Esponja para Remover Esmaltes, Caseira

Olá meninas!

Cheguei ontem ao braseeel, e a tortura foi dirigir 200 e tantos quilômetros até em casa. No meio do caminho já estava capotando de sono, e tive que entregar o carro para Gabi trazer, porque eu estava mortinha da Silva. Cheguei até a sonhar nos 70 últimos quilometros, heheheheh.

Chegamos em casa e Margô (nossa secretária que está de licença médica) estava com a faxineira dando uma geral na casa, porque segundo a nossa amiga que cuidou dos nossos meninos, a casa estava de pernas para o ar. Imaginem, chegar mortas de cansada e ainda encontrar um chiqueiro no lugar da casa…

Sei que chegamos e nem levamos as malas pra casa; deixamos na garagem. Subi correndo pro meu quarto e tomei um banho, pois já tinha mais de 24 horas sem um banho, e caí na cama como um neném. Chegamos em casa quase às 14 horas, e acordei às 17 horas. Deu pra descansar um tiquinho. Nessas horas lamento não ser ryca, pra viajar de primeira classe, ou então lamento só ter tido uma vez a sorte de ter um overbooking na vida (quando a companhia aérea vende mais passagens de classe econômica do que deveria), quando então vim de primeira classe da Inglaterra para o braseeel, quando eu tinha 18 aninhos. É realmente OUTRA COISA!!!

A sorte é que chegamos aqui e o tempo estava mais fresco do que eu tinha ouvido falar que estava. Saímos de Orlando com 23 graus, e chegamos aqui com 25, em contraste com os 48 que disseram que fez no Rio na semana que passou. Ainda bem que eu não estava aqui, já que tenho ódio mortal de calor.

Enfim, cá estou, tentando entrar na rotina novamente, mas como é sábado, eu resolvi dar mais uma descansada e pegar no batente só amanhã. Resolvi dar um trato nas sabuguettes, que estavam em condições super miseráveis. Um leeecho só…

E em Orlando, num quiosque no Premium Outlet, vi um potinho com esponja de remover esmaltes. Só não comprei porque achei absurdamente caro: 30 dólares! Quase comprei, mas depois que a vendedora disse que usava acetona comum, achei um disparate pagar uma fortuna por algo que me custaria muito mais barato fazendo em casa. E assim foi; resolvi fazer o meu próprio pote de esponja de remoção de esmalte usando produtos comuns que compramos no supermercado.

Para isso, precisei de:

1) um vidro vazio, sem rótulo e seco (usei o vidro de molho pronto da Master Foods)

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2) 3 esponjas redondinhas, marca Limppano

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3) Removedor de esmalte de boa qualidade (usei Lutex, sem acetona, da marca 5Cinco – comprei na loja da 5Cinco)

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4) 1 faca com ponta e sem serra

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Como fazer:

Lavei o vidro e tirei o rótulo, deixando-o imerso na água por alguns minutos até o rótulo desprender com facilidade. Em água morna vai mais rápido.

Essa esponja redonda Limppano tem um pescocinho, que foi exatamente onde eu cortei, usando a faca, separando a parte grossa da macia.

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Depois de fazer isso nas três esponjas, eu juntei todas, uma em cima da outra.

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Peguei a faca e fiz um corte em cruz (TOME CUIDADO PARA NÃO SE CORTAR!!)

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Não ficou o máximo da perfeição, mas o importante é abrir a ranhura para enfiar o dedo, sem remover qualquer pedaço de esponja.

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Peguei as esponjas e enfiei no vidro.

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Depois joguei o removedor dentro do vidro. Não coloquem demais, para não encharcar muito.  (A foto não ficou muito boa porque tinha pouca luminosidade. Relevem, please… )

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E voilá! Está pronto meu vidro de esponja removedora de esmalte!

Fiz um videozinho safado para mostrar pra vocês como é prático isso. O esmalte só não saiu mais rápido porque o vidro estava “fugindo”, já que eu não estava segurando com a outra mão (que estava com o telefone filmando). Com a ajuda da outra mão sai muito mais rapidamente.

Adorei o resultado, e não paguei 30 dólares, hehehehe.

