Bom dia, amigas! Semana passada recebi a nova coleção da Nati, FAZ DE CONTA.

Ela é composta por 5 esmaltes de cores, erm… comuns, que não me impressionaram muito por ser tão mais do mesmo, mas o que importava mesmo era a qualidade.
Como a coleção passada, esta tem pincel flat e perfume na fórmula. Gostaria de ratificar que eu sempre odiei perfumes de esmaltes, mas este, incrivelmente, até que curti. Ele só fica forte mesmo nas primeiras horas, mas no dia seguinte quase não sentimos nada.
Eu ia postar a coleção inteira, mas eu tive um pequeno probleminha, que culminou no sacrifício das minhas unhas; eu as cortei. Sinto muito, mas infelizmente esse comportamento insano e inexplicável me traz algum alívio. Freud deve explicar. Por conta disto, eu só consegui fazer fotos de dois dos esmaltes da coleção (antes do fatídico episódio). Então, vou postar um a um, conforme for conseguindo.
O primeiro dos esmaltes que experimentei foi o que me chamou atenção por causa do sutil shimmer perolado: VARINHA DE CONDÃO.


*** ESTE ESMALTE NÃO É TOXI-FREE ***
O Varinha de Condão é um nude que pra mim ficou nude de verdade. Nas fotos ele até que se destacou da cor da minha pele, mas olhando a meio metro de distância, nem parece que estou usando esmalte. Perfeito para as discretinhas que não gostam de cores chegay nas unhas (e que têm pele clara como a minha, óbvio).
Quando dei a primeira pincelada eu olhei atravessado. Achei que ia ter que rolar ao menos três camadas (fui econômica na primeira), mas caprichei um tico mais na segunda, e cobriu à perfeição.
Tem secagem em tempo satisfatório, fluidez perfeita e brilho muito bom. Achei um discreto chique!
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Quanto a mim, estou bem de saúde, mas sem rumo; não só pela decepção que tive, mas por um conjunto de coisas ruins que têm acontecido e que parecem não ter fim. Não sei por quanto tempo terei forças pra suportar tanta amargura. Me sinto como se estivesse agarrada aos galhos frágeis de uma árvore no meio de um furacão, tentando não ser arrastada pela ventania.
É a terceira vez que me sinto assim na vida, e como as 3 situações são parecidas e no passado eu consegui ter horizonte, não posso me sentir sem um desta vez. Nas 3 situações só me agarrei em uma coisa principal: Deus. A segunda coisa que me segura firme nos galhos da árvore é a pessoa que mais amo na minha vida: minha filha. Até acredito que se não fosse ela em minha vida, eu talvez já não estivesse por aqui.
A sensação de fim é horrível. Eu consigo sentir exatamente o que sente alguém que não quer mais viver. A diferença é que eu não dou fim à minha vida. Há algo mais forte do que eu, que me mantém determinada a acreditar que tudo ficará lindo depois do furacão. O que mais me segura, é lembrar que na primeira vez em que senti isso, eu acreditava que era o fim da minha vida, e mesmo tendo ficado inerte na cama, olhando pro teto durante 5 dias, sem comer, a nuvem da tempestade se dissipou e um lindo sol brilhou no horizonte. Não foi um processo rápido, mas me senti carregada no colo por Deus durante a transição entre o fim e o recomeço. E tudo ficou tão bem… É essa lembrança que me segura firme, e essa lembrança se chama FÉ EM DEUS.
Boa semana pra vocês.
Beijos.
Adri 😦
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