Socorro… Estou às portas da morte… (rastejando no chão e agonizando como uma presa atacada por algum bicho feroz).
Eu acredito que minhas pernocas de fora semana passada me trouxeram uma linda gripe. Eu estou toda moída. Antes só sentia dor no ombro. Com o hotel, veio a dor no ombro direito, e agora é no corpo todo. A garganta, parece que pega fogo. Não sei de onde eu catei esses viruzinhos de gripe. Não bebi no copo alheio e nem fiquei perto de ninguém que tenha espirrado. Dor de cabeça, desânimo até para respirar; de trabalhar, então, nem se fala!
Depois do chili maravilhoso que Mary fez para o almoço de hoje, para a vovis dela provar, eu nem me aguentava em pé. Sentei na poltrona da varanda e fiquei meio apática, tentando criar coragem para subir para o escritório e assumir o trabalho. No que eu estou lá morgada, parecendo um trapo velho jogado, numa olhada the flash para dentro de casa, através da porta de vidro que separa a sala de jantar da varanda, vejo Harry brincando com alguma coisa marrom e fofinha. Na hora achei estranho, porque ele não pode ver a porta da cozinha aberta que dispara como uma “frexa” pro jardim. A gente tem que ir atrás dele com o borrifador na mão, parecendo um bando de malucas, tentando por ele pra dentro novamente. E eu sabia que ele tinha saído para o jardim, e foi por esse motivo que eu estranhei ele dentro de casa, espontaneamente, sem ninguém ter feito escândalo atrás dele.
Meio na dúvida, achei que ele brincava com o ratinho eletrônico que KK trouxe pra ele dos EUA, já que era do mesmo tamanho, mas quando minha mente se lembrou, eu achei que tinha toda pinta de ser uma cambaxirrinha. Gabi, que estava dentro de casa, deu uns berros nele, e ele saiu de perto. A cambaxirrinha (uma das que aparecem no vídeo da casinha do meu escritório) ficou lá jogada. De repente eu vi um movimento da perninha dela, e corri para dentro para tentar acudir. Mas não teve jeito. Gabi ficou com a bichinha na mão tentando reanimar por muitos minutos, mas foi inútil. Dentro de vários minutos, entre um sinal de vida e outro, ali jazia um bebê cambaxirra, que por alguns dias viu a luz do dia. Deu uma dó tão grande de ver aquele ser emplumadinho com um cotoquinho de rabinho, de 1 cm de comprimento, com as peninhas marrons rajadinhas de um marrom mais escuro. O rabinho parecia um lequezinho, que não cresceria mais…
Ficamos zangadas, mas sabemos que o Harry não fez por mal. Sabemos que o que ele queria mesmo era brincar (acho), mas as brincadeiras dele foram brutas demais para aquele serzinho tão frágil. Com certeza ele levou a cambaxirrinha para dentro de casa na boca dele; e aqueles dentinhos, eu sei bem como são pontiagudos. Ainda mais agora, que Harry está maior que a ave. Quando ele chegou aqui em casa, era bem menor.
Mesmo com toda essa aventura, eu continuei grogue de sono. Acabei subindo para tirar um cochilo, e acho que dormi mais de 4 horas. Acordei há pouco, já querendo subir para a cama novamente. Decerto nem irei à aula, pois não estou nas condições mínimas de fazê-lo. Doi tudo, só de tocar a pele, onde quer que seja.
Nem consegui ainda testar a placa C, e KK quer uma definição até domingo, pois ela quer pedir logo o lote dela para começar a vender logo (e mostrar logo para as meninas, para acabar com o suspense).
Bem, preciso trabalhar (“animadíssima”). Deixo vocês por aqui, com algumas fotos do encontrinho de POA.








É isso aí, meninas. Tenham todas uma ótima noite.
Beijocas!
Adri =///
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