Bjus

Adri =D

Dica para conservar sua plaquinha de carimbo como nova

Tenho observado a grande procura por dicas sobre como preservar as plaquinhas de carimbo. Eu já passei por isso também, mas consegui há tempos resolver o problema de manter minhas plaquinhas longe dos arranhões tenebrosos.
Quando comprei meu kit de carimbo e usei pela primeira vez, fiquei com uma dó danada de como a plaquinha ficou com aquele raspador horrendo. Ficou tudo arranhado e feio. Nas próximas que comprei, não quis dar o mesmo fim, e tratei de pensar em uma forma de proteger minhas plaquinhas para que elas ficassem sempre novinhas. A solução que encontrei foi usar um cartão de pvc velho, tipo cartão de crédito, que era um ingresso de fórmula 1. Cortei o cartão e uso ele como raspador. Funciona perfeitamente e não arranha a plaquinha. Depois que passei a usar o cartão nas plaquinhas novas, elas estão ainda como novas.

Para ajudar mais ainda a preservar, eu guardo as minhas plaquinhas em um potinho de lenços de remoção de esmalte. Cabem como uma luva. Além de conservar, ficam todas juntinhas, sem roçar umas nas outras, e sem risco de perder.

Espero que vocês tenham gostado dessa dica!

Aproveito este post para dizer que chegou FINALMENTE a minha encomenda da Glitter Gal. Como os Correios estão em greve, jamais imaginei que fosse ter uma surpresa dessas. Olhem minhas encomendinhas aê!


Comprei esses esmaltes quando ainda não tinham lançados os holos das diversas marcas nacionais, pra vocês verem quanto tempo tem. Já tinha dado por “perdido” e me conformado com o preju. Para alívio da Dory, o dela está salvo. Agora tenho que achar donas para dois destes pratas.

Demorou tanto que já nem sentia mais ansiedade. Por falar em ansiedade, vou mostrar a vocês como a Nina é má, má, má, mil vezes má! Olha o que essa bruxa mandou pra mim, e quase matou Fifi do coração!!!!! Desse jeito vou ter que fazer um seguro de vida pra Fifi!!!!

Não tenho que puxar a orelha dessa menina??? Eu aqui doida pra comer uma coisinha salgadinha diferente, e ela vem com essa tortura visual! Voyerismo gastronômico não é comigo não, viu!? Meu negócio e ver e comer, e não ficar a ver navios! Ninguém merece!!!!

Bjs
Adri

Como conservar seu esmalte por mais tempo no vidro

Nós que somos obcecadas por esmaltes geralmente temos toneladas de vidros deles. E a coleção só vai aumentando a cada novo lançamento no mercado. E como o mercado de esmaltes está em plena ascensão, inclusive com novas marcas sendo lançadas, a tendência é a nossa coleção inchar ainda mais. Chegamos ao cúmulo de comprarmos esmaltes que nunca usamos, e ainda vemos (e ouvimos), com toda razão, nossos digníssimos darem ataques de perereca quando ameaçamos comprar algum esmalte na presença deles, como foi meu caso na minha última viagem, para Natal (fracasso total…)

O grande problema de ter uma coleção tão grande, é que a gente só tem 10 dedos! (tá certo, 20 se formos contar com os pés). Dependendo da marca (tamanho do vidro), da cor, da cobertura, do tamanho da unha, “barbeiragem” na hora de fazer a unha, quantidade de camadas aplicadas e do nosso “pãodurismo”, um vidro de esmalte pode fazer até 12 manicures (mãos, heim!). Se você tem uma coleção de 100 esmaltes, isso daria 1200 manicures. Se você faz unha (das mãos somente) uma vez por semana, você precisaria de 23 anos para acabar com todos os esmaltes!!!!!!!!!!!! Já tinha parado pra pensar nisso? A menos que você saia distribuindo esmaltes por aí ou fazendo as unhas de todas as suas amigas, seus esmaltes vão ficar logo duros como um tijolo.

