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Lixa Magic Magic Magic Magic Shine, Fing’rs

Daí você pergunta: “Enguiçou a vitrola?” (quem é do meu tempo sabe o que é uma vitrola) Pra quê tanto MAGIC????  Endoidou?

Não, não endoidei. Só queria enfatizar que essa lixa é realmente mágica.

Você certamente já deve ter visto essa lixa por aí, e nunca deu a mínima pra ela. Aliás, por nunca (talvez) ter ouvido falar nela, você nunca deve ter percebido que passou por ela milhares de vezes naquela loja de esmaltes ou farmácia que você frequenta, não é verdade? Isso aconteceu comigo! Tem milhares dela na loja que frequento, mas só consegui “enxergar as lixas na loja”, depois que aconteceu o que vou contar para vocês.

No último encontrinho em São Paulo a Nina me apareceu de unhas peladas. Não tinha um esmalte! E eu pensei, “Gente, como essa mulher vem para um encontrinho sem esmalte nas unhas????”. Ela levou consigo duas lixas polidoras da marca Fing’rs, uma rosa (igual à da foto) e uma azulzinha, mais estreita e com as pontas arredondadas.

Quando ela me entregou as lixas, ela me disse que tinha levado de presente para mim (levou pra KK também). Olhei as lixas, agradeci, mas confesso que as lixas não tinham nada que me impressionasse. A única coisa “boa” da lixa, até então, foi o fato de elas terem sido dadas de presente pela Nina, nada mais.

Daí, olhei pra Nina, agradeci e acho que perguntei para ela por que raios tinha trazido duas lixas de presente, já que lixa se acha em qualquer buraco pra vender. Ela então me mostrou as unhas brilhantes, como quem tivesse passado esmalte incolor ou até mesmo top coat, e disse que as lixas tinham feito aquilo.

Eu olhei pra cara dela, ri e perguntei se era piada. Séria, ela disse que não, e que aquele brilho escandaloso nas unhas eram resultado da “lixa”. Eu, obviamente, não acreditei, e falei, na cara dura, que ela estava mentindo pra mim. Eu acho que ela se ofendeu, uhahuauhahuhuahua, e falou com a voz já engrossando que ela não estava mentindo. Aquilo era, sem dúvida alguma, algo em que eu só acreditaria vendo com meus próprios olhos a prova. E eu insisti que aquela lixa sem graça não poderia ter feito aquilo, já abrindo a embalagem afobadamente. Depois que “despi” a lixa, senti a suavidade das suas faces, e desafiei a Nina, deixando ela mais invocada ainda. Eu disse que era IMPOSSÍVEL aquela lixa fazer unhas brilharem como se tivesse passado esmalte incolor, e quase disse a ela que a piada dela não teve graça.

Ela, já P da vida, perguntou, já meio brava, se eu queria que ela passasse acetona nas unhas pra provar que aquele brilho não era esmalte. E eu, na cara de pau disse que sim. Ela arregalou os olhos, deixou o queixo cair e me perguntou: “Você prefere que eu passe a acetona a acreditar no que eu estou falando????”. E eu, sem graça, mas sincera, disse um “sim” quase inaudível, de tão baixinho que falei. E ela saiu pisando pesado e foi buscar acetona e algodão para esfregar nas unhas (e na minha cara). Depois que ela passou o algodão com acetona nas unhas, eu continuei não acreditando, heheheh. Arranquei o algodão da mão dela, achando que ela não estava esfregando o suficiente, só pra me enganar, e quase arranquei a unha fora de tanto que esfreguei.

Vendo que por nada no mundo a titica do “esmalte” saía, por fim, me dei por vencida e me convenci de que a lixa era realmente a melhor “invenção quietinha” que eu já vi recentemente. Imediatamente eu pensei: “Como é que uma coisa espetacular dessa não é divulgada aos 4 ventos??????”. Na mesma hora pensei logo em fazer um post, um filme, sei lá; qualquer coisa, para mostrar para vocês que produto maravilhoso era aquele, tamanha a minha empolgação.

