Esponja para Remover Esmaltes, Caseira

Olá meninas!

Cheguei ontem ao braseeel, e a tortura foi dirigir 200 e tantos quilômetros até em casa. No meio do caminho já estava capotando de sono, e tive que entregar o carro para Gabi trazer, porque eu estava mortinha da Silva. Cheguei até a sonhar nos 70 últimos quilometros, heheheheh.

Chegamos em casa e Margô (nossa secretária que está de licença médica) estava com a faxineira dando uma geral na casa, porque segundo a nossa amiga que cuidou dos nossos meninos, a casa estava de pernas para o ar. Imaginem, chegar mortas de cansada e ainda encontrar um chiqueiro no lugar da casa…

Sei que chegamos e nem levamos as malas pra casa; deixamos na garagem. Subi correndo pro meu quarto e tomei um banho, pois já tinha mais de 24 horas sem um banho, e caí na cama como um neném. Chegamos em casa quase às 14 horas, e acordei às 17 horas. Deu pra descansar um tiquinho. Nessas horas lamento não ser ryca, pra viajar de primeira classe, ou então lamento só ter tido uma vez a sorte de ter um overbooking na vida (quando a companhia aérea vende mais passagens de classe econômica do que deveria), quando então vim de primeira classe da Inglaterra para o braseeel, quando eu tinha 18 aninhos. É realmente OUTRA COISA!!!

A sorte é que chegamos aqui e o tempo estava mais fresco do que eu tinha ouvido falar que estava. Saímos de Orlando com 23 graus, e chegamos aqui com 25, em contraste com os 48 que disseram que fez no Rio na semana que passou. Ainda bem que eu não estava aqui, já que tenho ódio mortal de calor.

Enfim, cá estou, tentando entrar na rotina novamente, mas como é sábado, eu resolvi dar mais uma descansada e pegar no batente só amanhã. Resolvi dar um trato nas sabuguettes, que estavam em condições super miseráveis. Um leeecho só…

E em Orlando, num quiosque no Premium Outlet, vi um potinho com esponja de remover esmaltes. Só não comprei porque achei absurdamente caro: 30 dólares! Quase comprei, mas depois que a vendedora disse que usava acetona comum, achei um disparate pagar uma fortuna por algo que me custaria muito mais barato fazendo em casa. E assim foi; resolvi fazer o meu próprio pote de esponja de remoção de esmalte usando produtos comuns que compramos no supermercado.

Para isso, precisei de:

1) um vidro vazio, sem rótulo e seco (usei o vidro de molho pronto da Master Foods)

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2) 3 esponjas redondinhas, marca Limppano

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3) Removedor de esmalte de boa qualidade (usei Lutex, sem acetona, da marca 5Cinco – comprei na loja da 5Cinco)

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4) 1 faca com ponta e sem serra

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Como fazer:

Lavei o vidro e tirei o rótulo, deixando-o imerso na água por alguns minutos até o rótulo desprender com facilidade. Em água morna vai mais rápido.

Essa esponja redonda Limppano tem um pescocinho, que foi exatamente onde eu cortei, usando a faca, separando a parte grossa da macia.

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Depois de fazer isso nas três esponjas, eu juntei todas, uma em cima da outra.

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Peguei a faca e fiz um corte em cruz (TOME CUIDADO PARA NÃO SE CORTAR!!)

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Não ficou o máximo da perfeição, mas o importante é abrir a ranhura para enfiar o dedo, sem remover qualquer pedaço de esponja.

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Peguei as esponjas e enfiei no vidro.

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Depois joguei o removedor dentro do vidro. Não coloquem demais, para não encharcar muito.  (A foto não ficou muito boa porque tinha pouca luminosidade. Relevem, please… )

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E voilá! Está pronto meu vidro de esponja removedora de esmalte!

Fiz um videozinho safado para mostrar pra vocês como é prático isso. O esmalte só não saiu mais rápido porque o vidro estava “fugindo”, já que eu não estava segurando com a outra mão (que estava com o telefone filmando). Com a ajuda da outra mão sai muito mais rapidamente.

Adorei o resultado, e não paguei 30 dólares, hehehehe.

