Dia 8 – Um Tour por Roma

Buonasera, amici!

Pra variar, hoje acordei às 5 e pouca, aff! Rolei, rolei, mas por volta das 6 consegui pegar no sono de novo. Acordamos por volta das 7:30 e nos aprontamos. Tomamos café no hotel, e esse foi o pior café de toda a viagem. Não tem variedades de pães, não tinha qualquer tipo de presunto, e o queijo era tipo Polengui, daqueles envolvidos num plástico, e mole que nem cola de pipa! Um leecho! Mas a localização do hotel continua sendo 10. Dá pra fazer muita coisa a pé!

Tomamos o café e umas 8:30 saímos para comprar os passes do city tour; 20 euros por pessoa. Compramos na recepção do hotel mesmo. Depois, tivemos que andar um pouco para irmos até o ponto de partida do ônibus, e foi assim que descobrimos que a estação de trem é a um pulo do hotel (mais do que imaginávamos), e que fomos mesmo roubadas pelo safado daquele motorista. Agora, a Inez é morta! Pegamos o ônibus e fomos para o segundo andar. A manhã passou quase toda nublada, e algumas vezes chuviscava bem fraquinho.

Fizemos um tour completo, sem descermos do ônibus, só mesmo para ver onde as coisas eram. Ouvíamos a narrativa dos lugarem em inglês, mas eu mesma não consegui entender muita coisa. Passamos pelos principais pontos turísticos da cidade, e mais ou menos uma hora depois, voltávamos ao ponto inicial. Esperamos 20 minutos e saímos novamente. Desta vez, desceríamos no Coliseu, porque Gabi queria ir lá. Quando passamos em frente ao Coliseu, faltando pouco para a parada, avistei um restaurantezinho super legal, que tinha um segundo andar todo aberto, mas que estava protegido com toldos de plástico transparente. Parecia super aconchegante. E mais adiante, paramos e descemos. Foi só descer, que começou a chuviscar. Pegamos nossos guarda-chuvas e tiramos algumas fotos, e a fila para entrar no Coliseu estava monstruosa.

coliseu2

Eu tinha lido no Blog Tô Indo pra Itália, que quem compra o Roma Pass, que é um passe que dá direito a utilização de ônibus e metrôs, tem direito também à entrada em dois monumentos da cidade. Então, quem tem o Roma Pass, passa direto da fila. Nós não compramos, então teríamos que enfrentar a fila, mesmo.

Como estava chuviscando e a fila estava monstruosa, resolvemos ir naquele restaurantezinho que eu tinha avistado (Royal Café), porque já era meio-dia, e a galera queria fazer um xixizinho básico. Fomos lá e foi super gostoso! Pedimos um vinho, com bruschetas de entrada, e ficamos olhando o movimento. Lugar suuuuper aconchegante!

Royal Coliseu

Fomos as primeiras a ocupar o segundo andar. O povo todo se aglomerava no andar de baixo. Será que não viram que legal era em cima?? 

Pedimos nossos pratos e comemos. Estava delicioso o meu penne com salmão. E como a sobremesa não vinha nunca, pedimos a conta, pagamos e saímos. Já não chovia mais, e o sol ensaiava sair. Estava bastante frio, e coloquei meu gorro de unicórnio, como a Gabi, e fomos lá pra fila do Coliseu, que já tinha diminuído bem. Enquanto eu estava procurando pela Gabi, que tinha sumido para tirar fotos, três moças pediram para tirar minha foto (por causa do unicórnio), huahuauhauhhauuha. Eu tirei o gorro e entreguei para elas, que fizeram a festa com fotografias.

Depois, enfrentamos uns bons 30 minutos de fila, até chegarmos na bilheteria e finalmente comprar nossos ingressos, acompanhados das risadas das “bilheteiras”, por causa dos nossos gorros.

