Olá meninas!
Não postei anteontem porque quando cheguei no hotel fui arrumar as malas e acabei guardando tudo do notebook, então deixei pra postar hoje.
Anteontem, sétimo dia da viagem, acordamos e eu pedi para a Gabi ligar para a companhia de transporte para agendar minha ida para o aeroporto ontem. Depois, fomos na sempre Starbucks tomar o mesmo café de sempre. Saindo de lá fomos à Apple para dar uma olhada nos telefones. Eu queria mesmo só olhar, sem muitas pretensões de comprar. O meu iPhone 4S havia tempos andava com a bateria com a língua de fora. Meia hora de uso e já acabava.
Descemos na rua 59 e caminhamos até a redoma envidraçada da Apple na quinta avenida, num frio maravilhosamente congelante. Já no quentinho, no subsolo, onde fica a loja, fomos atendidas por um rapaz muito simpático. Dei uma olhada nos aparelhos, olhei o preço, quase tive um treco, mas eu realmente precisava de um telefone novo. Entreguei meu iPhone sambado para ele, depois de apagar tudo, e com isso tive um desconto de 50 dólares no preço de um novo. Não é um grande desconto, mas é melhor que nada, já que no braseeel ele não me traria retorno nenhum. O único problema era o chip da minha linha do braseeel, que é micro, e não nano, como é o iPhone 5S, que eu acabei comprando. Eu prefiro telefone menor, como era o meu 4S, mas os 4S que estão à venda só tem 8GB de capacidade, e isso pra mim não dá pra nada. A diferença no preço que paguei no meu 5S de 16GB (550 dólares, incluindo impostos), em relação ao braseeel é de 850 reais, o que não é um valor insignificante. Isso pesou para eu comprar logo o telefone lá, já que eu tinha dólares sobrando. Melhor que gastar com outras coisas, e ainda não precisaria fazer dívida no braseeel comprando outro parcelado.
De telefone novo, saindo da loja, Bia nos encontrou na rua. Gabi foi com ela para outro canto, e eu fui catar uma T-Mobile, a operadora da minha linha americana, para poder trocar meu chip por um nano. A T-Mobile ficava a uma curta caminhada, pertinho da Apple. Lá, peguei um chip novo sem pagar absolutamente nada; só entreguei meu chip antigo pra atendente. E com a troca de chip, passei a ter uma velocidade de internet superior ao 4G, um tal de LTE. Ainda paguei o mico de perguntar para a moça que me atendeu: “Não deveria estar aparecendo 4G aqui?”. E ela respondeu com olhar assustado: “LTE é um sistema mais rápido que o 4G!”. Olha, que diferença do braseeel! Certamente quando eu for pegar um chip novo para minha linha do braseeel eu terei que pagar por ele, e se quiser 4G ainda terei que pagar mais na minha conta mensal. Depois reclamam que eu falo mal desse paiseco!
Saindo da T-Mobile, fui caminhando por toda a sétima avenida em direção à Times Square. Agora, eu queria encontrar uma capa para celular antes que ele caísse no chão e arranhasse todo, como aconteceu com o da Gabi no mesmo dia em que ela o comprou. Capinha cara, 20 dólares, mas com certeza no braseeel passaria de 100 reais. Mas não achei mais barato em lugar nenhum. Não há muitos camelôs nas ruas de Manhattan. Em Chinatown certamente acharia mais barato, mas não fui lá, e nem teria tempo mais para isso.
Chegando à Times Square, fui direto para o Hard Rock Café para almoçar, pois já passava de meio-dia. Pedi minha tradicional caesar salad e tomei minha limonada com morango de sempre. Fiquei ali algum tempo, e depois de comer tudo, fui caminhando até o hotel, passando antes em uma Duane Reade para comprar mais um detergente e xampu, já que ainda tinha algum espaço na mala.
Chegando ao hotel, eu arrumei as malas e deixei tudo pronto pra viagem de volta pra casa. Tomei meu banho e saí pra comprar pizza para jantar e depois dormi.
Foi um dia em que não fiz muita coisa, porque a grana estava já no final, ainda mais depois de comprar o telefone. Eu sabia que se ficasse rodando por lojas ia acabar comprando mais coisa, e a situação não ia acabar bem, hehehehe.
Gabi acabou indo assistir a dois musicais, porque a Bia conseguiu ganhar na tal loteria duas vezes. Passava das 23 horas quando elas apareceram no hotel correndo para Gabi pegar a mala que ela tinha deixado comigo. Ela iria voltar com a Bia para New Jersey, onde ela estava hospedada.