Bjus

Adri =D

Lixa Magic Magic Magic Magic Shine, Fing’rs

Daí você pergunta: “Enguiçou a vitrola?” (quem é do meu tempo sabe o que é uma vitrola) Pra quê tanto MAGIC????  Endoidou?

Não, não endoidei. Só queria enfatizar que essa lixa é realmente mágica.

Você certamente já deve ter visto essa lixa por aí, e nunca deu a mínima pra ela. Aliás, por nunca (talvez) ter ouvido falar nela, você nunca deve ter percebido que passou por ela milhares de vezes naquela loja de esmaltes ou farmácia que você frequenta, não é verdade? Isso aconteceu comigo! Tem milhares dela na loja que frequento, mas só consegui “enxergar as lixas na loja”, depois que aconteceu o que vou contar para vocês.

No último encontrinho em São Paulo a Nina me apareceu de unhas peladas. Não tinha um esmalte! E eu pensei, “Gente, como essa mulher vem para um encontrinho sem esmalte nas unhas????”. Ela levou consigo duas lixas polidoras da marca Fing’rs, uma rosa (igual à da foto) e uma azulzinha, mais estreita e com as pontas arredondadas.

Quando ela me entregou as lixas, ela me disse que tinha levado de presente para mim (levou pra KK também). Olhei as lixas, agradeci, mas confesso que as lixas não tinham nada que me impressionasse. A única coisa “boa” da lixa, até então, foi o fato de elas terem sido dadas de presente pela Nina, nada mais.

Daí, olhei pra Nina, agradeci e acho que perguntei para ela por que raios tinha trazido duas lixas de presente, já que lixa se acha em qualquer buraco pra vender. Ela então me mostrou as unhas brilhantes, como quem tivesse passado esmalte incolor ou até mesmo top coat, e disse que as lixas tinham feito aquilo.

Eu olhei pra cara dela, ri e perguntei se era piada. Séria, ela disse que não, e que aquele brilho escandaloso nas unhas eram resultado da “lixa”. Eu, obviamente, não acreditei, e falei, na cara dura, que ela estava mentindo pra mim. Eu acho que ela se ofendeu, uhahuauhahuhuahua, e falou com a voz já engrossando que ela não estava mentindo. Aquilo era, sem dúvida alguma, algo em que eu só acreditaria vendo com meus próprios olhos a prova. E eu insisti que aquela lixa sem graça não poderia ter feito aquilo, já abrindo a embalagem afobadamente. Depois que “despi” a lixa, senti a suavidade das suas faces, e desafiei a Nina, deixando ela mais invocada ainda. Eu disse que era IMPOSSÍVEL aquela lixa fazer unhas brilharem como se tivesse passado esmalte incolor, e quase disse a ela que a piada dela não teve graça.

Ela, já P da vida, perguntou, já meio brava, se eu queria que ela passasse acetona nas unhas pra provar que aquele brilho não era esmalte. E eu, na cara de pau disse que sim. Ela arregalou os olhos, deixou o queixo cair e me perguntou: “Você prefere que eu passe a acetona a acreditar no que eu estou falando????”. E eu, sem graça, mas sincera, disse um “sim” quase inaudível, de tão baixinho que falei. E ela saiu pisando pesado e foi buscar acetona e algodão para esfregar nas unhas (e na minha cara). Depois que ela passou o algodão com acetona nas unhas, eu continuei não acreditando, heheheh. Arranquei o algodão da mão dela, achando que ela não estava esfregando o suficiente, só pra me enganar, e quase arranquei a unha fora de tanto que esfreguei.

Vendo que por nada no mundo a titica do “esmalte” saía, por fim, me dei por vencida e me convenci de que a lixa era realmente a melhor “invenção quietinha” que eu já vi recentemente. Imediatamente eu pensei: “Como é que uma coisa espetacular dessa não é divulgada aos 4 ventos??????”. Na mesma hora pensei logo em fazer um post, um filme, sei lá; qualquer coisa, para mostrar para vocês que produto maravilhoso era aquele, tamanha a minha empolgação.

Lembro ainda que a Nina acrescentou que a lixa pode ser usada sobre os esmaltes, caso não fiquem com “aquele brilho” esperado, fazendo, com perfeição, o papel do top coat (no quesito brilho). Daí eu surtei de vez. Mas me concentrei nas minhas atividades no encontrinho e já me via fazendo o post assim que voltasse pra casa.

