Dia 5 – EPCOT

Walt

Bom dia meninas!!!

Acordei hoje cedo, depois de dormir muito. Atualizei o post de ontem, incluindo umas fotos e descrevendo o final do dia. Estou olhando pro estado crítico das minhas unhas. Unhas de pedreiro, descreve bem a situação. É tanta pelanca que dá vontade de sair correndo. O ar aqui é bem seco, e não só a pele fica ressecada como os lábios também. Um horror!

Agora, banho e EPCOT, aproveitando que o sol saiu, finalmente! 22 graus em Orlando! Mas antes, de sairmos, o café da manhã será a sobremesa de ontem. Nunca fui muito fã de comer doce de manhã, mas como estou com medinho da torta azedar, estando fora da geladeira, optamos por comê-la de café da manhã.

Beijos em todas, e até o update mais tarde ou amanhã.

Adri =D

**** UPDATE ****

Nos arrumamos, pegamos nosso Waze e partimos para a EPCOT. Com o Waze realmente é super fácil andar por tudo aqui. Me sinto como se morasse aqui, heheheh.

Chegamos lá por volta das 11 da manhã. Pagamos 15 dólares pelo estacionamento, e por sorte paramos bem pertinho da entrada. Lá não dá para parar o carro em qualquer lugar. Todos os carros vêm em fila, e param sempre na mesma fila, um ao lado do outro, um após o outro, em sequência, até a fila encher, quando então, se passa para a próxima fila (organizações que o brazeeel nunca conseguirá ter).

Nossos ingressos compramos pela Orlando Tickets Online, como fiz da primeira e segunda vez que vim. O pessoal é braseeeleiro, e muito confiável (apesar disso). O ingresso que eles vendem é num cartãozinho impresso em papel grosso, e para esse tipo de ingresso, é preciso um registro especial na entrada do parque (um cara com uma maquineta valida o cartão para acesso), e logo depois de entrar, é preciso ir ao GUEST RELATIONS para pegar um cartão de PVC para que a gente possa usar no Fast Pass, que é um sistema onde é marcado um intervalo de horário para seu uso da atração. Sem o cartão de PVC não é possível usar o Fast Pass, que é um sistema onde você “fura fila” nas atrações, podendo fazer outras coisas enquanto espera a hora de entrar na atração. Se seu ingresso for para vários dias, com o cartão de PVC você não precisa mais na tal maquineta para entrar nos próximos parques. Para entrar, basta encostar o cartão no leitor, colocar o dedinho para leitura da digital, e pronto; entrada garantida e rápida. Vale lembrar que as bolsas de todo mundo são revistadas antes de passar pelo leitor do ingresso. Não sei se é verdade, mas eu ouvi dizer que não está podendo levar comida dentro da bolsa. Mas como não levamos, não posso confirmar isso.

O Fast Pass só é válido para os parques da Disney. Na Universal e Island of Adventure, o sistema é diferente. Não sei como é, mas tenho bastante convicção de que o acesso facilitado é pago, como é nos parques Six Flags (que é um preço absurdo, por sinal).

Quem fica nos resorts da Disney recebe uma pulseirinha eletrônica, que dá acesso imediato aos parques e às atrações (sem necessidade de filas ou Fast Pass), bastando só fazer a leitura das suas informações, encostando a pulseirinha num leitor eletrônico. Pelo que eu entendi, tudo o que você comprar dentro dos parques pode ser incluído na fatura do resort, quando fizer check-out, não precisando se preocupar em pagar nas lojas com cartão ou dinheiro. Esse sistema não existia quando vim aqui das outras vezes. Achei muito interessante.

Enfim, entramos, e enquanto Gabi tirava as fotos (agora, ela é a fotógrafa oficial das viagens), eu ia no Guest Relations pegar os cartões de PVC.

Epcot

A vantagem de termos linhas pré-pagas americanas é ótimo, porque podemos falar uma com a outra a qualquer momento, sem nos preocupar com o absurdo da conta telefônica, como era quando usávamos a linha braseeeleira aqui. Nosso plano da T-Mobile custa 3 dólares por dia, por pessoa, com ligações, SMS e internet ilimitados. Show!!! Mas mesmo assim, caso você não tenha uma linha americana pré-paga, uma coisa que achei super legal, e que também não tinha quando vim das outras vezes é a internet GRÁTIS (!!!) por todo o parque (DISNEY GUEST, na lista de wi-fi). Sendo assim, qualquer aplicativo como o WhatsApp funciona bem. Em alguns lugares não tem sinal de telefone, mas incrivelmente tem o wi-fi.

