Coleção Doces Lembranças – Nati

Quem é vivo sempre aparece, né? Desculpem o sumiço, mas minha volta está sendo enlouquecedora. Além de arrumar a casa, que estava extremamente zoneada, com pelo de gato até no teto, tive que arrumar malas e fazer outras atribuições de doméstica, já que ainda estou sem empregada. Para completar, tive que colocar urgentemente os trabalhos atrasados em dia, porque uma semana que passei fora é o suficiente para abocanhar uma boa fatia dos meus rendimentos (sem trabalho, sem dinheiro).

Cotoquettes estão em um estado deplorável, e preciso urgentemente dar um trato nas bichinhas e retomar o ritmo do blog. Acho até que várias já me deram como morta, hahahahaha.

Mas vamos ao assunto de hoje: o lançamento da coleção de Outono-Inverno 2015 da Nati “DOCES LEMBRANÇAS”.

Doces Lembranças

A coleção DOCES LEMBRANÇAS possui 5 cores com acabamentos que se dividem entre cremosos,  metálicos e com glows especiais.

PRIMEIRO ENCONTRO (Bordô intenso com fundo amarronzado, cremoso);

BONECA DE PANO (Azul jeans estonado com glow rosado, metálico);

VIAGEM DE FÉRIAS (Uva com glow prata e roxo, metálico).

CARINHO DE VÓ (Nude suavemente rosado, cremoso);

PRIMEIRO BEIJO (Vermelho fechado, cremoso);

A grande NOVIDADE fica por conta do pincel, que agora (finalmente) é achatado, tem o dobro de cerdas, seguindo os padrões internacionais. Todas sabemos que isso facilita bastante a aplicação do esmalte e permite que cada camada seja distribuída uniformemente sobre as unhas.

No mais, deve ter a qualidade Nati, que bem conhecemos. Fico feliz que não tenham trocado os vidrinhos, cujo design eu adoro!

Agora é esperar para ver ao vivo esses belezinhas. Tomada que a cobertura seja perfeita! Estou ansiosa para ver!

O site da marca, você acessa clicando aqui. Ainda não estão à venda, mas fique de olho, que em breve estará.

Beijos em todas!

Adri :D

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Nova York, Últimos Dias

Olá meninas!

Não postei anteontem porque quando cheguei no hotel fui arrumar as malas e acabei guardando tudo do notebook, então deixei pra postar hoje.

Anteontem, sétimo dia da viagem, acordamos e eu pedi para a Gabi ligar para a companhia de transporte para agendar minha ida para o aeroporto ontem. Depois, fomos na sempre Starbucks tomar o mesmo café de sempre. Saindo de lá fomos à Apple para dar uma olhada nos telefones. Eu queria mesmo só olhar, sem muitas pretensões de comprar. O meu iPhone 4S havia tempos andava com a bateria com a língua de fora. Meia hora de uso e já acabava.

Descemos na rua 59 e caminhamos até a redoma envidraçada da Apple na quinta avenida, num frio maravilhosamente congelante. Já no quentinho, no subsolo, onde fica a loja, fomos atendidas por um rapaz muito simpático. Dei uma olhada nos aparelhos, olhei o preço, quase tive um treco, mas eu realmente precisava de um telefone novo. Entreguei meu iPhone sambado para ele, depois de apagar tudo, e com isso tive um desconto de 50 dólares no preço de um novo. Não é um grande desconto, mas é melhor que nada, já que no braseeel ele não me traria retorno nenhum. O único problema era o chip da minha linha do braseeel, que é micro, e não nano, como é o iPhone 5S, que eu acabei comprando. Eu prefiro telefone menor, como era o meu 4S, mas os 4S que estão à venda só tem 8GB de capacidade, e isso pra mim não dá pra nada. A diferença no preço que paguei no meu 5S de 16GB (550 dólares, incluindo impostos), em relação ao braseeel é de 850 reais, o que não é um valor insignificante. Isso pesou para eu comprar logo o telefone lá, já que eu tinha dólares sobrando. Melhor que gastar com outras coisas, e ainda não precisaria fazer dívida no braseeel comprando outro parcelado.

