Boa noite, meninas!
O Vult lindo de hoje é o MADRUGADA.


O Madrugada é um azul jeans muito lindo, que tem todos os atributos perfeitos dos outros esmaltes da marca.
Cobriu perfeitamente com duas camadas, e tem o brilho excelente; mas infelizmente eu passei top coat, com medinho de dar bolinhas (a loka dos top coats), e o top coat acabou estragando o brilho natural do esmalte, que é infinitamente mais perfeito do que vocês veem nas fotos. O top coat fez uns riscos feios no esmalte (vejam o dedo mínimo). Não curti.
*** ESTE ESMALTE NÃO É TOXI-FREE ***
Continuo dizendo que para os esmaltes da Vult serem perfeitos, só faltam ser toxi-free. E espero que eles providenciem isso logo, pois há muitos milhares de pessoas alérgicas que amariam poder usar essas lindezas e não podem.
Para fechar com chave de ouro, eu pintei o anelar com um fundo prateado (usei o Prateado Metálico a linha artística da Colorama), e cobri com uma lindíssima película da Pele de Unha.
Essas películas são tão fáceis de usar, e dão um toque tão meigo às manis, que dá vontade de ter milhares delas. Eu realmente estou curtindo muito “brincar” com elas. Curti de montão essa composição, e vocês?

E mudando de assunto, vamos à sessão filosofia de hoje.
Eu fico passada e engomada com as pessoas que não têm o mínimo bom senso na vida. Eu sempre curti fazer compras, até mesmo em supermercado, mas fico irritadíssima com as pessoas que decidem parar no meio do corredor do supermercado para bater papo, obstruindo a passagem. Parece até que eu chamo isso pra mim, porque nunca vi uma pessoa ser tão vítima disso como eu sou; praticamente toda vez que vou ao mercado acontece isso. Eu simplesmente paro o carrinho (morrendo de vontade de fazer um strike), faço pose de “como é que é???” e caladinha fico, olhando pras pessoas, com cara de bunda, até que enfim alguém se manca e dissipa a obstrução. E parece que são unânimes em nem ao menos pedirem desculpas. E como não perco meu tempo para passar minha mensagem, sempre tenho uma frasezinha pronta, pra essas situações. “Pode ficar o dia inteiro no supermercado conversando, mas pelo menos faz isso no cantinho, pra não atrapalhar ninguém!“. E sigo com minhas compras. Sim, sou antipática com gente que não se manca.
Pior do que gente parada conversando é quando largam o carrinho no meio do corredor, onde você não consegue passar nem de um lado e nem do outro. Nessas situações eu sou mais “simpática” ainda. Dou uma porrada com meu carrinho no carrinho que está no meio do caminho e vou empurrando, até eu conseguir passar com o meu. Geralmente o dono do carrinho está por perto e arregala os olhos na hora da “colisão”. Eu só finjo que não noto e continuo minhas compras como se nada tivesse acontecido. Gostaria que essa minha atitude “amistosa” fosse um momento de reflexão para essas pessoas, mas duvido que seja. Não tenho paciência. Nenhuma! E eu fico me perguntando se eu sou a única pessoa no mundo com bom senso e semancol, porque parece que toda a humanidade faz a mesma coisa: só pensa em si e na sua própria conveniência; tipo “fuck the rest“.
TODAS AS VEZES, sem exceção, que estou em um supermercado com meu carrinho e quero ver algo em uma prateleira, ou procurar algum produto, encosto meu carrinho num cantinho onde não atrapalhe ninguém. Se paro para conversar, sempre puxo a outra pessoa pro canto, pra não atrapalhar a passagem, onde quer que eu esteja.
Nas calçadas da vida, então, é demais da conta. Tem aquele grupinho que pensa que a calçada é deles, e eu passo dando trombada mesmo. Não peço licença e tampouco desculpa pela trombada. Aí chega alguém e diz pra mim: “Custa pedir licença com educação?” E pra essas pessoas eu respondo: “Não, não custa, da mesma forma que não custa a essas pessoas simplesmente pensar no coletivo e não atrapalhar a passagem de ninguém como se a rua fosse delas”. Além do mais, isso acontece TANTO comigo, que eu não tenho mais paciência. Para esses casos, minha educação se foi há muitos anos, quando eu ainda tinha paciência pra esse tipo de gente.
Eu realmente gostaria muito de ser diferente, mais tolerante, e eu bem que tento, mas minha natureza não permite. Meu maior mal é querer que as pessoas pensem no coletivo com eu habitualmente penso. Não quero fazer com os outros o que não quero que façam comigo, PONTO! Por que todo mundo não pensa da mesma forma??? Sou do tipo de pessoa que não dá os parabéns para quem não me dá parabéns no dia do meu aniversário. No entanto, aceito que deem depois, porque afinal de contas, as pessoas podem e têm o direito de se esquecer de coisas. Mas se esquecem de mim, por qualquer motivo que seja, é porque não sou importante para elas. E se não sou importante para elas, elas passam a não ser importantes para mim.
Da mesma forma, fico passada quando vejo pessoas “amigas” no Facebook curtindo todas as besteiras que os outros postam, e não curtem, comentam ou têm qualquer interação comigo no Face. Daí pergunto: pra quê é meu “amigo”, se não interage comigo? Pensando nisso, recentemente fiz uma verdadeira limpa na minha lista de amigos. Excluí várias pessoas, e estou por um triz de excluir mais meia dúzia, que ainda ignoram minha existência, e que não excluí ainda porque AINDA tenho alguma consideração por elas.
Primeiro, passei a fazer a mesma coisa que fazem comigo: parei de segui-las e comentar ou curtir suas postagens. E decidi que antes de excluir, vou impedir que essas pessoas vejam todas minhas postagens e verei se fazem algum comentário a respeito. Se não fizerem, é porque eu realmente não faço a mínima falta para elas, então, melhor limpar minha lista de amigos, e deixar só quem é amigo de verdade, que interage comigo, curtindo e comentando minhas postagens, concordando ou não com a forma com que penso.
Meu lema na vida é: AME-ME OU DEIXE-ME!
Beijos em todas!
Adri 😀
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