Assim que nos reencontramos, fomos direto pegar o Fast Pass do Soarin’, que é a melhor atração da EPCOT, na minha opinião. Era 11 horas e uns quebradinhos, e nosso passe foi marcado entre 15:55 e 16:50, seriam 5 horas de espera. Fiquei imaginando que acabaríamos tendo que sentar num boteco e embromar para fazer o tempo passar até chegar a hora, mas, ledo engano.

Com o fast pass em mãos, fizemos dois pit stops, um para tirar foto com duas celebridades…

Epcot

…e outra na Starbucks, porque desde que cheguei nos States não tinha tomado ainda um cappuccino.

Depois, entramos na loja Mouse Gear, que vende souvenirs. A loja é imensa, e tem tanta coisa que dá vontade de levar tudo. Imagine quem tem criança!

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Canecólatras, ficamos loucas com as canecas. Sempre acabamos levando mais canecas pra casa… Comprei a vermelha de bolinhas, da Minnie (foto acima), que vem com uma colher de louça (observem, enfiada na asa da caneca). Mas deixamos pra comprar quando saíssemos do parque, para não carregarmos peso.

Depois, fomos para o Test Track, que é um simulador de testes da Chevrolet. Você entra num carro, e “seu carro” é submetido a vários testes, como o de frenagem e velocidade. Eu, heroicamente, consegui gravar o trecho em que o carro vai a 300 km por hora, me borrando de medo do telefone (ou eu) ser cuspido fora do carro, porque o trem corre!!! A imagem ficou fora de foco, e em alguns momentos meu dedo ficou na frente da lente, mas dá pra vocês terem uma ideia de como é a coisa, mesmo que não tenha ficado perfeito.

É bem legal. E o que gostei mais foi que agora (diferente das outras vezes que vim) eles dão a opção de SINGLE RIDER, que é uma fila em que você entra para fugir da longa espera da fila normal, já que o acesso é muito mais rápido. Mas se você estiver com outra pessoa, acabarão sendo separados lá nos carros. Mas pelo que vi, há grandes chances de irem juntos, porque o pessoalzinho que estava comigo no meu carro era da mesma família, embora eu tenha sido separada da Gabi. Não se pode reclamar dessa separação, se você estiver na fila SINGLE RIDER.

Saindo dali, entramos logo na ala dos pavilhões dos países. Há outras atrações no parque, como o simulador de astronauta (esqueci o nome), mas que eu lembro bem que não curti nadinha quando fui numa outra vez que vim, porque é radical demais pro meu gosto. Tem também o passeio por dentro da bola (na primeira foto lá em cima), onde você entra num carrinho e vai passando por cenários que mostram a evolução da comunicação desde a época do homem das cavernas até hoje (patrocinado pela Siemens), bem legal, para quem nunca viu. É uma atração bastante disputada, também.

Enfim, seguimos para os pavilhões, e entramos no templo do México, que tem um pátio interno cheio de quiosques que vendem produtos típicos do México. Lá, sentamos para almoçar no San Angel Inn, que é um restaurante suuuuuper aconchegante, com uma comida bem gostosa. O ambiente é escurinho e romântico, à luz de lamparina, e a atmosfera é mais do que super gostosa; perfeita para casais apaixonados (inclusive tinha um casalzinho de gays franceses do nosso lado, bastante simpáticos).

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Epcot

Foi lá que descobri que a salada Caesar foi criada no México (a receita original não tem frango), você sabia? Não podia faltar uma deliciosa margueritta! Todos os pavilhões têm atrações, restaurantes ou alguma loja relacionada a comida e lojas com produtos típicos do país em questão. Eu não resisti a um peixinho de cerâmica com pintura tradicional do México (ainda mais porque tem glitter – que não aparece na foto). Vou quardar meus anéis nele.

Epcot

E, com a pancinha devidamente cheia, fomos caminhar pelos outros pavilhões, sempre entrando nas lojinhas para ver as quinquilharias.

Não lembro a ordem dos pavilhões, mas vou colocar a foto assim mesmo.

Epcot

Alemanha

Vejam os cookies de chocolate sendo cobertos com caramelo, no pavilhão da Alemanha, hmmmm…

Por causa dessa visão acabei comprando um cookie pra experimentar. Delicioso e macio! O cookie em si praticamente não tem açúcar, e tem gotas de chocolate. É de chocolate amargo. O doce e o sabor do caramelo dão o toque especial.