De telefone novo, saindo da loja, Bia nos encontrou na rua. Gabi foi com ela para outro canto, e eu fui catar uma T-Mobile, a operadora da minha linha americana, para poder trocar meu chip por um nano. A T-Mobile ficava a uma curta caminhada, pertinho da Apple. Lá, peguei um chip novo sem pagar absolutamente nada; só entreguei meu chip antigo pra atendente. E com a troca de chip, passei a ter uma velocidade de internet superior ao 4G, um tal de LTE. Ainda paguei o mico de perguntar para a moça que me atendeu: “Não deveria estar aparecendo 4G aqui?”. E ela respondeu com olhar assustado: “LTE é um sistema mais rápido que o 4G!”. Olha, que diferença do braseeel! Certamente quando eu for pegar um chip novo para minha linha do braseeel eu terei que pagar por ele, e se quiser 4G ainda terei que pagar mais na minha conta mensal. Depois reclamam que eu falo mal desse paiseco!

Saindo da T-Mobile, fui caminhando por toda a sétima avenida em direção à Times Square. Agora, eu queria encontrar uma capa para celular antes que ele caísse no chão e arranhasse todo, como aconteceu com o da Gabi no mesmo dia em que ela o comprou. Capinha cara, 20 dólares, mas com certeza no braseeel passaria de 100 reais. Mas não achei mais barato em lugar nenhum. Não há muitos camelôs nas ruas de Manhattan. Em Chinatown certamente acharia mais barato, mas não fui lá, e nem teria tempo mais para isso.

Chegando à Times Square, fui direto para o Hard Rock Café para almoçar, pois já passava de meio-dia. Pedi minha tradicional caesar salad e tomei minha limonada com morango de sempre. Fiquei ali algum tempo, e depois de comer tudo, fui caminhando até o hotel, passando antes em uma Duane Reade para comprar mais um detergente e xampu, já que ainda tinha algum espaço na mala.

Chegando ao hotel, eu arrumei as malas e deixei tudo pronto pra viagem de volta pra casa. Tomei meu banho e saí pra comprar pizza para jantar e depois dormi.

Foi um dia em que não fiz muita coisa, porque a grana estava já no final, ainda mais depois de comprar o telefone. Eu sabia que se ficasse rodando por lojas ia acabar comprando mais coisa, e a situação não ia acabar bem, hehehehe.

Gabi acabou indo assistir a dois musicais, porque a Bia conseguiu ganhar na tal loteria duas vezes. Passava das 23 horas quando elas apareceram no hotel correndo para Gabi pegar a mala que ela tinha deixado comigo. Ela iria voltar com a Bia para New Jersey, onde ela estava hospedada.

Fiquei mega preocupada de as duas pegarem trem tão tarde. Acostumada com a violência do braseeel, sabe como é, né? Só fiquei tranquila quando elas ligaram avisando que tinham chegado.

Acordei cedo ontem, o oitavo dia de viagem, e fiquei morcegando na cama até as 10:30. Estava previsto vento beeem frio, e eu estava fazendo hora para fazer o check-out, que era meio dia. Quando deu 11 horas eu desci de mala e cuia e fiz o check-out. Deixei uma bolsa e duas malas, uma com 25 e outra com 31 quilos, no guarda-malas (15 dólares!!!!!) e saí para almoçar. Fui no Olive Garden da Times Square almoçar.

chickenComi meu chicken scampi (linguine fininho com frango) e voltei para o hotel. Estava muuuuuuuuuuito frio, apesar de estar “só” -9 graus. A sensação térmica era de -19 graus, por causa do vento.

Quando deu 14 horas fui pra porta do hotel esperar a van. Estava preocupada de o motorista chamar por mim e eu não ouvir, já que eu sou surda, né? Mas graças a Deus o cara chegou na hora marcada e eu consegui identificar a van, que era igual à que me levou para o hotel quando cheguei.

Cheguei no aeroporto por vota das 16 horas. Meu voo era às 19:20, e por sorte não foi cancelado, já que váááários voos locais foram cancelados por causa do clima. Enquanto isso, Gabi estava no aeroporto La Guardia, pronta para embarcar para Atlanta, onde trocaria de avião para o Rio de Janeiro. Detesto fazer conexões, e quando vou a Orlando ou Nova York sempre prefiro voos diretos, que são feitos pela TAM.

