Ninas, finalmente eu trouxe pra vocês o swatch que todas (pelo menos eu) tanto esperavam: o Ruby Slipper da Del Sol. Até então eu só tinha mostrado ele mudando de cor no vidro. Agora ele está nas unhas!
Eu havia comprado havia um tempinho um prata discretinho da Hits, o 352, e sempre tive vontade de usá-lo. Quando comprei o Ruby Slipper, não conseguia pensar em outro esmalte para usar debaixo dele, senão o 352. Finalmente o dia dele chegou.
Ontem à noite, tarde, eu olhei para minhas unhas e me deu aquele comichão de sempre. Nem pensei muito pra não dar tempo de me arrepender. Arranquei fora o Leotard e pintei com minha nova opção.
Infelizmente a foto ficou escura, porque se ficasse iluminado demais não daria para ver melhor o detalhe do glitter. Com muita luz ele simplesmente desapareceu da foto.



Acho que meu maior pecado nesse swatch foi não ter tirado uma foto do 352 sozinho para vocês verem como é um pratinha delicado. Amei!
Abaixo, o “reloginho” na sombra e no sol, e o vídeo da transformação. Só não reparem na minha mão estilo “eu quero matar um!!!!!” rsrsrsrsrs Uma mãozinha assim meio malvada. Mas depois fica melhorzinha.

Por falar em eu quero matar um, ontem quase matei um porquinho intoxicado! Minha cozinha, como vocês sabem, foi transferida provisoriamente para minha área de serviço. Quando fui lá ontem à noite, eu vi uma barata (irc!) correndo pra trás do armário que tem lá. Não pestanejei. Munida do meu spray inseticida, quase descarreguei a lata atrás do armário. Eis que, olhando pela fresta atrás do armário, de repente vejo um porco! O danado estava embaixo do armário e eu quase matei o desgramado, se não intoxicado, de raiva, porque eu já cansei de colocar bloqueios na passagem para debaixo do armário, e eu não sei por que diacho minha empregada sempre abre uma fresta e eles passam.
Então, em pânico, eu me abaixei pra pegar o porco e tirá-lo correndo daquele ambiente altamente tóxico. Eis que quando me abaixei e puxei o pedaço de papelão que tampava a passagem, quem é que vem cambaleante? A BARATA! AI QUE NOJOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Mas o desespero por causa do porco era maior. Enfrentei o quadro periclitante e puxei o papelão, com a barata de carona, e enfiei minha mão pra pegar o bandido do porco.
Passei um pano úmido no pelo dele, pra ele não se lamber, e fiquei de olho nele a noite toda pra ver se via algo incomum. Fui dormir pensando se ia ver o meu Quindim (o nome dele) de manhã cedo hoje. Pra nossa sorte, ele estava serelepe como sempre esteve. Eis aí o porco sobrevivente:

Deixe uma resposta para Ariana Chaves Cancelar resposta