O dia hoje está meio down… A única coisa boa é o clima, que esfriou um pouquinho, e eu finalmente consegui colocar um casaquinho fino. Isso seria suficiente para me deixar feliz, mas hoje o dia está diferente.
Já levantei meio borocoxô e com dor de cabeça. Tenho sentido uma dor no ombro esquerdo, mas acho que deve ser de ficar escrevendo no note, na cama, sem apoio nos braços. Há muito tempo atrás eu tive problema semelhante, e depois que troquei a cadeira do meu PC, que tem um apoio de braço alto, minha dor passou. Agora, pelo visto, voltou, porque resolvi ficar trabalhando na cama, com uma postura SUPER errada. Eu acabo me recolhendo logo (indo pro quarto), porque no escritório os mosquitos começam a comer minhas pernas, e eu fico enlouquecida. Ainda não tomei vergonha na cara e mandei fazer uma tela mosquiteira.
Levantei hoje às 10 da manhã. Desci, sentindo o cheiro do café fresco, que minha empregada faz todos os dias. Peguei minha xícara e segui para o escritório, com o notebook debaixo do braço (meu PC chegará hoje, se Nosso Senhor ajudar). Quando cheguei ao escritório, minha empregada estava limpando, e percebi que ela estava triste, assim como eu.
Ela disse que a mãe, que está há uma semana no hospital (internada por pressão muito alta), teve um derrame esta noite. Inevitavelmente me lembrei, pela segunda vez, hoje, do meu pai. Hoje ele faria 75 anos se estivesse vivo. Como muitas aqui já sabem, ele morreu de um AVC (derrame) fulminante, quando voltava para casa, vindo do hospital, após uma consulta e alguns exames.
Minha empregada disse que desde que o pai dela morreu, há 3 anos atrás, a mãe meio que se entregou, e só vinha falando de morrer também. É muito ruim quando a pessoa perde a motivação pela vida, em nem os filhos e nem os netos são um motivo para se continuar a viver.
Acho que meu pai foi realmente abençoado, pois a morte dele foi vapt-vupt. E quem tem derrame e fica com sequelas permanentes? Muitas vezes as pessoas que não morrem, vegetam e ainda dão um trabalho danado para quem fica. E eu acredito que essas pessoas que “vegetam” conseguem ter uma atividade cerebral, e até pensar “normalmente”. E por causa disso, devem lamentar profundamente a vida que passaram a ter depois do AVC.
Agora vejam; a mãe dela queria morrer porque estava desgostosa da vida – e tinha uma vida normal, em que podia fazer de tudo. Imaginem que castigo será, depois de desejar tanto ter morrido, se ela ficar com sequelas desse derrame e não conseguir mais ter uma vida normal; só na cama, vegetando. Se isso acontecer, acredito que ela se arrependerá amargamente de ter desejado tantas vezes morrer, porque para mim, não teria coisa pior do que vegetar, e ter outras pessoas tendo que cuidar de mim, e saber que por causa disso eu me tornaria um estorvo na vida delas. Por isso eu penso que devemos todos os dias agradecer a Deus por tudo o que temos, e por toda perfeição física que temos, apesar daquele aborrecimento, ou daquela sinusite horrenda, ou outra dor qualquer que insiste em aparecer de vez em quando.
Aquela dor que você sente de vez em quando, Van, pode ser insuportável, mas seu corpo é perfeito, você é uma fofa e bonita, e nenhuma dor momentânea, por mais insuportável que seja, é pior do que seria ficar entrevada em uma cama até o fim da vida, sabendo que outras pessoas ao seu redor teriam que abrir mão de suas vidas normais para ter que cuidar de você até você morrer (dar banho, limpar seu traseiro, etc.). Jesus Cristo, tende piedade de mim e nunca permita que isso aconteça comigo!
Peço a Deus todos os dias que me leve como levou ao meu pai: rapidamente! (pausa para enxugar as lágrimas…)
Minha mãe nunca sonha com meu pai. Esta manhã ela acordou feliz, porque ela finalmente sonhou com ele esta noite, e adorou tê-lo visto e ter dito a ele o quanto ela tem sentido falta dele. Ela não se lembrou que hoje seria aniversário dele. Quando contei, ela ficou impressionada (assim como eu) de como meu pai veio lhe visitar em sonho, para receber seus parabéns… …eu não sonhei com ele =(((, mas vou fazer o que faço todos os anos sguintes à sua morte, no dia do seu aniversário: acenderei uma vela e farei uma oração.
Eu realmente estou num dia meio nebuloso, externa e internamente. A única coisa que me fez rir hoje foi a nova diversão do Harry. Tenho um canteiro de uma planta que dá umas microflorzinhas lilases, que é como uma cerquinha viva baixotinha, cortada quadradinha, de uns 20 cm de altura. A diversão do Harry era pular em cima dessa cerquinha e ver a nuvem de mosquitos que saía voando quando ele pulava nas plantas. Eu só não dei uns gritos nele porque estava engraçado, heheheh.
Bem, vamos ao reloginho de hoje.
Esse foi o esmate que usei na mão direita, no dia em que usei o Patchwork da Impala, o WATCH YOUR LANGUAGE, da Spoiled.
É um roxo cintilante não muito opaco. Mas mesmo assim, passei só duas camadas.
Fiquei feliz porque foi ótimo esmaltar com o pincel desse vidro. E foi uma delícia, também, heheheh Adoro pincéis grossos assim (Nina, não pense o que pensou!)
Eu só não lembro se passei top coat nessa mani… acho que não. =/
Não sei se a KK trouxe dessa cor para vender. Mas sei que ela trouxe uns 100 vidros de Spoiled para vender.
Para quem não sabe, o Spoiled é da Wet’n Wild, marca americana que vende esmaltes a um preço bem legal. Só não sei quanto a KK vai cobrar no Brechó.
Bem, é isso aí, meninas. Vou continuar na labuta aqui.
Bjs
Adri =|||





Deixe uma resposta para Tatiane C M Baena Cancelar resposta