É recomendado que não se use o esmalte após o seu vencimento. Mas cá pra nós, isso dá uma dó danada, não dá? Alguém consegue jogar fora um esmalte vencido? (fala sério!) Eu não consigo! Só jogo fora o que eu não gosto, e assim mesmo se eu não usá-lo para fazer um franken (post de 19/05). E se jogar fora, guardo o vidro pra fazer meus frankens (post de 02/06/11). E não jogando os esmaltes vencidos fora, vamos acumulando aquele montaréu de vidros e nem temos mais lugar pra colocar.

A vida útil do esmalte inevitavelmente uma hora acaba! É como nós, um dia vamos morrer! E assim como nós temos que nos exercitar e ter uma alimentação e hábitos de vida saudáveis para vivermos mais tempo, podemos também dar uma forcinha pros nossos esmaltinhos para que eles fiquem uns vovôs enxutos, rsrsrsrsrsr. Então, o post de hoje é sobre o que podemos fazer para conservar nossos esmaltes por mais tempo nos vidros.

Pra começar, a primeira coisa que temos que fazer é evitar deixar o esmalte aberto muito tempo. Ainda mais os esmaltes de hoje, cujas fórmulas permitem que ele seque muito mais rápido que os de antigamente. Piscou o olho, o bicho tá seco!

Outra coisa importantíssima, é limpar a boca do vidro com um algodão embebido em acetona, assim que terminar de usar. O acúmulo de esmalte na boca do vidro endurece e deixa buracos que permitem a entrada de ar no vidro. Vejam a foto abaixo. Na foto da esquerda você pode ver um vidro de esmalte que não foi limpo antes de ser fechado (obra da dona Gabi!!!), e ficou o tal buraco depois que o esmalte secou (apontado com uma seta). O esmalte estava já grosso quando abri. Para ampliar, clique na foto.

Se aconteceu isso com algum esmalte seu, retire o esmalte endurecido da boca do vidro com uma espátula ou algo parecido (não use a unha senão pode quebrar – e não quero ninguém me culpando depois!), deixando a boca limpinha (foto do meio). Veja a quantidade de esmalte duro que saiu da boca do meu vidro!

Se o esmalte já estiver grosso, dilua com extra brilho (Impala) (post do dia  23/04) ou outra marca, em que o produto seja bem ralo. É claro que extra brilho pra diluir esmalte matte (fosco) não vai dar certo, né? Aí vai ter que usar diluente específico mesmo. Como eu uso muito extra brilho para “recauchutar” esmaltes (veja as vantagens no post de 23/04), já que eu quase não tenho foscos, eu acabei comprando o vidro de extra bilho de 60 ml da Yamá, já que o da Impala eu nem sempre consigo achar pra comprar. Esse da Yamá é ralinho também e eu adorei usá-lo para renovar meus esmaltes, embora meu preferido ainda seja o da Impala.

Depois que limpar a boca dos esmaltes e diluir, se necessário, feche bem o vidro para que não entre ar.

É fundamental manter seus esmaltes longe do calor e da luz do sol. O calor prejudica a qualidade do esmalte e até desbota a cor. Há várias pessoas que conservam seus esmaltes na geladeira. Eu não faço isso porque senão eu precisaria comprar um frigobar só pra isso, kkkkkkkkk (por enquanto estou só no frigobar – pior quando precisar partir para aquelas geladeiras enormes de bar [que guardam cerveja]). Então, a pedida é guardar seus esmaltes em um lugar, preferivelmente escuro e bem fresco (como um vinho, numa adega).

Conservar seu esmalte, ajudará a manter suas propriedades e a mantê-lo na unha por mais tempo. Não esqueça também da nossa dica importante para manter esmalte na unha por mais tempo (post de 26/05).

