Depois de levantar toda quebrada do “mara” colchão (sorte que levei meu travesseiro, senão a desgraça estaria completa), fui tomar meu banho para acordar melhor. Nem sei que hora era isso.
Sei que logo Nina e Gabs estavam de pé também. nos aprontamos e descemos para tomar o café. Ligamos para o quarto da KK, mas ninguém respondia. Achamos que talvez estivessem lá em baixo esperando por nós.
Ao chegarmos lá em baixo, eles não estavam em lugar algum, e descobrimos que haviam saído. Como não conseguíamos falar com eles, resolvemos tomar o café, pois já era quase 10 da manhã, e logo o café encerraria.
Assim como o quarto, o café foi uma titica. O café tinha mais pó do que líquido. E o pó parecia mais farinha de mesa do que pó de café, de tão grosso. A máquina de esquentar líquidos tinha 3 torneiras e nenhuma delas indicava o que sairia delas. Tive que abrir todas para ver onde estava o café. Na garrafa térmica, a mesma coisa: nenhuma indicação do que continha. A sensação que se tem é que são todos amadores. Ou então pensam que temos visão de raio-X. A cada coisa nova que aparecia, eu tinha mais certeza de que nunca mais veria esse hotel na minha vida.
Depois que tomamos café, Gabi conseguiu, depois de várias tentativas, descobrir onde KK estava: tinha ido fazer o belinho para chegar esvoaçante no evento. Aproveitaram para comprar algumas coisas que faltaram.
Quando eles chegaram, subimos para pegar tudo que iria para o encontrinho. Várias malas de esmaltes. Eu, Gabi e Nina fomos em um taxi, e KK e Maike esperariam por uma das meninas, Camila, que iria dar uma carona para eles até o condomínio da Michele, que gentilmente cedeu o salão de festas para a KK fazer o evento.
Quando chegamos lá, achamos o local ótimo. Muito agradável, com muitas árvores. Michele veio toda serelepe nos encontrar. Abrimos os dois salões e começamos a arrumar para colocar as coisas. KK demorava muito, e começamos a ficar preocupadas. Mais tarde, descobrimos que a Camila se perdeu, huauhahuhuahuauhahua, e não achava o hotel. Ficou rodando como perua tonta, até que finalmente conseguiu se encontrar.
Com todos presentes foi mais rápido arrumar tudo. Logo em seguida foi chegando uma, chegando outra, e logo o salão estava cheio de meninas enlouquecidas. Só que ainda não tinha dado 15h, que seria o horário do início do evento. Enquanto isso, todos da equipe comíamos nosso almoço: sanduíches. E nisso vem a fofa da Day e me entrega uma sacolinha com dois potes de chimichummi, e eu a-do-rei!
Conheci algumas das meninas do grupo, e em especial adorei a Ana Paula e a Larissa. São umas fofas também. Não esquecendo, é claro, da Gabi Moura, que também é um docinho.
Sei que no final do evento, já escurecendo, ficamos numa rodinha de umas 8 pessoas batendo papo, e os demais bebendo chimarrão. Tô fora! Não bebo nem chá branco, que dirá chimarrão, e sem açucar, uhahuahuahuuh. Quando deu umas 18h e pouco perguntei para a KK se poderíamos começar a empacotar as coisas. Imediatamente a galera agitou e em menos de uma hora estava tudo arrumado.
Eu estava ansiosa para ir no Outback para comer aquela costelinha divina. Todos fomos para o hotel e tomamos banho. Logo estávamos prontos para ir para o shopping Iguatemi, onde fica o restaurante. Infelizmente o Outback é um restaurante muito concorrido, e ficamos mais de duas horas esperando nossa vez. Eu sou da teoria de que vale a pena a espera, porque a costelinha e a cebola são realmente maravilhosas. Infelizmente a KK e o Maike não têm paciência para esperas longas, mas ficaram conosco até o final, num ato heroico. Éramos 4 (eu, Gabs, Nina e Day) contra 2 (KK e Maike), heheheh, portanto, fomos voto vencido.
Comi tanto que achei que passaria mal. Estava desanimada por saber que no dia seguinte teria que acordar às 5 e meia para ir embora, pois teria que embarcar às 7 horas.
E assim foi. Curti até o último momento o clima fresquinho de Porto Alegre. Espero que da próxima vez eu fique num hotel melhor, mesmo que pague um pouco mais caro. Valerá a pena, já que a experiência do hotel UMBU foi trágica. É isso que dá escolher hotel mais barratinha.
Sei que esse segundo dia não teve nada de especial, e nem engraçado. Mas foi um fim de semana diferente, para sair da rotina.
Ao chegar em casa, me deparei com a família inteira na ativa, vejam:
Um dos passarinhos caiu da casinha e estava voando aqui no meu escritório. Tentei pegar o bichinho, mas o que tinha de pequeno tinha de arisco. Ele se enfiou por trás de um móvel, mas eu achei que como ele já estava voando conseguiria voltar para casa. Me enganei. Ele ficou escondido atrás do móvel até hoje. Eu estava falando ao telefone com uma conhecida, quando de repente Harry sai de trás da minha mesa cercando e abocanhando a cambaxirrinha. Dei um grito tão alto, para ele soltar a bichinha, que acho que a mulher que estava do outro lado deve ter ficado surda. Se a cambaxirrinha não morreu de pânico da primeira aventura que teve na vida, ser caçada por um gato, deve ter quase morrido de susto do berro que eu dei. E justo hoje, que toda a família tinha já ido embora. Só sobrou a casa vazia.
Gabi ficou bem zangada com Harry pelo “ataque”, e deu altos berros com o pobre. Mas eu penso que foi ótimo ele ter encontrado a cambaxirrinha, senão a bichinha morreria de fome, já que a mãe foi embora e ela não conseguiria sobreviver sem comida. Há males que vêm para o bem. Cercamos a cambaxirrinha e soltamos no jardim. Tomara que sobreviva.
E hoje fui ao mercado comprar a canjiquinha dos passarinhos. Comprei logo 10 quilos. Esses bichos estão cada dia mais vorazes. Jogamos meio saco para eles, e em duas horas já não tem mais nada. A sorte é que eles não se intimidaram pela presença do Harry. Aliás, o Harry está com a bola murcha. Nem os porquinhos correm mais dele quando ele dá a sua reboladinha e dá o bote. Muitas vezes os porquinhos estão parados, e comendo continuam. O Harry faz cara de tacho, vendo que ele está sem moral, pois ninguém correu. O que ele quer, sem dúvida alguma, é só se divertir.
Bem, meninas. Eu estou com uma incumbência chata. Preciso testar a segunda amostra da placa C para mandar brasa na fabricação. Vocês sabem que quando eu testo a placa minhas unhas ficam em petição de miséria. Por este motivo, não contem com reloginhos meus nos próximos dias, até porque está tudo sabuguette.
E atendendo a pedidos, mostro aqui a maioria das novas aquisições:
Faltou o Jade azul holográfico, Hypnose, que estava escondido em algum lugar.
E para encerrar o post de hoje, já que não teve nada de extraordinário, deixo aqui com vocês a diversão do Harry na minha impressora:
Bem, é isso aí. Até a próxima!
Bjs
Adri =)))






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