Epcot

Noruega

Epcot

Marrocos

Epcot

Japão

Epcot

Inglaterra

Epcot

Canadá

Epcot

China

Epcot

Itália

Faltou ainda foto nos pavilhões da África, EUA e França, mas a fotógrafa desaparecia o tempo todo, tirando fotos por todo lado (e por sinal, fotos belíssimas – a faculdade está servindo pra alguma coisa, ehhehehe).

E não podia faltar uma foto da minha criança com suas “ídalas”…

Epcot

Belle, do filme A Bela e a FeraEpcot

Branca de Neve

Uma coisa que achei muuuuuuuuito legal foi ver a empolgação de uma menininha de seus quase dois anos, quando viu a Bela. A garotinha, loirinha, de maria-chiquinha, e bem pequenininha, tinha os olhos grandes e azuis vidrados e se movia inquietamente ao ver a personagem. Na vez dela, ela deu um abraço tão gostoso na Bela que eu quase chorei de emoção. Dava pra ver o quanto ela acreditava ser a Bela de verdade. E na hora de ir embora, ela sentou no carrinho que o pai empurrava, e os olhos tristes não desgrudavam da personagem. Foi realmente uma cena comovente.

Quando chegamos no pavilhão da França, tomamos um sorvete de caramelo salgado, mas lamentavelmente nem chegou perto do que tomei em Santa Mônica em 2011 (alguém aí lembra disso?). Olhamos para o relógio, e já passava das 16 horas. Precisávamos correr para poder ir ao Soarin’, senão perderíamos nossa vez.

Como já conhecemos tudo na EPCOT, “bypassamos” a Inglaterra e Canadá, e nos mandamos pro Soarin’. É realmente a melhor atração da EPCOT. É um simulador de asa delta, em que os assentos em que sentamos são suspensos no ar e assistimos a vídeos filmados em várias partes dos Estados Unidos, em uma gigantesca tela côncava, de 360 graus. Para a experiência se tornar mais realística, para a gente realmente ter a sensação de que está voando numa asa delta, sopra um vento em você, e o assento se move e dá solavancos, dando realmente a impressão de que a asa delta está subindo e descendo, ou fazendo curvas. E ainda, quando se passa pelos laranjais, vem um cheirinho de laranja fantástico, e nas montanhas com pinheiros, vem cheiro de ciprestes (que estava muito fraquinho desta vez…). Quando se dá um rasante sobre as ondas do mar, a sensação que temos é que vamos molhar os nossos pés, e não é difícil você levantar os pés para não molhar, heheheh. Show, show, show (mas o simulador de vassoura do Harry Potter dá de 10!).

E depois do Soarin’, fomos pra lojinha comprar minha caneca e fomos embora. Queríamos passar no Whole Foods Market, que eu tinha visto no dia em que fomos no Walmart, e fiquei com vontade de visitar. Bem legal, por sinal.

Lá no Whole Foods acabamos comprando nosso jantar, pois lá vende comidas quentes e frias a peso, e bem apetitosas. O mercado em si é show. Vende só produtos orgânicos, naturebas, etc.

Whole Food Market

Saindo de lá, Gabi teimou que queria comprar uma capa pro celular dela, porque ela já estreou um tombo. Mas nossa tentativa foi frustrada, porque o Walmart em que fomos era mini-mercado e não vendia eletrônicos nem acessórios. Sei que no final das contas acabamos nos metendo numa roubada, porque nos enfiamos numa via com pedágio, onde não tem atendente; só podia passar com passe ou com moedas no valor certo. E como já era tarde, fiz uma “brasileirada”, passei por cima do canteiro e fui pra outra pista, de saída do pedágio, para não ter que passar por ele, já que eu não sabia se tinha a quantidade certinha de moedas pra pagar. Já era tarde, e as vias estavam muito escuras. Não queria me embrenhar por lugares que não fossem próximos ao hotel. Depois desse episódio, pedi para a Gabi catar no Waze a opção de não ir mais por vias com pedágio (mais um ponto para o Waze!)

Voltamos e, traumatizada com as experiências do dia (inclusive uma amassadinha básica no carro porque atropelei um carrinho de supermercado vazio que estava no estacionamento – adeus reembolso do depósito de garantia de 200 dólares na locadora…), tomamos banho, jantamos e caímos na cama.

Então, esse foi o nosso dia 5.

Beijim a todas.

Adri =/

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Sobre Adri Portas

Tradutora, Blogueira e Filósofa (da vida)
Esta entrada foi publicada em Viagem. ligação permanente.

Uma resposta a Dia 5 – EPCOT

  1. jubaoli23 diz:

    deve ser o máximo conhecer o mundo em um único lugar^^

Obrigada pela visita e pelo seu comentário!!! <3

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