Estão dispostinhas a ler bastante hoje (de novo)? Então peguem o tradicional cafezinho e sentem para mais um livro.
Aloprei e arranquei o esmalte das unhas. Resolvi fazer uma sessão de terapia intensiva com Vita Surge. Apesar de minhas unhas estarem IRC, meu humor está melhorzinho. Quer dizer…. já que toquei no assunto, vou começar esse post de hoje pelas BOBEIRINHAS FAMILIARES.
Eu quase cometi um papagaiocídio hoje. A peste da galinha verde comeu a borda da minha piscina de “prástico”. A borda da piscina fica cheia de ar, e basicamente é esse anel de ar que sustenta a piscina cheia de água. Esse desgramado, que não tem o que fazer, além de assediar o pobre do Quindim (para quem ainda não conhece, um dos nossos porquinhos-da-índia) atrás do botijão de gás (essa é outra história), resolveu degustar a borda da piscina, e o resultado é que o ar do anel vazou todinho, e era uma vez a piscina. Até tentamos remendar, mas ficou uma porcaria. O buraco que ele fez era tão grande que não teve jeito. Fiquei com tanta raiva que terminei de rasgar a titica da borda da piscina, num ato de rebeldia. Gabi só ficou em pé – de longe, porque ela não é boba – rindo do meu rompante de fúria. Quase enfiei a coisa verde emplumada dentro da piscina, pra afogar o desgramado! É claro que eu falo, falo, mas só dei uns gritos com ele. Ele enfiou a violinha no saco e agora nem chega perto de mim. Geralmente ele é um chiclepato (mistura de chiclete com carrapato); não pode me ver que vem ao meu encontro, sobe no meu pé e fica “pocando” pra eu colocar ele no meu ombro.
Voltando à piscina, a nossa sorte é que encontrei a mesma piscina ano passado em uma super liquidação, e eu, #aneuróticadasliquidações, comprei para uma eventualidade, já que estava quase a metade do preço que paguei na que foi detonada. Só que agora tenho que ficar de olho e deixar sempre a porta da cozinha fechada pra esse um não comer a piscina nova também.
Por falar em porta da cozinha, esse retardado emplumado ontem à noite foi porta afora pra trás dos butijões de gás, que ficam numa casinha do lado de fora da cozinha, assediar o Quindim, que ficou com cara de paisagem olhando pra ele, talvez pensando: “Será que ele pensa que sou uma papagaia com pelos?” A “galinha verde”, completamente “horny”, ficava fazendo os tradicionais ruídos esquisitos, que muitas aqui já conhecem, e o Quindim, retardado, ao invés de rapar fora, ficou congelado olhando pra cara do seu algoz, que esticava a perna e pegava na cara do porco, meio querendo subir nele, uhauhauhauhauhahu. Nós três (eu, Gabi e minha mãe), ficamos do lado achando graça, atônitas com a cena que víamos, sem acreditar. Até o Kiwi e o Zip ficaram “na portinha”, curiosos pra saber o que rolava dentro da “casinha”. Ou estavam preocupados, querendo salvar o amigo, ou estavam fazendo fila para serem os próximos! huahuahuahuahuauhauh Foi super engraçado ver a cara dos “voyeurs”, espantados. Na casinha do gás, fica um botijão de cada lado, com um vão no meio, que chamamos de “porta”. Os porquinhos costumam dormir atrás dos botijões, e, sabendo disso, a ave foi lá jogar um charme no Quindim pra ver se colava… aff!
Já que estou na seção BF, vou concluí-la.
Falta só mais um dia para terminar esse ano, que foi, pra mim, de muitas decisões importantes na minha vida. Saber o que vai rolar no próximo ano é sempre uma incógnita. A primeira coisa que penso é: “será que vou conseguir chegar ao fim do próximo ano?”. Sabe como é, para morrer, basta estar vivo. Nada mais normal do que pensar algo assim, já que caí na farra do sedentarismo, e fico sentada na mesma cadeira praticamente 10 horas por dia. Falei com Gabi que a coisa está tão feia que se eu for pra Nova York de novo não vou aguentar o tranco, porque lá tem que ter muita perna pra andar. Teria que me preparar pelo menos uns 4 meses antes, caminhando dia sim, dia não. Como este ano a prioridade é pintar minha casa, não vou pensar em viagem tão cedo, já que pra pintar esse monstro eu gasto uma viagem pra NY. Então, pra matar a vontade, olho as fotos das minhas idas pra lá e lembro dos bons tempos que passei por lá. Mas a próxima viagem já tem destino certo. Vou pra Orlando, porque estou DOIDA pra conhecer o parque do Harry Potter. Riam, mas eu sou louca pela Disney! Ah, e eu faço qualquer coisa pra voltar no WalMart americano. Em Manhattan não tem WalMart, chuif, chuif.