Lembro ainda que a Nina acrescentou que a lixa pode ser usada sobre os esmaltes, caso não fiquem com “aquele brilho” esperado, fazendo, com perfeição, o papel do top coat (no quesito brilho). Daí eu surtei de vez. Mas me concentrei nas minhas atividades no encontrinho e já me via fazendo o post assim que voltasse pra casa.

Trouxe as lixas pra casa, e testei. Não testei lá no encontrinho porque eu estava com as unhas pintadas. O que eu queria mesmo era ver com meus próprios olhos como se fazia.

Tirei meu esmalte e vi minhas unhas “normais”. Peguei a lixa e passei o lado rosa nas unhas. Vi que a superfície fosca já mudou com a passada desse lado da lixa. Ficou com meio brilho. Depois que passei a parte branca, que é a de acabamento, logo minhas unhas pareciam vitrificadas e super lisas. Fiquei mais uma  vez surpresa, como se nunca tivesse visto aquele resultado antes.

Depois disso, só me lembro de ter pedido para a Nina fazer um vídeo, já que ela é a rainha dos vídeos. Mas como ela já tinha usado a lixa, seria preciso as unhas crescerem para o brilho ir embora, ou então passar a lixa grossa para fosquear novamente, mas aí é fogo, né? Ninguém quer reduzir a espessura da unha em prol de uma demonstração. Então, esperando as unhas dela ou as minhas crescerem, as lixas ficaram encostadinhas num buraco qualquer e caíram no esquecimento.

Hoje, estava procurando uma coisa, e revirando a cestinha de bagulhos que fica em cima da minha mesa, dei de cara com a lixa. E numa questão de segundos, revivi em pensamento tudo o que comecei a narrar desde o começo deste post. E pensei que agora seria um bom momento de mostrar os atributos da tal “lixa”, já que o brilho do meu teste já tinha ido embora havia séculos. Quando fui pegar algo na mesa, meu relógio, que estava em cima dela, caiu. E quando peguei o relógio, eu fui olhar para ver se tinha ganhado outro arranhão, e vi que só o tradicional arranhão estava lá, para meu alívio. Foi então que uma lampadinha acendeu sobre minha cabeça, e pensei: “Se a lixa é de polir e dar brilho, por que não tentar tirar o arranhão do “vidro” do relógio (que na verdade é de plástico, acrílico, sei lá). Peguei a lixa, e sem ter medo, esfreguei freneticamente a parte branca (a de acabamento) em cima do “vidro”, e vi que nada acontecia. Mas não desisti. Usei, desta vez a parte rosa, meio receosa de fazer caca. Como vi que não arranhou, continuei mais confiante. Me senti como um escoteiro tentando acender uma fogueira com gravetos. Cheguei até a suar, de tanto vai e vem, mas aos poucos fui vendo que ESTAVA DANDO CERTO!!!!!!

Passei uns 10 minutos esfregando o “vidro”, e no fim usei a parte branca, por desencargo de consciência. Eu fiquei tão cacada com o resultado, que imediatamente resolvi postar o fato aqui para vocês. É claro que eu fotei antes da “manobra” toda, porque se desse certo, eu não teria como mostrar a vocês se conseguisse, caso não tivesse fotado (e se desse errado e arranhasse tudo de vez, pelo menos eu teria uma foto de como meu relógio estava bonitinho só com aquele arranhão, uhauhauhauhuhaahu) E, orgulhosamente, mostro aqui para vocês o resultado da minha descoberta (a foto está pequena, mas é só clicar para ampliar e ver melhor).

Do lado esquerdo, vocês conseguem ver claramente o arranhão que está dentro do retângulo vermelho. Tentei colocar o relógio no mesmo ângulo para mostrar o resultado final. Ainda sobrou um fantasminha do arranhão, que certamente teria saído se eu ficasse esfregando mais. Mas sinceramente, cansei de tanta esfregação, e até então o resultado já tinha mais que me agradado. O “vidro” estava NOVO em vista do que estava antes.