Não devemos esquecer uma coisa MUITO importante e que poucas pessoas reconhecem. Você sabe aquele esmalte daquela marca carésima? Ele custa caro porque a qualidade dele é muito melhor. O fabricante, preocupado com a qualidade, durabilidade e acima de tudo com a nossa saúde, investiu muito mais em pesquisas e matéria-prima de primeira qualidade para a sua fabricação do que aquele fabricante que vende seu esmalte a R$ 1,00 (se é que esse fez alguma pesquisa)! Então, não espere um milagre desse esmaltezinho humilde. Ele vai endurecer mais rápido que aquele que custou os olhos da cara! (desde que você saiba como mantê-lo, é claro!) Ah, e quando me refiro a “caro”, eu não estou considerando o valor dos impostos de importação, dos esmaltes estrangeiros, tá?
Adri
;)

De-Dol Adstringente

Heim!?!?!? O que é isso? É o que me perguntam quando escutam a solução para os famosos BIFES ou FILÉS que tiramos quando fazemos uma barbeiragem na manicure: DE-DOL! Esse é o pozinho mais milagroso que o homem inventou! Na hora do bife, é só jogar um pouquinho em cima do corte que logo, logo estanca o sangue. No desespero, levante o braço e espere um minutinho. O produto pode vir na forma de pó, lápis ou gotas, sendo que eu prefiro MENOS o lápis, porque é duro e, acho anti-higiênico, pois temos que colocar o lapis sobre o corte. (Incrível como tem gente que nunca viu isso na vida. E eu que achava que eu não conhecia nada de manicure)

O legal é que ele serve também para pequenos cortes na pele, onde inevitavelmente acaba sangrando, como, por exemplo, a barba mal feita do maridão, que usou aquela gilete ceguinha e acabou cortando o rosto. Ou até mesmo você quando faz uma barbeiragem também ao se depilar.

O De-dol é encontrado em lojas de cosméticos, e também em algumas farmácias. Pela internet também conseguimos comprar. O problema é que onde vende, geralmente está em falta, porque o troço vende quenem água.

Calos nos pés

Quando eu trabalhava fora eu só calçava sapatos fechados. Não era tão vaidosa a ponto de usar uma sandália alta bonita. Como consequência disso, eu nunca tive muito problema com aquelas peles duras horrorosas que ficam nos pés quando eles estão pra lá de ressecados.
Depois que eu comecei a trabalhar por conta própria, e na minha casa, eu sou a própria imagem da xepeira (pra quem não sabe, é aquela que espera a feira acabar para catar sobras de legumes e verduras). Eu só ando de Havaianas e meus pés vivem ressecados ao extremo, e tenho um acúmulo de peles duras no dedão do pé, e nas extremidades externas do pé (incluindo o calcanhar). E para acabar (ou tentar acabar) com essa bendita pele, eu recorria ao famoso ralador de pé. Ficava naquele esfrega-esfrega (ou rala-rala) de pé depois do banho, que eu nem precisava de academia pra malhar, porque o braço, ó! E o pior, o danado do ralador não adiantava muita coisa, porque só tirava a pele superficial. De vez em quando eu apelava para aparelhinhos de gilete já no fim da vida, mas terminada de estragar com duas passadas.
Um belo dia, andando pelas farmacinhas de NY, encontrei uma coisa muuuuuuuito interessante. Se chama Tweezerman. É um aparelho de gilete específico para tirar calosidades dos pés. Como ele usa uma lâmina, é claro que é preciso ter muito cuidado para não se cortar de alguma forma, embora ele seja relativamente seguro de usar.

Na foto de baixo, de perfil, vocês podem ver como a lâmina fica rentezinha. Usando bem paralelo à pele, não tem como se cortar de jeito nenhum. O ideal é justamente usar quando a pele está dura e seca, porque a pele sai em fatias e fica uma beleza depois que sai aquilo tudo. A capinha dele é retrátil (cobre a lâmina)(vejam na foto com a seta vermelha). É só apertar aquele botãozinho cinza que libera a capa para deslizar para frente. Quando a capa fecha para proteger a lâmina (e seus dedos), o raladorzinho é que fica de fora.
Como eu não sabia quando voltaria pros EUA, eu comprei logo 4 caixinhas com 10 laminas. Mas chegando aqui no Brasil eu descobri que na lojinha onde eu compro esmaltes na minha cidade, que não é lá essas coisas, eu encontrei a gilete para vender. Ela é diferente das giletes comuns, é mais estreitinha, como vocês podem ver. Então, como eu achei a gilete, pode ser que seja possível encontrar o aparelho por aí. Como eu já tenho ele, eu nunca me preocupei em procurar.
Mas eu dei uma pesquisadinha rápida na net e descobri que vende aqui sim. Ele custa R$ 23,50 aqui (clique para ir para a loja) e o frete é gratis (só não sei se é para qualquer parte do Brasil)!
Só sei dizer que a minha implicação com meus pés acabou depois desse aparelho. Tiro toda pele dura e só fica a pele lisinha. Com um creminho então, fica super gostoso. Nada mais do pé ficar agarrando no lençol de noite! E hoje, principalmente depois que faço meus pés, sempre que saio só uso sandálias lindas e bem altas. Nada como cuidar da gente para satisfazer nosso ego e nos sentirmos vaidosas! Só tem pé feio quem quer!