Trouxe as lixas pra casa, e testei. Não testei lá no encontrinho porque eu estava com as unhas pintadas. O que eu queria mesmo era ver com meus próprios olhos como se fazia.

Tirei meu esmalte e vi minhas unhas “normais”. Peguei a lixa e passei o lado rosa nas unhas. Vi que a superfície fosca já mudou com a passada desse lado da lixa. Ficou com meio brilho. Depois que passei a parte branca, que é a de acabamento, logo minhas unhas pareciam vitrificadas e super lisas. Fiquei mais uma  vez surpresa, como se nunca tivesse visto aquele resultado antes.

Depois disso, só me lembro de ter pedido para a Nina fazer um vídeo, já que ela é a rainha dos vídeos. Mas como ela já tinha usado a lixa, seria preciso as unhas crescerem para o brilho ir embora, ou então passar a lixa grossa para fosquear novamente, mas aí é fogo, né? Ninguém quer reduzir a espessura da unha em prol de uma demonstração. Então, esperando as unhas dela ou as minhas crescerem, as lixas ficaram encostadinhas num buraco qualquer e caíram no esquecimento.

Hoje, estava procurando uma coisa, e revirando a cestinha de bagulhos que fica em cima da minha mesa, dei de cara com a lixa. E numa questão de segundos, revivi em pensamento tudo o que comecei a narrar desde o começo deste post. E pensei que agora seria um bom momento de mostrar os atributos da tal “lixa”, já que o brilho do meu teste já tinha ido embora havia séculos. Quando fui pegar algo na mesa, meu relógio, que estava em cima dela, caiu. E quando peguei o relógio, eu fui olhar para ver se tinha ganhado outro arranhão, e vi que só o tradicional arranhão estava lá, para meu alívio. Foi então que uma lampadinha acendeu sobre minha cabeça, e pensei: “Se a lixa é de polir e dar brilho, por que não tentar tirar o arranhão do “vidro” do relógio (que na verdade é de plástico, acrílico, sei lá). Peguei a lixa, e sem ter medo, esfreguei freneticamente a parte branca (a de acabamento) em cima do “vidro”, e vi que nada acontecia. Mas não desisti. Usei, desta vez a parte rosa, meio receosa de fazer caca. Como vi que não arranhou, continuei mais confiante. Me senti como um escoteiro tentando acender uma fogueira com gravetos. Cheguei até a suar, de tanto vai e vem, mas aos poucos fui vendo que ESTAVA DANDO CERTO!!!!!!

Passei uns 10 minutos esfregando o “vidro”, e no fim usei a parte branca, por desencargo de consciência. Eu fiquei tão cacada com o resultado, que imediatamente resolvi postar o fato aqui para vocês. É claro que eu fotei antes da “manobra” toda, porque se desse certo, eu não teria como mostrar a vocês se conseguisse, caso não tivesse fotado (e se desse errado e arranhasse tudo de vez, pelo menos eu teria uma foto de como meu relógio estava bonitinho só com aquele arranhão, uhauhauhauhuhaahu) E, orgulhosamente, mostro aqui para vocês o resultado da minha descoberta (a foto está pequena, mas é só clicar para ampliar e ver melhor).

Do lado esquerdo, vocês conseguem ver claramente o arranhão que está dentro do retângulo vermelho. Tentei colocar o relógio no mesmo ângulo para mostrar o resultado final. Ainda sobrou um fantasminha do arranhão, que certamente teria saído se eu ficasse esfregando mais. Mas sinceramente, cansei de tanta esfregação, e até então o resultado já tinha mais que me agradado. O “vidro” estava NOVO em vista do que estava antes.

E eu, que tinha terminado de pintar as unhas havia uns 15 minutos, reparei que algumas bolinhas estavam ensaiando para “pocarem”. Com medinho, mas tomando coragem, resolvi esfregar a tal lixa no esmalte para ver se ela conseguiria abaixar as bolinhas, já que a lixa é feita para polir, e precisamos fazer uma certa pressão sobre o esmalte para tanto. Se fazemos pressão, então pensei que ela poderia ajudar a abaixar as bolinhas. Não sei se foi coincidência, mas as bolinhas não só abaixaram, como o esmalte ficou super brilhante.