E eu, que tinha terminado de pintar as unhas havia uns 15 minutos, reparei que algumas bolinhas estavam ensaiando para “pocarem”. Com medinho, mas tomando coragem, resolvi esfregar a tal lixa no esmalte para ver se ela conseguiria abaixar as bolinhas, já que a lixa é feita para polir, e precisamos fazer uma certa pressão sobre o esmalte para tanto. Se fazemos pressão, então pensei que ela poderia ajudar a abaixar as bolinhas. Não sei se foi coincidência, mas as bolinhas não só abaixaram, como o esmalte ficou super brilhante.

Logo depois disso, a Nina entrou no MSN, e eu não tive outra coisa a fazer senão colocar isso para ela:

Queria ter posto esse “OHHHH MYYYYY GOOOOOOOOD!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”, mas era “grande demais” para o MSN:

Ela, obviamente, colocou uns 50 Cacos no MSN depois que contei e mostrei para ela a foto do relógio; e, tendo ouvido sobre o feito, a mãe dela sugeriu usar a lixa em um óculos. Peguei meu cascudinho de bater, que já está meio sambadinho, e não tive pena. Meti a lixa rapidamente. Vi que começou a dar certo, mas não tive braço e nem saco para terminar o serviço num óculos de sol de “6 dólar”. Fiquei super satisfeita por saber que se algum dia precisar usar no meu Pradinha, (que quase não uso por medo justamente de arranhar),  poderei fazer sem medo de ser feliz, ebaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

Daí eu pensei: poxa, eu não fiz o vídeo que eu tanto queria. E na preguicinha, resolvi fotar mesmo. Fiz o registro do brilho nas ex-cotoquettes (graças ao Vita Surge) com três fotos: 1) antes de usar a lixa, 2) usando o lado de preparação (rosa) e 3) usando o lado branco (acabamento). E o resultado mostro para vocês abaixo:

E então, o que acharam? Dá ou não dá pra duvidar que esse brilho todo “saia de uma lixa”???

Mesmo que não deixasse esse brilho lindo nas unhas, eu compraria umas 3 dúzias só para salvar meus reloginhos e óculos ou qualquer outra coisa que arranhe. Podem ter certeza que terei sempre algumas lixas novas dessas no meu estoquinho, para o caso de encontrar arranhões indevidos por aí.

Assim como a descoberta do quebra-nozes x garrafas pet, espero que essa descoberta tenha deixado vocês como no “Oh my God!” acima, hehehehe. Eu fiquei assim, ao cubo!

Só é preciso deixar aqui uma coisa clara: Eu tenho certeza que a lixa não servirá para arranhões profundos, somente superficiais. Portanto, não me chamem de mentirosa se seu relógio estiver com uma “vala”, hehehehehe, e a lixa não ter resolvido nada.

Bjus e bom feriado!

Adri =)))

Cobertura “Emborrachante” Caseira

Bonjour mes amies!

Eu nunca gostei de esmalte fosco. Acho horrível. Mas a primeira vez que bati o olho em uma unha “emborrachada” fiquei louca de paixão. A sensação que eu tenho é que se colocar o dedo em cima é “fofinho”. É óbvio que não é, pois é só um esmalte, mas que tem essa cobertura que tem o acabamento imitando emborrachado.

Vejam a diferença no brilho – no alto, o esmalte com a base “emborrachante”, e abaixo o mesmo esmalte, sem cobertura alguma. Não parece “fofinho” o esmalte no alto?

Não sei por que a “moda” dos flocados ficou e a dos “emborrachados” não. Fato é que há pouquíssimos esmaltes com efeito emborrachado no mercado. Eu tenho a coleção completa PLASTIX da Orly, que tem cores bem legais.