Por falar em bons tempos, hoje eu fiz uma coisa que havia muuuuuuuuuuitos anos que eu não fazia: comi tapioca! GENTEM comi de rolar. Lembro que quando eu era garotcheenha minha avó, que era do Ceará, fazia tapioca pra mim com côco e manteiga. Eu comia de me fartar.
Há uns aninhos atrás, quando eu estava na faculdade aqui na minha cidade, tinha uma barracona de tapioca na porta, que ficava sempre cheia no intervalo. Lembro de ter achado engraçado ter uma barraca de tapioca aqui, tão longe do Nordeste. Foi nessa barraca que eu vi tapioca recheada com queijo, presunto, e outras coisas. Mas eu nunca comi nada lá, porque não botei muita fé nessas inovações culinárias. Eu, que só tinha lembrança da tapioca tradicional da minha avó, com côco e manteiga somente, achei estranho o acréscimo de outros ingredientes.
Algumas de vocês vão se lembrar que este ano eu fui a Natal, e lá no hotel em que fiquei eles serviam tapioca no café da manhã. Como eu estava no Nordeste, eu resolvi matar a saudade da tapioca Nordestina, e pedi uma pra mim. Ao pedir a minha, eu percebi que eles também estavam fazendo tapioca com sabores, e foi então que o “preconceito culinário” foi deixado de lado. “Se na terra da tapioca eles estão fazendo com queijo (coalho), eu vou provar esse trem!”, pensei. E adoray!
Hoje estava eu fazendo meu hortifrutizinho, quando dei de cara com um pacote de goma de tapioca pronta para fazer. Gentem, melhor que isso, só encontrando a tapioca pronta e quentinha na minha frente. Tratei de jogar um saquinho no carrinho, pra experimentar, mas não deixei de comprar o queijo coalho e o côco, claro. ME ACABAY! Comi tanta tapioca que não aguentei comer a terceira toda. Guardei no micro-ondas, e espero que ela sobreviva à Gabi.
Essa experiência da tapioca me fez reviver o passado, e, agora, enquanto escrevo esse novo livro, estou ouvindo uma música tão velha que acho que eu engatinhava quando ouvi pela primeira vez (SHE MADE ME CRY – PHOLHAS), alguém lembra disso????? Day eu sei que lembra!!!! Me diz aê, Day, te traz boas lembranças?
Bem, meninas, sei que algumas já devem ter até dormido e babado no teclado tentando ler esse post de hoje. Esmalte que é bom…Desculpem pela “escrevinhação”, mas sabe como é, quando eu pego no tranco nas bobeirinhas familiares, sai de baixo. Espero que não se importem, huahuauhahuahuahuahua.
Chega de falatório! Vamos ao reloginho de hoje, o EXPRESSIONIST RED, da Finger PANTS, como diz a Day.
Já dei uma prévia desse esmalte no post de ontem. Então nem tenho muito mais o que falar mais dele. Ele é um vermelho vivo normal, sem nada de excepcional, a não ser o vidrinho charmosíssimo.
Em gente cor de vela como eu, esse esmalte fica bem chegay. Nessa foto de cima é que eu estou vendo, gentem, como EU TÔ BRANCA!!!!!!!!!!!!!!!! Bem… antes branca do que bronzeadinha e cheia de manchas de sol. Isso eu não tenho não!
Pois bem, meninas. É isso aí. Eu tô num ritmo tão marcha lenta de fim de ano, que o trabalho, ó! Por falar em fim de ano, a nossa heroína, Dory, está indo amanhã para Boi nos Ares. No ritmo aéreo que anda o país, corre o risco da nossa amiga cear uma barrinha de cereal no avião, com sorte. DORY, MINHA FILHA, LEMBRA DOS POBRES LÁ, TÁ BOM? Quando você entrar na FarmaCity, veja, com amor e carinho, se você vai encontrar alguma coisinha interessante pra Drizinha aqui, tá bom? Boa sorte viagem, vão com Deus e divirtam-se bastante. Coma aquele “lomito” maravilhoso por mim! Não esquece de entrar na Havana e trazer umas 20 caixas de alfajor de sabores variados, tá bom? huahuahuahuahuahuahuauh
Ahhhhhhhhh, gente, eu esqueci de mostrar uma coisa pra vocês! Olhem que legal que eu achei na internet pra vender (no exterior, claro!!!!).
Não é um rolo de papel higiênico para gente “pão dura” (alguém pode achar que ele é picotado em quadradinhos para uso único – uma passada só – huauhahuahuahuahua), é um rolo de pads para remover esmalte. Deve ser ótimo pra tirar esmalte com glitter usando o Expert Touch que a KK vende, já que algodão agarra de montão em esmalte com glitter. Se visse isso, certamente compraria. O que acharam?
Bem, vou tomar uma vergonha na cara aqui e trabalhar um cadim.
Jocas pra “vo6” !!!
Adri =)))






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