Instrumentos de manicure

Muitas pessoas conversam comigo sobre manicure, e em algumas dessas conversas ouço o tão antiquado nome “pau de laranjeira”, “palito de madeira”, e por aí vai. Gentem! Eu fico de queixo caído como tem gente que ainda usa isso! No mundo atual, onde há mil e uma opções modernas de coisas para manicure, devido à grande onda mundial de self-manicuring, não entra na minha cabeça as pessoas ficarem ainda grudadas no túnel do tempo. Eu não uso os tais palitinhos tem uns 5 anos, muito antes de eu sequer sonhar em ser uma esmaltólatra.

Além de estragar com muita facilidade, o esmalte cola no palito e é ruim de limpar. A madeira começa a ficar “peluda” com o esfrega-esfrega de algodão com acetona pra limpar, e a gente acaba tendo que comprar uma tonelada desses palitos. Definitivamente, palito de madeira OUT e palito de aço IN.

Vejam na foto abaixo os meus dois principais instrumentos de manicure, sem os quais não sei viver: o palito e a espátula de aço.

O palito é super fácil de limpar. É só pegar um algodão com acetona e voilá! Aí vocês me perguntam, como muitas já perguntaram: “E o algodão não escorrega????” Não! Eu passo de vez em quando o lado grosso da lixa em volta da ponta, para deixar áspero e o algodão “grudar”, e quando uso o palito para limpar o excesso de esmalte, eu enrolo o algodão até uns 2 centímetros da ponta, e se houver necessidade de prender enquanto eu limpo, eu ponho um dedo em cima, mas, sinceramente, quase não preciso fazer isso, pois já me acostumei com a técnica correta de usar. É uma mera questão de hábito, pois eu nunca limpo a unha puxando o palito de cima pra baixo, quando então o algodão realmente quer escapulir. Eu limpo sempre empurrando, e geralmente girando um pouco o palito, assim não há necessidade de prender.

Eu tenho dois tipos de palito, um grosso e um fininho. O palito mais grosso, eu gosto de usar para limpar/tirar o excesso de esmalte quando termino de passar as demãos de esmalte. Já o fininho é o que eu mais gosto para fazer a limpeza de acabamento final, com algodão e acetona. Gosto do fininho porque não corro o risco de tirar esmalte demais, e é fácil de manusear.

Já a espátula raspadora, minha vida mudou depois dela. Ela tem uma borda bem fininha, que pode ser “afiada”, mas não a ponto de cortar. Ela é fantástica, porque além de desprender aquela cutícula que, se não for tirada, faz a aparência da unha ficar meio suja depois que a gente limpa as beirinhas com a acetona, ela ainda tira qualquer esmalte que tenha ficado depois de você ter tirado o esmalte com acetona. Depois que eu solto toda a cutícula, eu tiro com o alicate. Sim, eu faço isso, e sempre farei, porque esse negócio de afastar a cutícula somente não é pra mim não. Parece que tem um quilo de carne em cima das unhas (irc!). Como sou eu mesma que faço minhas unhas, e como eu sempre passo um algodão com acetona na ponta de tudo, inclusive do alicate, nunca tive unheiro, micose, infecção, nada. Pra mim esse negócio de não tirar cutícula é mera lenda, tomando os cuidados necessários e usando os materiais que uso.