Há também uns “emborrachados” de uma coleção relativamente recente, da Illamasqua, a Theatre of the Nameless, composta também por quatro cores interessantes, para emborrachados.

Mas os esmaltes da Illamasqua são meio difíceis de encontrar, e têm preços meio proibitivos. São 13 libras e 50 centavos.

A 5Cinco também tem uma linha emborrachada, composta de 9 cores, que eu sempre fiquei tentada a comprar, só não comprei porque achei as cores “meio mais ou menos” interessantes (gostaram da redundância?).

Quem quiser ver reloginhos desses emborrachados, vá ao direto ao post de 20/11/2010 no site Nosso Vício clicando aqui. O post tem fotos detalhadas de todas as cores; vale conferir! É uma pena que o blog ”fechou as portas”. Mas um dia eu também vou ter que fechar, né? Todas acabamos tendo outras prioridades na vida, um dia.

E, contradizendo o que eu falei por aí, não lembro onde (oi, Dory!), a 5Cinco NÃO PAROU DE VENDER os emborrachados deles. A tapada aqui não procurou no lugar certo, e a gente pode ver os emborrachados deles pra vender aqui. Tem só que catar a palavra EMBORRACHADO no nome da cor (são as cores acima). Cada um custa R$ 2,50.

Voltando ao tópico, eu não comprei os emborrachados da 5Cinco porque o efeito emborrachado dele não “frechou” meu coração, pelas fotos que andei vendo por aí. Ainda acho meio fosco demais para o que eu gosto. Então ficou só faltando oportunidade. Eu realmente teria que experimentar para saber como é o resultado.

Dias desses eu comentei com a KK sobre como o efeito emborrachado não faz a mulherada surtar como eu, e sobre como as empresas nacionais poderiam já ter inovado e criado um top coat “emborrachante”, já que existe praticamente todo tipo de cobertura (flocada, com microbrilhos, fosca, etc.), menos um “emborrachante”. Por que a discriminação, e não fabricaram ainda um top coat “emborrachante”? Cheguei até a comentar com a Renata, da Up Colors, mas acho que não deu em nada, infelizmente.

Ouvindo isso, a KK comentou comigo que a Essence está fabricando um top coat assim, agora. Inclusive, acho que a KK comprou, mas não chegou ainda. Pedi para ela me mandar um para eu experimentar, assim que chegar, para eu ver se é como eu gosto: um fosco mais brilhante do que a cobertura mate.

Há uma diferença entre cobertura fosca e mate. Abaixo, vocês poderão ver dois esmaltes de cobertura mate (Panvel) e fosca (Impala), respectivamente.

Agora vejam o acabamento de um e do outro:

Vejam como a cobertura mate tem um quê de brilhinho. Mas ainda não era o que eu queria, pois para mim, ainda é fosco.

Enquanto a tal cobertura da Essence não chega para eu testar, eu pensei com meus botões e tive uma ideia: tentar criar uma cobertura emborrachante.

Peguei os seguintes “ingredientes”:

Um vidrinho de 5 ml para misturinhas (excelente, por sinal – o pincel é uma delícia!!!!), Seche Vite (ou Invincible), esferinha de aço italiana, esses três podem ser comprados no Brechó da KK, e por último o principal, Cobertura mate da Panvel.

O que eu fiz, foi simplesmente encher 3/4 do vidrinho com Seche Vite.

Depois, completei o restante com a cobertura mate da Panvel, coloquei a esferinha para misturar, e voilá!

É claro que não foi tão simples e rápido assim. Precisei fazer muitas misturas e testes até chegar à proporção correta de Seche Vite e cobertura mate.

Abaixo, todas as unhas cobertas com o TC “emborrachante”.

Foram várias tentativas e erros até chegar ao emborrachado do meu gosto. A grande vantagem dessa cobertura é que, como ela é feita com Seche Vite, que seca super rápido, ela também seca super rápido. Eu amei isso!