Fiquei mega preocupada de as duas pegarem trem tão tarde. Acostumada com a violência do braseeel, sabe como é, né? Só fiquei tranquila quando elas ligaram avisando que tinham chegado.
Acordei cedo ontem, o oitavo dia de viagem, e fiquei morcegando na cama até as 10:30. Estava previsto vento beeem frio, e eu estava fazendo hora para fazer o check-out, que era meio dia. Quando deu 11 horas eu desci de mala e cuia e fiz o check-out. Deixei uma bolsa e duas malas, uma com 25 e outra com 31 quilos, no guarda-malas (15 dólares!!!!!) e saí para almoçar. Fui no Olive Garden da Times Square almoçar.
Comi meu chicken scampi (linguine fininho com frango) e voltei para o hotel. Estava muuuuuuuuuuito frio, apesar de estar “só” -9 graus. A sensação térmica era de -19 graus, por causa do vento.
Quando deu 14 horas fui pra porta do hotel esperar a van. Estava preocupada de o motorista chamar por mim e eu não ouvir, já que eu sou surda, né? Mas graças a Deus o cara chegou na hora marcada e eu consegui identificar a van, que era igual à que me levou para o hotel quando cheguei.
Cheguei no aeroporto por vota das 16 horas. Meu voo era às 19:20, e por sorte não foi cancelado, já que váááários voos locais foram cancelados por causa do clima. Enquanto isso, Gabi estava no aeroporto La Guardia, pronta para embarcar para Atlanta, onde trocaria de avião para o Rio de Janeiro. Detesto fazer conexões, e quando vou a Orlando ou Nova York sempre prefiro voos diretos, que são feitos pela TAM.
Diferentemente do voo de ida, meu voo de volta foi um verdadeiro caos. Um homem sentado à minha frente (vestido como tal), se entupiu de um perfume feminino (Dolce & Gabbana, da caixa aveludada vermelha) que eu costumava gostar muito, até o dia em que meu vidro caiu no chão e a casa ficou cheirando ao tal perfume por um mês inteiro. Hoje não posso nem sentir de longe o tal cheiro, que me embrulha o estômago. Imaginem, então, viajar por 10 horas sentindo o tal cheiro. Isso, sem falar no infeliz do cara que estava sentado atrás de mim dando socos com as pontas dos dedos na tela touch screen que fica atrás dos assentos. Cada vez que ele dava uma dedada eu movia o encosto da minha poltrona pra frente ou para trás, para irritá-lo tanto quanto ele me irritava. Parecia que tinha um pica-pau atrás do meu encosto. Estava só esperando ele vir reclamar comigo que eu não parava com sua tela quieta, que eu iria logo dizer que eu o estava incomodando como ele a mim, com suas dedadas. Mas infelizmente ele não reclamou. Tinha hora que dava uma trégua, mas quando eu pensava que a paz reinava, ele voltada com o diacho das dedadas. E o vai-vem do meu encosto se repetia toda vez que ele dava porrada na tela com a ponta dos dedos ao invés de simplesmente encostar nas opções que queria. Por que diabos as pessoas simplesmente não encostam o dedo na tela (como eu faço), ao invés de darem porrada, como se só funcionasse com porrada????
No meio da viagem eu troquei de roupa, e coloquei meu vestidinho de gata borralheira e meus crocs, e fiquei assistindo filme até por fim chegarmos ao Rio de Janeiro.
Cheguei sem telefone, por causa do chip antigo que não cabia no aparelho novo. Tentei cortar o dito, para ver se cabia, como fiz de outra vez, só que desta vez não funcionou. Então ficarei incomunicável até quinta-feira. Se conseguir, comprarei um chip pré-pago até conseguir ir a uma loja da operadora para pegar um nano chip da minha linha. Na minha cidade tem UMA única loja da operadora, que mais parece uma feira livre de tão cheia que é. Então, prefiro deixar para comprar o chip novo quando voltar ao Rio de Janeiro, na quinta-feira, quando trarei Gabi de volta.
E de volta à vida normal, preciso dar um trato nas unhas, que, como sempre, estão em condições lamentáveis, ainda mais com tanto frio que peguei. Por mais que hidratasse, o frio era muito forte.
Como eu prometi, não comprei nenhum vidrinho. Vi muitas cores e marcas diferentes, mas segurei a onda por vários motivos. Estou feliz que conseguir me conter, heheheh.
Em breve voltarei à ativa aqui no blog, trazendo as cotoquettes coloridinhas para vocês.
Beijos em todas!
Adri 😀
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