Diferentemente do voo de ida, meu voo de volta foi um verdadeiro caos. Um homem sentado à minha frente (vestido como tal), se entupiu de um perfume feminino (Dolce & Gabbana, da caixa aveludada vermelha) que eu costumava gostar muito, até o dia em que meu vidro caiu no chão e a casa ficou cheirando ao tal perfume por um mês inteiro. Hoje não posso nem sentir de longe o tal cheiro, que me embrulha o estômago. Imaginem, então, viajar por 10 horas sentindo o tal cheiro. Isso, sem falar no infeliz do cara que estava sentado atrás de mim dando socos com as pontas dos dedos na tela touch screen que fica atrás dos assentos. Cada vez que ele dava uma dedada eu movia o encosto da minha poltrona pra frente ou para trás, para irritá-lo tanto quanto ele me irritava. Parecia que tinha um pica-pau atrás do meu encosto. Estava só esperando ele vir reclamar comigo que eu não parava com sua tela quieta, que eu iria logo dizer que eu o estava incomodando como ele a mim, com suas dedadas. Mas infelizmente ele não reclamou. Tinha hora que dava uma trégua, mas quando eu pensava que a paz reinava, ele voltada com o diacho das dedadas. E o vai-vem do meu encosto se repetia toda vez que ele dava porrada na tela com a ponta dos dedos ao invés de simplesmente encostar nas opções que queria. Por que diabos as pessoas simplesmente não encostam o dedo na tela (como eu faço), ao invés de darem porrada, como se só funcionasse com porrada????

No meio da viagem eu troquei de roupa, e coloquei meu vestidinho de gata borralheira e meus crocs, e fiquei assistindo filme até por fim chegarmos ao Rio de Janeiro.

Cheguei sem telefone, por causa do chip antigo que não cabia no aparelho novo. Tentei cortar o dito, para ver se cabia, como fiz de outra vez, só que desta vez não funcionou. Então ficarei incomunicável até quinta-feira. Se conseguir, comprarei um chip pré-pago até conseguir ir a uma loja da operadora para pegar um nano chip da minha linha. Na minha cidade tem UMA única loja da operadora, que mais parece uma feira livre de tão cheia que é. Então, prefiro deixar para comprar o chip novo quando voltar ao Rio de Janeiro, na quinta-feira, quando trarei Gabi de volta.

E de volta à vida normal, preciso dar um trato nas unhas, que, como sempre, estão em condições lamentáveis, ainda mais com tanto frio que peguei. Por mais que hidratasse, o frio era muito forte.

Como eu prometi, não comprei nenhum vidrinho. Vi muitas cores e marcas diferentes, mas segurei a onda por vários motivos. Estou feliz que conseguir me conter, heheheh.

Em breve voltarei à ativa aqui no blog, trazendo as cotoquettes coloridinhas para vocês.

Beijos em todas!

Adri  :D

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New York, Dia 6

Noite, moças!

Puts, hoje foi o dia mais cansativo da viagem! Estou mortinha!

Hoje, eu que fui a última a acordar. Na verdade acordei às 6, como sempre, e acabei dormindo de novo, por não ter o que fazer. Acordei com a Bia chegando.

Logo nos arrumamos e fizemos o de sempre: tomamos o mesmíssimo café na Starbucks. Hoje o dia estava lindíssimo, e -12 graus, com sensação térmica de -13 (aff!). 

NYNo Rio de Janeiro, hoje, fez 33 graus. Já pararam para pensar que a diferença entre a temperatura aqui e aí era de 46 graus????? Tava moooooito frio! Da última vez que vim a Nova York pegamos -10. Este foi nosso recorde! 

Da Starbucks, pegamos o metrô até a 59, onde eu desci na Bloomingdales e as meninas trocaram de linha do metrô para irem para um museu aí. O metrô aqui tem saída em cada esquina, e eu dei a sorte de sair justamente na saída onde tem uma porta subterrânea da Bloomingdales. Assim, nem precisei ir pra rua.

Rodei um pouco pela loja e vi muita coisa linda. Cada roupa de babar, mas desde que eu parei de ter vida social (depois que me separei) eu parei de comprar roupas e sapatos. Comprar pra quê? Pra mofar no armário? Mas de qualquer forma, a beleza das roupas é inversamente proporcional à beleza do preço. A Bloomingdale’s é a loja de departamentos mais cara de Nova York. Lá só compra roupa quem é abastado. Outras coisas, que são “tabeladas”, até dá pra comprar lá, como maquiagem, relógios e óculos.

Bem, como eu não ia comprar nada mesmo, resolvi explorar o território. Saindo da loja, me deparei com a arquitetura arrojada da cidade. Tem muitos prédios high-tech!