Agora, vejam a comparação entre a cobertura fosca da Impala (esquerda), a minha misturinha (meio) e o esmalte normal (direita), sem cobertura:

Agora, atenção ao usar outras coberturas que não a da Panvel. Como vocês viram lá em cima, na comparação do Panvel e Impala, a cobertura mate da Panvel já é meio brilhante, bem diferente do acabamento da cobertura da Impala, que é super fosco. Portanto, certamente será necessário aumentar a quantidade de Seche Vite e diminuir a de cobertura fosca (da Impala, no caso), para que se consiga atingir o efeito mostrado na foto acima.

Agora, poderei emborrachar qualquer cor que eu quiser. Não preciso mais ficar limitada às escassas cores de emborrachados à venda no mercado nacional e internacional. E o melhor de tudo mesmo é poder carimbar e colocar uma cobertura de proteção no carimbo sem tornar o esmalte de fundo brilhante ou fosco, já que sempre é necessário passar um top coat para o carimbo não sair. Quer vantagem mais sensacional que essa?????

Se a base emborrachante da Essence for tão boa quanto a minha, certamente talvez seja mais interessante usá-la, porque já vem pronta. Mas eu ainda não sei se ela tem esse acabamento mais brilhante que a cobertura mate, então, vou aguardar para ver.

E quanto a outros top coats que não o Seche Vite ou Invincible, esses dois idênticos, eu realmente não sei como seria o resultado. Testem vocês e depois me contem.

Bem, garotas, espero que tenham ficado satisfeitas com o meu “segredinho”. Grandes beijos!

Adri =)))

Nail Rescue – Orly

Olá garotas!

Recentemente mencionei aqui que eu quebrei a minha unha, e que a KK me dissuadiu da ideia de ter um rompante de raiva e terminar de quebrar tudo, porque ela teria a solução: o Nail Rescue da Orly.

Quem passa semanas “cultivando” as unhas para que fiquem bonitas, e se depara com o dissabor de ter uma única unha quebrada, certamente entra em pânico de pensar que terá que cotocar todas as unhas por causa de uma só que quebrou. Então, seus problemas acabaram!!!!

Diante do surpreendente resultado do produto, eu resolvi fazer aqui um passo a passo do reparo, para vocês verem como fica.

Acima, está a unha quebrada, no sabugo

Acima e abaixo, com o pincel NÃO saturado de cola, passe uma camada sobre a unha, do alto até a ponta da unha, tomando cuidado para não deixar entrar sob a cutícula, senão o trabalho será maior. Não precisa necessariamente ser bem do alto. É que quanto mais alto se passar a cola, melhor fica o acabamento, pois não fica ressalto.

Acima e abaixo, imediatamente após passar a cola, mergulhe o dedo no pó reparador, de forma que todo o pó cubra a extensão de unha coberta pela cola.

Se achar que é necessária uma segunda camada, vá em frente, lembrando que será preciso trabalhar mais para remover o “degrau” que se formará na unha. Remova o excesso de pó e aplique nova camada.

Acima, os “degraus” que a cola e o pó fazem, e que precisamos eliminar, para dar um acabamento “natural” ao reparo. Se ficar ressalto, fica feio!

Acima, duas das lixas que usaremos. A mais grossa (na parte de baixo da foto) e a lixa bloco, mais fina (na parte de cima da foto)

Acima, use a lixa grossa, se concentrando somente nos “degraus”. Não lixe a parte do remendo onde a unha está quebrada. A ideia aqui é deixar o reparo no mesmo nível da unha, de forma natural.

Acima, como ficou a unha após a remoção do degrau (clique nas fotos para ampliar). Removemos o degrau, mas o remendo está grosso e poroso. Vamos cuidar disso…

Acima, usando a lixa bloco, de granulosidade mais fina, dê uma breve lixada para tirar um pouco da aspereza excessiva do remendo. Cuidado para não lixar demais. Passe mais onde termina a unha e começa a cola, para que se tenha certeza de que não ficará degrau algum. Cuidado para não lixar a unha que não tem remendo, senão você vai afinar a unha.

