Boa noite!
Meu dia hoje foi bem frustrante. Como muitas sabem, eu sou surda de um ouvido, o direito, e eu normalmente uso um aparelho de surdez, que relutei por vários anos em usar, mas depois que tomei vergonha na cara (e percebi que realmente era uma necessidade, senão, na época, eu acabaria perdendo o emprego, por entender ordens do chefe de forma errada), eu nunca mais larguei o aparelho, porque com ele eu realmente escuto tudo… quer dizer, escutava.
Ele já está comigo há mais de 10 anos, e nesse meio-tempo ele já foi “refazer a máquina” pelo menos umas duas vezes. Da última vez, perdi uma pecinha dele, e quando levei para consertar me disseram que o modelo dele tinha saído de linha e não tinha mais a tal pecinha para recolocar. Foi a oportunidade perfeita para me “empurrarem” outro aparelho, de um modelo novo, que comprei achando que seria igual ao meu “veínho de guerra”. Doce ilusão. Uma porcariazinha que custou 2 mil reais e que me deixou enlouquecida, porque nem de perto chegou aos pés do meu “veínho”. Não escutava nada com ele, apesar de ter ido lá pelo menos umas duas vezes para reprogramar o diacho do aparelho. O som é abafado e não tem controle de volume igual ao velho. Até tem o botãozinho, que gira sem fim e não vejo mudança nenhuma no volume.
Providencialmente, depois que eu já tinha gasto 2 mil pratas no novo, finalmente me disseram que encontraram a pecinha faltante para repor no velho, e tentaram me dissuadir da ideia de mandar consertar o velho, porque “custaria caro”. Mas eu pagaria qualquer dinheiro para “ter meu ouvido de volta”. Custou “só” 600 reais o conserto, e eu, assim, encostei o novo e nunca mais usei. Segundo eles, eu teria que me adaptar/acostumar ao novo aparelho, usando-o constantemente, pois meus ouvidos se acostumaram com o aparelho antigo, por tantos anos, e minha “memória auditiva” estava emperrada no modo do aparelho velho. Seria como reaprender a andar, aff!
De uns tempos para cá, o veínho de guerra vinha dando uns chiliquinhos. Toda vez que eu abaixava a cabeça ele começava a apitar. Passei, então, a dar umas “dedadas” nele, e ele parava. Só que a coisa estava ficando mesmo feia. Havia momentos em que até com a cabeça na posição normal o diacho ficava apitando, e em determinados momentos, depois de tanta dedada e nada do desgramado parar de apitar, o tirava do ouvido e dava umas batidas nada sutis com ele na mesa, com raivinha. É óbvio que eu sabia que um dia meus rompantes de fúria não teriam bons resultados. O ápice da desgraça aconteceu hoje, hehehehe, depois de vários meses. Estava fazendo uma atividade caseira quando o desgramado danou a apitar. Depois de tanta dedada e nada dele parar, eu, que estava com a colher de pau na mão, comecei a dar colheradas no aparelho, huahuahuhuahuahuauha, e nada! Quando fui dar as tradicionais dedadas, de novo, ele finalmente quebrou. A tampa abriu e os fios internos, finos quase como fios de cabelo, partiram e eu fiquei com o corpo enfiado no ouvido e a tampa com parte das peças grudadas, na mão. Parei por alguns instantes olhando com cara de paisagem pro aparelho estraçalhado na minha mão, hehehehe, e, ainda com raivinha, enrolei em um papel toalha e coloquei em um potinho para levar para o conserto, novamente, na segunda-feira. Já se passaram uns 2 anos desde que ele voltou “novinho” para mim, heheheh. Agora, vai novamente, e sabe Deus se terá conserto. Mas pagarei feliz e satisfeita se voltar pra mim sem problemas como estava.
Nada mais me restou, senão tentar usar a titica do aparelho novo pra ver se me acostumo, mas é tãããão difícil acostumar, que desanima. Estou aqui, com essa coisa espetada no ouvido, tentando escutar alguma coisa, mas haja paciência. E assim, vou rezar para que o veínho volte para mim inteiro novamente, e sem apitar!
Esse episódio foi só a continuação do dia nojentinho que tive hoje, depois que cheguei em casa…
Acordamos cedo hoje e fomos até Cabo Frio, pegar uma peça da geladeira fatídica, que já havia chegado na autorizada, que não tem na minha cidade! Aff! Como não sei andar muito bem por aquelas bandas, usei o GPS do carro para me salvar. Já foi um sufoco achar, porque o GPS não dá a posição PRECISA. Tive que ligar pro cara para pegar instruções de como chegar ao raio da loja. E o trânsito em Cabo Frio é caótico. As ruas são apertadas e muito movimentadas, com carros e pedestres. Tentar estacionar o carro é uma aventura. Tive que ligar o pisca-alerta e subir na calçada, na iminência de ser multada por estacionamento indevido, hehehehe. Mas fazer o quê! Foi o jeito!
Finalmente peguei a peça e o cara resolveu abrir a caixa para conferir se era aquilo mesmo. Pelo tamanho da caixa, que tinha o formato e tamanho da peça que eu precisava, eu quase falei pra deixar pra lá, mas a sorte é que eu fiquei calada e deixei ele abrir. Para minha surpresa, e raiva, o cara que pediu a peça, que foi demitido por incompetência, (pude comprovar que o motivo foi justo, uhahuauhahuahuhua) pediu a peça errada. Para minha sorte eu tinha tirado foto da peça, que estava no meu iPhone, e mostrei para ele, para que não houvesse mais dúvidas ao pedir a peça correta desta vez.
