Sei que a galera deve estar curiosíssima para saber da festa bapho, então vou começar o post de hoje contando sobre ela.
Confesso que até o último momento estava meio desanimada, mas quando chegou a hora de me arrumar criei coragem. Na verdade, eu acho que estava era com medo de o vestido que eu escolhi para usar não caber mais em mim, huahuahuahuahuahuauhauha. É que esse negócio de falta de exercício e comendo chocolate, já viu, né? Aliás, tem é tempo que eu não subo na balança; tenho um medo que me pelo de já ter chegado aos 3 dígitos. =/
Tomei meu banho, lavei e escovei o belinho, e chegou a hora triste, que era tentar fazer a minha fuça ficar com cara de gente. Haja maquiagem! A preguicinha imperava, mas tive que seguir adiante.
Até que não foi tão ruim… vesti o vestido e, aleluia, ainda cabe em mim! Só preciso de uma plasticazinha pra diminuir os boobs que quase arrancaram os botões do vestido! Para resolver o problema, peguei um brochinho e meti no meio dos botões para não ficar abrindo. Deu até um charminho, e espero que ninguém tenha notado o motivo da “estratégia”, heheheh. Depois que estava tudo pronto, peguei minhas “pernas de pau” (sapatos) e gostei do que vi. Me senti até gente. Vejam (clique na foto para ampliar):
Fomos as primeiras a chegar na festa. Eu estava ansiosa para saber se a aniversariante iria ou não gostar do presente.
Quando chegamos lá, foi uma das empregadas que abriu aquele portão enorme. Me senti entrando no céu, hehehehe, com aquele cheirinho maravilhoso que exalava dos difusores que estavam pelas tomadas da sala (era uma espécie de copinho de louça onde se coloca um óleo cujo aroma maravilhoso toma conta do ambiente, por causa do calor da energia elétrica). Na “salinha” deles há uns 6 ar condicionados split, sabe Deus de quantos milhões de BTUs, que tornavam o ambiente um semi-Polo Norte (o marido dela é super calorento). Pela quantidade de aparelhos vocês podem sentir o drama do tamanho da salinha, né? O que me chamou a atenção de imediato, enquanto esperava a aniversariante descer, foi o bolinho (inho mesmo), que retratava exatamente a personalidade da minha amiga: uma SUPER perua do mais phyno bom gosto.
A bolsa não é de verdade, para as que acharem estranho ter uma bolsa em cima de um bolo. A boleira realmete pensou nos mínimos detalhes. Até as marquinhas da costura a mulher fez. O zíper estava perfeito. Só lamento não ter ficado até o fim da festa para comer. Só de olhar a foto minha boca saliva… E eu adoro bolos de aniversário, principalmente se forem bolinhos “excitados”, como eu costumo falar (todo molhadinho, uhahuahuahuuah).
A aniversariante finalmente desceu, equilibrada sobre um dos seus 200 pares de “pernas de pau”, (escolheu um preto e purpurinado), com vestido esvoaçante, e eu disse a ela que, não sabendo o que dar para quem tem tudo, eu resolvi dar um presente que pobres e ricos usam e gostam de ganhar, o Gift Card do Brechó. Olha, se ela não gostou muito, ela fingiu muito bem, porque abriu um largo sorriso, que aumentou de tamanho quando eu falei que 90% do Brechó é esmalte importado, hehehehhe.
Enquanto a aniversariante dava as últimas instruções à turma de empreados e garçons, fiquei lá jogada naquele sofazão, e logo começaram a chegar os outros convidados, conhecidos meus, também. Ficamos lá papeando, e os garçons começaram a servir os comes e bebes phynos. Peguei logo um bom vinho tinto, já que o Polo Norte do ambiente pedia uma bebidinha quente; mas estava rolando champanhe e uísque importados a tonel, não é nem mais a balde.
Fiquei conversando com uma amiga, e depois com Anita, a mãe da aniversariante, a quem amo de paixão, e com quem fiquei a maior parte do tempo. Enquanto isso íamos beliscando os quitutes. Ahhhh! Por falar em quitutes, Anita me disse que o casal contratou uma chef de cozinha, mas não foi pra festa não, contrataram de carteira assinada, para fazer todas as refeições diárias da casa! Pobreza é fogo! Odeio!
Enquanto tomava meu vinho e jogava conversa fora com Anita, em meio a um cumprimento e outro de convidados que não paravam de chegar, eu ia saboreando os quitutes que passavam. O que mais me chamou a atenção (e encheu meu estômago), foram os camarões VG. Gente, os camarões eram tão grandes, mas tããããão grandes, que sem exitar eu digo que eram do tamanho de um pires de xícara de café (xícara de ryco, daquelas grandonas), lembrando que quando o camarão é cozido encolhe ele fica num formato “redondo”. Agora, imagine o tamanho desse camarão cru! Só dava pra comer o camarão com no mínimo 5 dentadas. Era tão grande, que era difícil “equilibrar” o danado no garfinho de “prástico” de dois dentes colorido e transparente que estavam usando para servir os petiscos. Gabi caiu de boca foi nas iscas de filé mignon ao alho. Deve ter comido um quilo de carne, de tanto que comia. Só faltou ir atrás do garçon pra pegar mais, uhauhauhahuuha, mas minha filha é phyna e não ia pagar um mico desse.