Acima, vejam como a lixa bloco alisou mais o remendo. Vocês poderão ver, mais na ponta da unha, que ainda ficaram uns buraquinhos, que precisam ser acertados

Acima, agora vamos usar essa outra lixa que é suuuuper fina. É preciso dar uma alisada maior no remendo, para ele ficar lisinho e não marcar depois que passar o esmalte.

Acima, passe a lixa fina por toda a superfície do remendo. Lixe o mínimo possível. O objetivo é deixar o remendo mais liso.

Acima, a unha pronta para esmaltar. Onde está o quebrado????

A unha pintada. Somente uma camada de esmalte. Depois que tiver a segunda camada e o top coat, ninguém jamais dirá que sua unha foi remendada!

Voilá!

Agora, atenção meninas! Essa é uma medida que disfarça a rachadura da unha na superfície, portanto, a unha continua quebrada por baixo do remendo. Não vão fazer tudo o que quiserem com a unha senão ela vai quebrar de novo, e o remendo vai pro brejo. Redobrem a atenção, e não façam “arte” com a unha remendada. Refazer o remendo dá mais trabalho do que fazer a primeira vez, porque tem que tirar toda a cola lixando, e se não tiver cuidado, você acaba lixando a unha também.

Bjs Adri =)))

Como Conservar sua Placa de Carimbo Drikk

Olá garotas!

Hoje trago para vocês uma informação de utilidade pública para as esmaltólatras carimbadoras de plantão; aquelas que têm verdadeira paixão por esmaltes e não dispensam o uso do carimbo para dar um UP nas suas unhas.

Pois bem; quando você recebe sua placa, ela vem com uma película plástica em sua superfície, que tem como única função proteger sua placa nova de arranhões.

Atrás da placa, há um adesivo plastificado branco, que não tem somente a função de fazer propaganda do fabricante Drikk. Ela é importantíssima para ajudar que a borda da chapa de aço não corte seu dedo, sendo que, se houver um manuseio descuidado, ainda é possível que isso aconteça. Portanto, é fundamental que esse adesivo seja protegido, e que se tenha o cuidado de não manusear a placa displicentemente.

Para evitar qualquer possível risco de corte das mãos com a placa (não é comum ocorrer, mas PODE ocorrer, como já mencionei acima, não só com a nossa placa, mas com QUALQUER placa grande de carimbo), e também para proteger o adesivo de trás da placa, para que ele não molhe (durante as manutenções periódicas) ou saia, recomendamos que você passe uma fita adesiva nas bordas da placa.

Todas que já compraram o carimbo, normalmente receberam junto um raspador de metal, similar ao que está abaixo:

Da primeira vez que usei esse raspador com uma plaquinha Konad, percebi que ele arranha a placa toda, deixando-a com um aspecto horrível. O uso contínuo desse raspador certamente dará um ar de desleixo à sua placa. Para atenuar esse problema, já que eu não queria minha placa com ar de lambona, eu optei por usar um pedaço de cartão de crédito velho, que cortei em 4 pedaços, fazendo assim 4 raspadores para mim, que podem ser usados somente de dois lados: os dois lados que não foram cortados pela tesoura. No caso do “raspador” abaixo, os únicos lados que podem ser usados são o da direita e o de cima, que não foram cortados pela tesoura; lados retos originais do cartão.

Vejam abaixo, a diferença entre uma placa usada com raspador de cartão de crédito (esquerda) e uma usada com raspador metálico (direita). Vocês observarão na placa da esquerda que há somente tênues arranhões. Já o da direita está um “nojinho” total.