NYE avistei uma Container Store. Embora eu tivesse ido na outra downtown, eu resolvi entrar nessa pra ver se tinha algo diferente. Comprei umas bobeirinhas, mas a boa compra mesmo foi uma bolsa de viagem de lona de nylon vermelha de poás brancos, extensível (você abre o zíper no meio dela e ela aumenta uns 10 cm em altura. Eu achei melhor comprar essa bolsa porque a que eu estava planejando levar como bagagem de mão é bem menor, e essa eu posso até tirar algum peso da mala e colocar nela pra levar comigo. Além disso, posso usar em outras ocasiões.

Bem, saindo dali, lembrei que eu ainda tinha que ir numa Petco (petshop). Catei no meu Google Maps e vi que tinha uma na 4ª avenida, a algumas quadras dali. Era um tal de tira e põe casaco e gorro!

Pela primeira vez eu fiquei extremamente agoniada com o frio. Eu trouxe luvas, mas elas e nada pra mim são a mesma coisa. Meus dedos não esquentam com elas, então, eu nem ando com elas, porque no final, elas só atrapalham. A friaca estava tanta, que num dado momento eu já não sentia mais os dedos das mãos, que estavam completamente vermelhos. Resolvi entrar numa farmácia para me esquentar um pouco. Depois que me esquentei, caminhei mais algumas quadras e cheguei à Petco. Comprei umas bobeirinhas e saí.

Meu plano era voltar para o hotel para deixar as coisas e esperar Gabi ligar para nos encontrarmos de novo. No meio do caminho eu achei um mercadinho. Resolvi entrar para beber alguma coisa, porque estava morta de sede. Comprei um chá diet e um cupcake de red velvet para comer mais tarde (aff!).

Saindo do mercado, senti a friaca loka de novo, e quando fui pegar meu gorro, cadê ele????? Revirei todas as bolsas e nada. Só podia ter deixado na Petco. Voltei correndo feito uma louca desembestada para a loja, porque só podia ter ficado sobre os carrinhos de compras, onde coloquei minhas coisas para juntar todos os itens numa sacola só. Cheguei na loja quase colocando os bofes pra fora, e por sorte o gorro estava no mesmo lugar onde deixei.

Não sei o que é pior, se é correr no calor ou no FRIO. O ar congelante nos pulmões entra rasgando tudo, quando a gente fica ofegando da carreira que dá.

Quando cheguei na estação do metrô Gabi me ligou e me pediu pra esperar lá por elas na plataforma, visto que “só tinha uma plataforma”. Esperei sentada mais de meia hora, e quando percebi que estava na plataforma da outra linha (é uma estação onde duas linhas se cruzam), eu saí pra procurar a plataforma da linha 6, que é a que ela vinha. Parece um labirinto o raio da estação. Mal cheguei na plataforma, ainda entrando, e Gabi me viu e gritou por mim, do lado de fora da roleta. Olha, foi MUITA sorte, porque tem várias saídas. Ela deu sorte de me achar na hora em que eu estava chegando, porque se eu tivesse sentado, ela não me encontraria.

Fomos, então, até a plataforma onde a Bia tinha ficado esperando por nós. Pegamos o metrô e fomos comer o tal cachorro quente com bacon na Crif Dogs, que eu passei a conhecer num programa de televisão onde o carinha lá vai em tudo que é restaurante e lanchonete que serve bacon.

A lanchonete fica do lado leste da cidade, lá pela rua 7, numa zona meio sinistra. Tem muito restaurante vietnamita, ucraniano, chinês, coreano e por aí vai. É uma área mais pobre, mas bastante movimentada. Foi uma boa caminhada até o Crif Dogs, mas valeu a pena!

NY

O cachorro quente deles conseguiu superar aquele que comemos em Paris. A salsicha é frita enrolada em um bacon mega crocante e sequinho. O pão é muuuuuito macio e quente, e esse que eu escolhi tinha queijo e ovo frito. Estava mega perfeito. Comi dois! Valeu a visita, definitivamente!

NY

E saindo dali fui numa sorveteria gourmet dando a volta no quarteirão. Foi a mesma que a Gabi foi em outro lugar da cidade ontem e voltou falando maravilhas (Big Gay Ice Cream). O mesmo programa de TV mostrou a tal sorveteria, que vendia sorvete com BACON! Isso mesmo! Como eu amei o caramelo salgado que conheci em Santa Mônica, eu estava aberta a experimentar mais essa coisa estranha. Mas demos azar, porque eles não estão mais fazendo o tal sorvete. Então, nada mais me restou, senão encher meu sangue de glicose, comendo aquele cupcake red velvet. Não sei se morria de prazer ou de culpa por estar entupindo meu sangue pré-diabético de açúcar.