O ambiente estava à meia-luz, com música alta, laser piscando para todo lado, fumaça de efeito enchendo o ambiente, e até os lustres (uns 8 ou 10) que ficam sobre a mesa de jantar onde estava o bolo (gente, nunca vi isso na vida), piscavam ao ritmo da música! E dá-lhe vinho. Foi tanto vinho que na pista de dança, sacudindo o esqueleto sobre minhas “pernas de pau”, eu tomei um banho de vinho porque alguém esbarrou em mim. Fui correndo ao lavabo lavar meu vestido para não manchar. E olhando para o granito italiano que revestia a parede do lavabo, comecei a achar que eu já tinha bebido demais, pois vi que a placa de granito rajado de bege, marrom e marfim tinha várias “manchas luminosas amareladas”. Até perguntei pra Gabi se era mesmo aquilo que eu estava vendo, pra confirmar se eu estava bêbada ou não, e ela disse que, sim, a pedra estava com manchas luminosas. É um granito que tem entremeado na placa um material tipo quartzo, meio transparente e amarelado, que, com a luz que acendia por trás, fazia a parte transparente da pedra “acender” também. Só não me perguntem como eles fazem pra trocar as lâmpadas! Não sei se é a luz do outro cômodo, que acesa faz isso, ou do próprio banheiro que fica ao lado do lavabo.
E a uma certa hora da noite, o mundo começou a desabar. Um toró chegou a Macaé, e morria sapo afogado lá fora. E eu, caindo dentro dos acarajezinhos que passavam sobre as bandejas, conversando com um e com outro, e arriscando uns passinhos na “pista de dança”.
Chegou uma hora que eu achei melhor parar de beber, afinal, para quem estava dirigindo, eu não deveria nem tomar a primeira taça, que dirá das 6 ou 7 que tomei. E não é tacinha humilde não! Era daquelas taças de cristal de quase 25 cm de altura, que cabe uns 600 ml de vinho dentro. Mas, é claro, que só se serve no máximo uns 3 dedinhos de vinho por vez, porque quem aprecia vinho, costuma “rodar” o vinho dentro da taça para que todo o aroma da bebida suba à boca da taça, e a pessoa possa senti-lo. É claro que eu não fiz isso, heheheh.
Estava a maior parte das pessoas dançando, ou outras estavam no home theater, que é tão “pequeno”, que a televisão de 50 polegadas que está lá na parede deles parece uma de 20 polegadas na minha casa. Eles precisariam de uma TV de 70 polegadas para encher a parede, hehehehe. O telão do home theater deve ter uns 3 metros e meio de largura, e há umas 10 poltronas reclináveis largas, de tecido tipo veludo, marrom, com apoio de pé, ELETRÔNICAS, para os convidados ficarem confortáveis enquanto assistem aos vídeos.
E naquele sofazão onde eu sentei quando cheguei, só tinha Mary. No sofá do lado, Anita conversava com outras duas pessoas, e naquele canto da sala só tinha a gente. Parada lá, ao lado da Gabi, olhando o movimento, com a música alta que o DJ colocava, e vendo o ex dançando com a galera, animadamente, comecei a sentir os primeiros efeitos das várias taças de vinho: sono.
Olhei pra Gabi e falei: “Vamos pra casa?”. Ela, que tinha aula hoje de manhã, e vendo que eu já estava virando os olhos, disse que sim. Então, como quem vai virar abóbora, e totalmente à FRANCESA, saímos, nos despedindo somente da Anita, que era quem estava por perto. Se eu fosse me despedir da aniversariante ou outras pessoas, se bem os conheço, iriam protestar dizendo que meia-noite é cedo para se sair de uma festa, e seria um parto para eu ir embora, porque iriam me por uma coleira para eu não sair. Mas esse negócio de fechar festa não é comigo (ser a última a sair). Só lamento não ter ficado para o jantar (que ouvi dizer que teria) e para o bolo, que continua me fazendo salivar só de pensar.
Então, abri aquela portona, e me equilibrando sobre minhas “pernas de pau” fui correndo até o carro, para tentar molhar o mínimo possível os sapatos, que são de camurça vermelha. E camurça tem horror de água, né? Apesar de que eles foram impermeabilizados com um spray que eu comprei em uma sapataria em NY na minha última viagem. É uma maravilha para essas situações.
E assim terminou minha noite; sacando um lenço umedecido da Nívea para tirar a maquiagem e capotando na cama.
E, não tendo tido tempo de fazer a enquete sobre qual esmalte usar na festa, que nossa querida Rosângela sugeriu, eu peguei o primeiro que apareceu na minha frente: o LET’S GET SUSHI, da Spoiled.
É um salmãozinho com microbrilhinhos, bem charmoso. Apesar de o pincel estar aparentemente perfeito, ele fez uns singelos risquinhos no esmalte, mas na segunda camada ficou perfeito.
Eu sou super suspeita para falar, pois eu amo essa cor. Tenho essa cor em várias marcas de esmalte. Se for contar, (#exageradamodeon) eu devo tem 10% de salmão na minha coleção.
Vocês sabem que estou quebrando um galho com meu iPhone, né? Então, por caridade, não me crucifiquem por causa da falta de foco da foto acima, heheheheh. Se salvaram poucas.
E essa foto foi feita com flash. Dá pra ver um pouco os brilhinhos charmosos que o esmalte tem. É um esmalte bastante pigmentado. E eu só passei duas camadas para poder tirar o riscadinho que o pincel fez. E com Seche Vite, ficou perfeito, muito bem nivelado e lindo!
Depois eu coloquei um carimbinho da nossa DRK, usando o esmalte dourado Cromo da Impala. Não ficou phyno?
E para fechar nosso post com chave de ouro, deixo aqui para vocês um vídeo do “abraço do Harry” à ave. Harry estava muito interessado nas crianças que estavam ali do ladinho, tentando escapar pela porta fechada, e a ave não parava de atazanar o Harry. Ele então se esquentou e deu esse abraço “passa-fora” que vocês verão. Só não reparem no foco. Não sei por quê, ficou uma porcaria!
Boa noite, meninas. Durmam bem e tenham um ótimo domingo.
Beijo no coração de todas. Amo vocês!
Adri







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