Independentemente do uso do raspador, se a sua placa for guardada “a Bangu”, ela ainda pode ser arranhada por outros itens, principalmente se for guardada perto de lixas de unha, o que não é nada difícil, já que quem lida com a placa, lida com lixas também. Portanto, ao terminar de usar a sua placa, limpe como de costume e guarde dentro de um saquinho (pode ser o que vem com a placa quando ela é nova), ou, alternativamente, você pode envolvê-la com um plástico de PVC, daqueles que usamos na cozinha. Se não quiser fazer isso, guarde em qualquer lugar que você tenha certeza que a protegerá.

De tempos em tempos eu faço uma manutenção periódica na minha placa. Por mais que eu passe e repasse o algodão com acetona sobre a placa durante seu uso para limpar, eu observo que ela ainda parece manchada e suja. Então, depois de alguns usos eu passo nela um pedaço generoso de algodão embebido em acetona, usando os dois lados do algodão. Passo bem de um lado, e depois faço “o acabamento” com o lado de cima do algodão, que normalmente ainda está molhado com acetona. O algodão sempre sai colorido do resíduo de esmalte, provando que a limpeza que fazemos durante as carimbadas não são suficientemente boas. Durante essa manutenção periódica, depois que limpo com algodão e acetona, eu levo a placa à pia, jogo um pouco de detergente e passo o lado macio de uma esponja nela (não descuide e use o lado verde ou áspero da esponja, senão vai arranhá-la toda). Não use a esponja da pia da cozinha, porque geralmente está meio engordurada das lavagens de louça. ATENÇÃO! Para fazer essa lavagem, certifique-se de ter protegido as bordas da placa com a fita adesiva, senão a água molhará o adesivo do verso, e com o tempo ele vai acabar saindo. Depois que lavo, seco com papel higiênico, que é macio e absorve bem a água, ajudando ainda a devolver o brilho da placa.

Mesmo limpando durante o uso, a placa fica manchada

É claro que com muitas manutenções periódicas, a fita adesiva vai ficar meio “sambada”. Quando acontecer isso, remova a fita adesiva, sempre começando pela parte de trás da placa, puxando a fita em direção à borda da placa, e não o contrário, para evitar que a fita adesiva arranque o adesivo protetor da placa. Depois de remover a fita, coloque outra, e troque sempre que achar necessário.

Evite usar outros agentes de limpeza na placa, para evitar que ocorram manchas. Embora a placa seja de aço inoxidável, alguns podutos podem manchar o aço.

Vou dar agora uma dica super legal para quem quer ter menos trabalho de limpar a placa durante seu uso (#preguicinhamodeon e #economicamodeon), impedindo que o esmalte raspado penetre nos outros desenhos, e também para economizar esmaltinho, acetona e algodão, na hora de carimbar.

Comece pegando um pedaço de fita adesiva larga e dobre uma das pontas, para ela não grudar na placa e ficar fácil de tirar depois (observem a ponta dobrada do lado esquerdo, na foto). Passe o dedo pressionando bem na placa o lado da fita próximo ao desenho que usará, para que a fita grude bem (na foto, é a parte de baixo).

Depois, passe o esmalte em somente um lado do desenho (do lado oposto ao lado em que a fita está). Depois, com o raspador, raspe o esmalte em direção à fita. Limpe normalmente com algodão e acetona a cada aplicação.

Depois que terminar de carimbar todas as unhas, puxe a ponta da fita que você dobrou, para removê-la. Você verá (por motivos óbvios) que o desenho em baixo da fita não ficou sujo de esmalte, e fazendo dessa forma, esmaltando somente um pedacinho do desenho e empurrando o excesso de esmalte sobre a porção restante do desenho, você estará economizando MUITO esmalte, além do algodão e acetona. É super prático o uso da fita adesiva, e a gente não faz uma lambança danada.

Bem, garotas, espero que tenham gostado das dicas, e que elas ajudem vocês a terem suas placas Drikk novas por mais tempo, e também a economizarem. Lembrem-se que vocês ainda terão MUITAS placas Drikk pra cuidar, hehehe.

Beijocas em todas.

Adri =)))

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