“Amo” verde, rsrsrsrsrs, mas eu achei esse tão diferentinho, por ser um duo com um tipo de bege, que eu acabei ficando na dúvida entre ele, o PHAZERS ON STUNNING, da Misa, e o Irene da Zoya. Na dúvida, peguei os dois, hehehehhe, lá no encontrinho da KK em Sampa.
Ele é aguinha pura com o pigmento duocromático. Eu, aqui, fiz reloginho dele puro, em duas camadas. Achei meio xoxo. Acho que ele em cima de outra cor deve ficar mais tchan!
Achei que ficou meio apagadinho, apesar de que ele fica bem verde, dependendo da incidência da luz.
Na foto acima, vocês poderão ver que ele muda de verde para um tipo de bege. É uma combinação bastante interessante. É realmente uma pena que o fato de ele não ter uma cor forte de fundo, como um preto, ou até mesmo um verde, possa ter nos impedido de ver uma beleza maior desse esmalte, já que eu achei que ficou meio transparentinho. Talvez, se tivesse passado mais camadas ficasse show.
Agora preciso usar o Irene, da Zoya, para ver como fica. Eu achei que ele não fica duo como o Phazers não. Vamos ver quando chegar sua vez.
E hoje tem seção BF. Mãezinha, me perdoe, mas não tenho como não contar esse “causo”.
Hoje fomos ao centro da cidade fazer algumas coisas. Nossas calçadas maravilhosas, vocês sabem como é. Aqui, na cidade do petróleo, os royalties da exploração do ouro negro parecem ir para qualquer outro lugar, menos para a infraestrutura da cidade.
Estávamos caminhando, mamis com Gabi, que acompanhava mamis, e eu na frente. De repente Gabi disse que ia entrar em uma galeria, rapidinho, e que era para nós seguirmos em frente, porque ela nos encontraria no restaurante em que iríamos almoçar, que ficava uns 20 metros à frente. Nisso, continuei andando na frente, e mamis atrás de mim. Tudo aconteceu em uma fração de segundos. Da forma que eu contarei aqui, vai parecer que eu sou a pior filha do mundo, mas em minha defesa, afirmo que não houve tempo suficiente para raciocínio e ação rápidos.
Após Gabi se desgarrar do grupo, eu dei uns 3 passos e me deparei com uma rampa curtinha e íngreme, que formava um desnível na calçada. A “rampa”, se é que podemos chamar assim, tinha no máximo 15 cm de extensão, com uns quase 45 graus de inclinação. Era alguma coisa assim:
Eu, não tendo visto o tal desnível, quase que caí, mas com bastante desenvoltura, consegui descer sem que ninguém percebesse que eu não tinha visto o desnível. Nesse mesmo segundo, eu pensei: Ferrou!!!! Mamis não vai ver isso também! … CAPOFT!
Gentem, eu virei rapidamente na tentativa frustrada de avisar à minha mãe sobre a rampa, mas foi tarde demais; ela já vinha “cheia de vontade”… Segurei o braço dela na tentativa de ajudá-la a se equilibrar, mas foi inútil. Ela caiu doucement (suavemente)! Eu não suportei o peso e já ia caindo por cima dela, então deixei-a cair, hahahahahahahaha. Ela na hora sentiu o tornozelo, e ficou lá estatelada na chón. Eu peguei no braço dela e tentei levantá-la, mas com a dor que ela estava sentindo no tornozelo, nem se mexeu. Nisso vieram duas mulheres e um rapaz, que prontamente me ajudou (só o rapaz) a levantá-la – as mulheres vieram dar apoio moral. Agradeci ao rapaz e sentei mamis numa muretinha até que ela se recompusesse. Levantamos e seguimos para o restaurante, onde ela poderia sentar e descansar melhor. Nisso Gabi vem e nos encontra no meio do caminho, e começou a falar sobre o que tinha visto, ao que não demos atenção, e ela então viu a avó mancando e perguntou o que tinha havido. Eu então falei que a avó tinha se esborrachado no chão porque ela a abandonou, uhahuahuhauhuahuauhauha Eu adoro jogar caquinha no ventilador!
Sentamos finalmente no restaurante, e ao contar para a Gabi o que tinha acontecido, eu e mamis caímos na gargalhada (morram sendo minhas amigas, heim! heheheheh). Gente, vocês já viram alguém cair em câmera lenta? uhauhahuahuauhahuhuahua Foi assim que ela caiu. Ela não tomou aqueles tombos de fazer barulho e se ralar toda não. Parecia até uma bola de algodão caindo, de tão suavemente que foi a queda, e olhem que ela tem quase o meu peso (ou seja, é pesada! huauhauhauhauh). Talvez tenha sido devagar a queda porque eu segurei o braço dela, sei lá. Não conseguimos entender não. Até ela achou que caiu “macio”. Imaginem uma lixeira de plástico dessas altas tombando com o vento. Foi mais ou menos assim. foi caindo devagariiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiinho. uhauhahuhuahuauhauha
Chegamos em casa e passamos Tiger Balm no tornozelo dela, para ver se melhorava e tomou um Tylenol com relaxante muscular. Ela está bem, ainda sentindo um pouco o tornozelo. Mas vai ficar bem. Continuaremos passando o Tiger, que eu havia comprado nos Estados Unidos, por recomendação de uma colega japonesa, fisioterapeuta, e não tinha ainda tido a oportunidade de usar. Agora é a hora de saber se o troço é mesmo bom ou não.
E amanhã a familia se reúne novamente. Meu irmão, que é piloto e instrutor de helicóptero numa empresa de taxi aéreo, vem trabalhar na próxima quinzena na minha cidade, e ele ficará aqui em casa amanhã. Mamis está com desejo de comer uma massa com filé num restaurante sophistiqué daqui, e não podemos contrariar a doentinha, heheheheh. Essa é a melhor massa que já comi na vida! E olhe que eu adoro massa e já comi em todo tipo de lugar. É sim, the best! Vou fotar para mostrar para vocês! Minhas papilas gustativas (desta vez acertei!!!!!) aplaudem!
Bjokas
Adri =)))







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