Entramos e demos muitos rolés pelo Coliseu. Tinha gente a balde, nossa mãe!

coliseu

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Gabi, pra variar, sumiu novamente. Eu ainda conseguia localizá-la às vezes, por causa do gorro, mas tinha hora que mesmo com gorro eu não achava a danada. Continuei andando com a Luciana, e no segundo andar, tinha um minúsculo museu do Coliseu, com algumas peças arqueológicas e maquetes de como era o Coliseu na época dos gladiadores. Por falar em gladiadores, na frente do Coliseu tem uns caras vestidos de gladiadores, que obviamente cobram para que as pessoas tirem fotos com eles. Não sei quanto custa, mas foi uma ideia bem legal a deles. Deve dar pra tirar uns trocados…

Enfim, fomos embora. Íamos passar no Vaticano, mas desistimos, porque, segundo a Luciana, o Papa aparece para o público às quartas-feiras, então, como ela quer ir lá na quarta, deixamos pra ver tudo na quarta mesmo. O próximo ponto, então, seria a Fontana de Trevi.

Pegamos, coincidentemente, o mesmo ônibus com que fomos para o Coliseu (são vários que circulam pela cidade). Subimos e tornamos a ver tudo o que já tínhamos visto antes. Mas o que eu mais gostava de ver durante o passeio eram os Smarts, os carrinhos lindinhos que povoam meus sonhos. São os carrinhos “abusados”. UM DIA AINDA VOU TER UM!!!!

smart2

Chegamos ao ponto 8, que era o da Fontana di Trevi, e descemos. Com o mapa em mãos, fomos andando até a fonte. Estava tão cheio, mas tão cheio, que foi difícil até tirar fotos decentes. Sem brincadeira, devia ter umas 600 pessoas lá!

Fontana

Dentro da fonte, milhares de moedas. Todo mundo fica de costas para a fonte, joga uma moeda e faz um pedido. Eu fiz isso há 30 anos atrás, e lembro que eu pedi para ser uma pessoa feliz. E consegui! Mas desta vez, não fiz nenhum pedido, mas Luciana, sim. Ficou meia hora fazendo selfies, como sempre, e tendo perdido a paciência de esperar pelos selfies que não acabam nunca, eu e Gabi fomos na disputada sorveteria que tem numa ruazinha ao lado. Nos perdemos dela, e por um momento até fiquei meio feliz, huauhhauhuhua, mas ela mandou umas mensagens pelo WhatsApp, e acabamos nos encontramos no hard Rock, onde eu iria para comprar mais camisetas (o mesmo modelo de novo – comprei 3 iguais, de cidades diferentes, porque não tinha do meu tamanho P, de Paquiderme, nos outros modelos).

Meus pés doíam por causa da bendita bota. Acabei trocando de sapato com Gabi, que estava usando os Crocs dela. E voltando para o hotel, resolvemos passar no mesmo Bistrô que passamos ontem, o Oratorio. Comi umas bruschetas, com Coca Light e viemos para o hotel.

Oratorio

Trio de bruschettas

Trio de bruschettas

Temos que dormir cedo porque amanhã temos que pegar o trem às 7:35 da manhã, para Nápoles, de onde pegaremos um barco até Capri, uma ilha linda na costa Amalfitana. Infelizmente, vou chegar morta amanhã, e acredito que não conseguirei postar nada amanhã mesmo. Então, se eu sumir, é porque cheguei morta com farofa dormida!

Então é isso, meninas, vou essa que tenho que dormir.

Beijinhos e todas.

Adri =D

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Sobre Adri Portas

Tradutora, Blogueira e Filósofa (da vida)
Esta entrada foi publicada em Viagem. ligação permanente.

3 respostas a Dia 8 – Um Tour por Roma

  1. daisygaray diz:

    Vocês devia seguir o exemplo dos gladiadores, e cobrar uns trocos para tirar fotos com a touca de unicórnio! É muito lindo e todas estão secas de inveja!
    Beijos

  2. Dri acompanhando você na sua viagem, super legal.
    Beijis

  3. jubaoli23 diz:

    o chapéu de unicórnio é uma gracinha *-* amei!! uashuash
    o Coliseu e a fonte são lindos *-*

    bom descanso, Adri
    bjoos

Obrigada pela visita e pelo seu comentário!!! <3

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