Demos mais uma longa caminhada até o metrô e rumamos para o Ground Zero, onde queríamos ir no museu do memorial. Pra variar, Gabriela errou o caminho, e caminhamos pra danar; e eu com as sacolas cheias de coisas. Rodamos, rodamos, e no final acabamos encontrando outra estação de metrô, onde finalmente acertamos. Chegando ao Ground Zero, encontramos o museu, mas quando fomos entrar, desistimos. Custa 24 dólares para visitar o museu. Achei um absurdo! Eles poderiam ter muito mais gente visitando se fosse mais barato. 24 dólares, não pago! Então, já que estávamos ali, resolvemos ir na Century 21, que é onde eu sempre compro lençóis baratos.
Como eu achava que não ia lá, eu acabei comprando aquele lençol na Macy’s ontem. Mas quando vi o preço e a qualidade do lençol, não aguentei. Acabei comprando outro!

O que comprei ontem era 300 fios, estampado e simples, por 48 dólares. Este é 500 fios, damasco (aquelas listras onde uma é acetinada e a outra fosca), mega macio, por 40 dólares. E ainda vem com 4 fronhas! Comprei o rosa, lindoooooo! Ai, queria levar todos. Tinha lençol barato demais lá, gente! Quase tive um treco. O jogo de 300 fios, liso, estava 30 dólares!

NY

Saindo dali, Gabi resolveu que iria ao MOMA (museu de arte moderna) com a Bia. Eu peguei outra linha e vim para o hotel, porque o dia hoje foi punk. Estou super cansada, e doida pra esticar o corpo. Caminhei praticamente o dia inteiro hoje. Vou já ligar pra Gabi pra cobrar de ela chegar logo, senão, vai dormir na rua, porque ela não tem a chave do quarto (já que em teoria ela não está hospedada comigo, hehehehe).

E amanhã é meu último dia. Não posso comprar mais nada, porque as malas já estão quase no limite. Fico triste porque vou deixar a friaca aqui e voltar para o inferno das terras tupiniquins. Queria tanto poder ficar aqui pra sempre…

Hoje estava observando as pessoas na rua. Até os peões de obra e o pessoal de subemprego são bonitos! Aff! Não podia ser assim no braseeel?

Amanhã não tenho o que fazer. Está previsto neve a partir das 15 horas. E no domingo tenho que sair antes de meio-dia do hotel e chegar ao aeroporto somente às 16. O que vou ficar fazendo das 10 às 16, sem ter onde ficar, e com o vento forte que está previsto para esse dia, não sei… Talvez faça como o Tom Hanks, e fique no aeroporto o dia inteiro, esperando meu voo, que é só às 19 horas.

E o sonho está acabando. Vou virar abóbora… :(

Beijos em todas, e até amanhã!

Adri :/

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New York, Dia 5

Boa noite galera!

Hoje acordamos umas 8 horas, nos arrumamos e saímos. Estava bem nublado o dia hoje, e fazia -1 grau. Fomos tomar café na Starbucks, como todo dia. Não perco meu capuccino e meu folhado de espinafre por nada! Lá na Starbucks a Bia apareceu. Depois de tomar o café, pegamos o metrô downtown. Eu desci na 18 e as meninas seguiram até a 14, pois íamos fazer coisas diferentes. Eu queria ir na Marshall’s procurar meu sutiã, e acabou que não encontrei.

Sendo assim, aproveitei para ir na Bed, Bath & Beyond, que fica logo em baixo da Marshall’s. Eu já tinha ido outro dia, mas aproveitei para olhar as coisas com mais calma. Como sempre, não deu pra sair de mãos abanando. Da outra vez eu estava cansada, porque tinha ido a pé – e fica a muitos e muitos quarteirões de distância do hotel. Além disso, eu estava com sacolas pesadas. Como eu hoje estava “fresquinha’, sem peso e nada cansada, andei tudo lá dentro e vi muito mais coisas que não tinha visto antes.