Além do mais, guardo meus instrumentos de aço em um prático tubo de charutos! Todo charuto cubano que se preze vem num tubinho de ferro com tampa. Umas tampas têm rosca, como a do meu tubo, e outras não (são só de encaixar). Esse tubo era de um charuto do meu marido, e ele ficou um tempão rolando pela casa inteira, quando enfim tive a brilhante ideia de usar para guardar meus instrumentos, e até a lixa. Já está meio amassadinha, pois tenho ela há uns 4 anos, mas tenho outra guardada para quando essa estiver a ponto de se aposentar.

Abaixo está meu tubinho de instrumentos, com todos os instrumentos de aço que eu uso na minha manicure.

O maior problema que temos aqui, é que eu não sei a marca dos instrumentos…. desculpem. Eu os tenho há muito tempo, e não guardei a embalagem de plástico em que eles vêm.

O palito parecido com o meu (fininho), que eu encontrei, está à venda na loja Valery Cosméticos. Para ver ou comprar, clique aqui. Custa R$ 3,60, e certamente deve ainda ter o frete. Mas eu acho que o meu palito parece ter a ponta bem mais comprida, o que eu gosto mais. Nessa mesma loja tem um raspador de cutícula parecido com o meu, e que eu também tenho. Mas prefiro o outro, que mostrei na primeira foto.

Espero que tenham gostado da dica de hoje! Boa semana para todas.

Vidros de Esmalte Vazios

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Em toda coleção de esmalte, tem sempre aquele pobre-coitado que fica largado num canto, envelhecendo, engrossando, rejeitado porque outros esmaltes mais “sarados” ou “gostosos” invadiram o seu espaço e fizeram ele cair no esquecimento. Ou então tem aqueles vidros de Renda, ou Paris, que já estão no final, e que você já comprou um novo pra substituir (Esse, por exemplo, é o meu caso; eu só pinto as unhas do pé com Paris, porque a mão eu pinto de tudo que é cor (à exceção das cores fluorescentes) mas não consigo me ver com pé colorido de jeito nenhum. Acho que não combina comigo. Meio nonsense, eu sei, mas, c’est la vie…).

Antigamente eu não tinha a mínima dó de atirar os vidros de esmalte no lixo. Hoje, olho para os vidrinhos quase acabadinhos cheia de más intenções, afinal, são potenciais portadores dos meus Frankens (misturinhas caseiras).

Vou explicar aqui como faço para reaproveitar os vidrinhos, caso eu não vá usá-lo imediatamente para fazer alguma mistura, aproveitando o pouco de esmalte que estiver no fundo.

1) Retire a tampa, e com um cotonete ensopado de acetona, limpe por dentro da rosca da tampa para retirar qualquer eventual excesso de esmalte;

2) Com um algodão embebido em acetona, limpe a rosca do lado de fora do vidrinho. Com o mesmo algodão, enrole a ponta do pincel para ele não endurecer enquanto você faz as outras etapas;

3) Se for pouca quantidade que estiver no fundo, emborque o vidrinho em um chumaço de papel higiênico, ou papel toalha, para esvaziar bem o vidro;

4) Depois que escorrer alguns minutinhos, despeje uns 2 cm de acetona dentro do vidro, e recoloque a tampa;

5) Sacuda bem para dissolver o esmalte do vidro e do pincel. Se precisar, esfregue o pincel na parte de dentro do vidro, molhando na acetona;

6) Jogue a acetona fora e coloque mais um pouquinho de acetona nova para “enxaguar”, e não precisa mais tirá-la de dentro até que vá usar o vidro;

7) Caso o vidro tenha ficado sujo por fora, limpar com um algodão e acetona.


Na foto, você pode perceber que a acetona (azul) está meio leitosa do esmalte Paris que tinha no vidro. A acetona não precisa ficar transparente. A ideia é tirar só o excesso de esmalte do vidro, para poder aproveitá-lo.

Para fazer coisas assim, é preciso ter bastante acetona em casa, senão ela pode acabar, e quando vc quiser usar, babau! Eu tenho sempre uma garrafa de 500 ml em casa, e quando vai acabando sempre compro outra; nunca deixo acabar de vez.