Aliás, tenho realmente que tirar o chapéu para a Apple, que não poderia ter inventado algo mais útil para um ser humano do que o iPhone. Se eu já me sentia nua sem celular comum, imaginem como me sinto quando esqueço meu iPhone em casa! Graças a Deus é raro isso acontecer. Mesmo em casa, eu o carrego meu iPhone pra todo canto que vou; já se tornou um vício. Enfio o dito-cujo no sutiã (porque geralmente ando de vestido em casa, sem bolso) e vou para todo canto da casa com ele. Isso se tornou especialmente essencial depois que passamos a ter os gatos, porque cada momento é uma oportunidade de fotar ou filmar. Esses gatos não têm hora de fazer coisas engraçadas.
E voltando à manhã fatídica, nada mais me restou, já que nada deu certo até entao, senão ir almoçar em Búzios, para fazer o dia valer a pena. Era caminho de volta, mesmo, e a cidade estava bem vazia. Foi ótimo! Foi a única coisa que fez o dia valer a pena. Principalmente o sorvete da La Basque, de pistache e café crocante. Enfiei o pé na jaca na dieta, mas ninguém é de ferro! Estava só me preparando psicologicamente para o que viria depois: o episódio do aparelho de surdez. Aff!
Sei que depois do episódio do aparelho, resolvi dormir para afogar a raivinha. E enquanto eu estava deitada na cama, esperando cair no sono, chega Gabi com o complexo habitacional felino que ela construiu.
Agora tem até almofadas dentro das caixas. Só falta agora pintar. Os gatos adoram ficar dentro delas. E o motivo de Gabs ter levado o “complexo habitacional” para o nosso quarto (ela dorme comigo, hehehehe), é ver se os gatos finalmente conseguem parar de ficar pulando na cama e fazendo a maior zona na hora em que estamos tentando dormir. É nessa hora que eu amo ser surda. A Gabi não consegue dormir quando eles estão fazendo bagunça, porque eles fazem barulho. EU NÃO ESCUTO NADA! uhahuahuahuhauhuahuahu Durmo como uma pedra.
Por falar em gatos, fotei os dois felinos ontem. Postei lá no Face, mas para quem não viu…
O Jack finalmente está ficando menos feínho. Ele está até com cara de gato importante nessa foto, hehehheeh. Ele está um tolete! Tem um mês a menos que o Harry, e só 200g a menos. Tá bem pesadinho. Acho que ele vai ter “excesso de fofura”, heheheh. A única coisa que está faltando agora é arrumar coleiras que prestem para esses gatos. Gente, ô regiãozinha pra não ter coleira que preste! Até em Cabo Frio e Búzios procurei coleiras, e nada que preste ou que caiba. As coleiras de melhor qualidade eram imensas para os pescocinhos delicados dos meninos. Tive que improvisar essa coleirinha horrorosa pro Jack porque a desgramada da ave comeu a outra coleira safada que tínhamos comprado, e só restou o fecho da coleira, que eu acho meio rudimentar e nada delicado. Estou aceitando voluntárias que conheçam lugares onde se vendam coleiras legais para gatos e que estejam dispostas a comprar para mim e me mandar (tudo pago por mim, claro!) Preciso de duas coleiras, mas se for mesmo bacana e de boa qualidade, acho até que vou querer mais de duas.
O Harry, continua sendo meu preferido, apesar da Gabi dizer que o dia em que ela sair de casa para dar rumo na sua vida, ela levará o Harry. Aff! Acho que teremos uma contenda familiar, huhuahuauhauha!
Essa foto do Harry ficou tão linda, que coloquei no papel de parede do meu computador. Vejam!
E antes de encerrar a sessão babação de gato, deixo aqui um vídeo do Jack “descobrindo” um besourinho. Morri de rir no final, quando o besouro “desaparece”, uhahuuhahuahuahua
E, encerrando a sessão babação de gato, finalmente entramos aqui com o suposto tópico principal do post de hoje: o esmalte! uhahuahuahuahuahuahuahu
Quando eu vi esse esmalte eu praticamente surtei. Achei que ficaria super lindo nas unhas, e não me enganei. Tratei de subtraí-lo lá da Esmalteria da KK, hehehehe. Pena que eu não estava muito inspirada para as fotos. Mas vamos tentar!
Ele é um verde musgo cheio de brilhinhos verdes, vermelhos e dourados. Nessa foto, contra o sol, dá pra ver melhor os brilhinhos.
O esmalte é relativamente ralo, mas nada que duas camadas polpudas ou 3 normais não possam resolver. O resultado final é super lindo, para quem gosta de cores escuras e verde musgo.
Tirei essa foto no sol para ver se captava bem os brilhos do esmalte, mas o amarelão do sol deu uma modificada na cor. Mas pelo menos vocês podem ver como fica bonito no sol, também.
Aqui a foto está sob luz fria (branca). E vocês conseguem ver como esse dyvo é lindo. Passei 3 camadas, porque achei que fecharia melhor com 3.
Finalizei com uma camada de Brilho Cristal, Big Universo. Liiiiindo!
Esse super dyvo você encontra por 16 realitos, na Esmalteria da KK. Corra e garanta o seu! Você não se arrependerá!!!!
Bjus
Adri =DDD (mesmo surda, feliz!)








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