas, Esmalte nacional, Swatch | Etiquetas | 2 comentários