A grande compra do dia foi um litro de xampu de óleo de argan da One’n Only, que é mega perfeito, tem o mesmíssimo cheiro do Moroccan Oil “legítimo” (o azul), e deixa o cabelo tão macio quanto ele. Eu uso há alguns anos, e sempre que viajo pros EUA eu compro. O litro (na verdade 975 ml), custa 20 dólares. Uma pechincha! Dura bastante, porque é bem concentrado.

1andonly

Saindo dali, fui almoçar no Olive Garden. Já passava das 13 horas (sim, fiquei algumas horas na BB&B), e o Olive é outro lugar que não posso deixar de ir nos EUA.

Olive

Comi um delicioso frango grelhado com alhos assados, purê de batata, espinafre e molho de limão. 28 dólares, incluindo a gorjeta (18%) e o ice tea (com direito a refill).

Saindo dali, fui até a Bath & Body Works, porque queria comprar um frasquinho reserva para meu alcool gel, que anda pendurado na minha bolsa. É algo parecido com esse de baixo, mas o meu é de gatinho.

bbw É bem prático, porque fica sempre à mão, fácil de pegar, sem perder tempo catando dentro da bolsa. Como já tenho meu frasquinho há uns dois anos, tenho medo que a tampinha flip quebre. Não sei quando voltarei aqui de novo, estando o meu lixo de país na m… que está.

Saindo dali, fui na Walgreens e peguei o metrô de volta para o hotel, onde deixei as coisas e saí novamente para ir à Macy’s, que fica do ladinho do hotel. Queria ver se encontrava meu sutiã.

A seção de roupa íntima ocupa metade do sexto andar  da Macy’s, que é a maior loja de departamentos do mundo, com 8 andares, ocupando todo um quarteirão da Big Apple, que são imensos. Então vocês podem imaginar como foi difícil encontrar o meu sutiã. Era muita coisa linda… Depois de meia hora, finalmente encontrei, e passei a mão em dois. O bom de ser turista é que temos direito a 10% de desconto, além dos eventuais descontos que a loja já esteja dando. Tem muitas coisas em liquidação agora, e só não é tão mais barato porque o dólar pra gente está carééééésimo (beirando já os 3 reais). 

Depois de comprar meus sutiãs, fui ver se encontrava um jogo de lençol para o apê da Gabs. Tinha muitos em promoção. Comprei um jogo bem lindinho (o azul de folhinhas, abaixo), de 300 fios, a 50 dólares. Com imposto e meu desconto, saiu por 48 dólares. Quando o dólar era barato, era barato demais, mas agora… Mesmo assim está barato, em comparação com os preços no braseeel.

lençol

Resolvi ir embora, e no meio do caminho, passei pela seção de toalhas. Me deparei com uma hiper-super-ultra-mega pechincha. Toalha mega felpuda, da grife TOMMY HILFIGER, por 6 dólares. Isso mesmo!!! Vocês não estão vendo coisas. Eu comprei um jogo para dar de presente à minha amiga que sempre fica com meu carro. Sempre levo um presente pra ela, geralmente chocolate, mas como ela está diet, achei que um jogo de toalha fancy e de ótima qualidade seria um presente muito bom. Ela adorou! (já contei a ela).

toalha

Fui para o hotel deixar as coisas e saí novamente. Desta vez, peguei o metrô novamente (na Penn Station – 34) e desci na 23; fui à Whole Foods Market comprar meu jantar. Comprei mais uma porção de sushi (tinha comprado da outra vez que fui lá, e adorei!) e uma porção de salada de peito de peru marroquina, com curry, castanhas de caju e passas , de-li-ci-o-sa! E mesmo não podendo, passei a mão em um cheesecake, que foi outra perdição. Os cheesecakes americanos me derrubam! Entro em êxtase!

Voltei para o hotel, tomei meu banho e jantei. E enquanto fazia este post, Gabi chegou. Minhas malas já estão bem cheínhas, embora ainda não estejam com 32 quilos cada uma. De certa forma isso é bom. Não pretendo comprar mais nada. Já gastei uma pequena fortuna até agora. Se eu puder voltar com alguns dólares pra casa, melhor.

Amanhã não sei o que farei. Gabi me chamou para irmos comer o cachorro quente com bacon no Crifs Dog, lá em downton (pela rua 10). Talvez irei no Ground Zero.

Agora à noite começaram a cair acanhados floquinhos de neve, mas nem deu pra me emocionar. Era um floco a cada 3 minutos.

Bem, nos reencontramos amanhã! Beijos em todas!

Adri :D

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