Logo depois disso, a Nina entrou no MSN, e eu não tive outra coisa a fazer senão colocar isso para ela:

Queria ter posto esse “OHHHH MYYYYY GOOOOOOOOD!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”, mas era “grande demais” para o MSN:

Ela, obviamente, colocou uns 50 Cacos no MSN depois que contei e mostrei para ela a foto do relógio; e, tendo ouvido sobre o feito, a mãe dela sugeriu usar a lixa em um óculos. Peguei meu cascudinho de bater, que já está meio sambadinho, e não tive pena. Meti a lixa rapidamente. Vi que começou a dar certo, mas não tive braço e nem saco para terminar o serviço num óculos de sol de “6 dólar”. Fiquei super satisfeita por saber que se algum dia precisar usar no meu Pradinha, (que quase não uso por medo justamente de arranhar),  poderei fazer sem medo de ser feliz, ebaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

Daí eu pensei: poxa, eu não fiz o vídeo que eu tanto queria. E na preguicinha, resolvi fotar mesmo. Fiz o registro do brilho nas ex-cotoquettes (graças ao Vita Surge) com três fotos: 1) antes de usar a lixa, 2) usando o lado de preparação (rosa) e 3) usando o lado branco (acabamento). E o resultado mostro para vocês abaixo:

E então, o que acharam? Dá ou não dá pra duvidar que esse brilho todo “saia de uma lixa”???

Mesmo que não deixasse esse brilho lindo nas unhas, eu compraria umas 3 dúzias só para salvar meus reloginhos e óculos ou qualquer outra coisa que arranhe. Podem ter certeza que terei sempre algumas lixas novas dessas no meu estoquinho, para o caso de encontrar arranhões indevidos por aí.

Assim como a descoberta do quebra-nozes x garrafas pet, espero que essa descoberta tenha deixado vocês como no “Oh my God!” acima, hehehehe. Eu fiquei assim, ao cubo!

Só é preciso deixar aqui uma coisa clara: Eu tenho certeza que a lixa não servirá para arranhões profundos, somente superficiais. Portanto, não me chamem de mentirosa se seu relógio estiver com uma “vala”, hehehehehe, e a lixa não ter resolvido nada.

Bjus e bom feriado!

Adri =)))

Suas mãos e unhas estão realmente limpas?

Olá esmaltaradas!

O post de hoje foi feito por moi, Gabs, e aprimorado pela nossa querida Nina. Já que minha mãe está atolada de trabalho, sobrou pra nós (eu e a Nina) mantermos isso aqui funcionando. (aff! Adri)
Nossas mãos, e principalmente nossas unhas, podem dizer às pessoas um pouco sobre nós. Mesmo quem não gosta de cores extravagantes e prefere um look natural, deve manter suas unhas “em forma” e bem cuidadas. Com as inúmeras cores e texturas de esmaltes, não é difícil prestar atenção somente na esmaltação e deixar outros cuidados de lado, como por exemplo, a limpeza debaixo das unhas.
Quem nunca mexeu em algum produto, terra, ou até mesmo na hora de cozinhar, e ficou com substâncias agarradas por baixo das unhas? E a sensação de desespero para tirar e se livrar daquele incômodo? Bem, sempre existem aquelas que não ligam de ficar com mão de pedreiro, mas cá pra nós: somos esmaltaradas, temos que cuidar com muito carinho das nossas mãos (não esquecendo dos pés, claro)!
Mas você já se perguntou quais bactérias se escondem sob suas unhas? As unhas ficam sujas mesmo quando você lava as mãos, pois fazer isso só elimina algumas bactérias, mas o espaço entre as unhas e a pele também precisa de limpeza apropriada. Eliminar as bactérias que ficam debaixo das unhas é uma forma de evitar que você transfira bactérias nocivas pra sua boca ou outras partes do seu corpo.
Para ter uma boa condição de limpeza, você deve deixar alguns maus hábitos pra trás, como roer as unhas, manusear produtos químicos sem luvas, manter as mãos constantemente em contato com a água (que faz a unha ficar mole e quebradiça), digitar com a ponta dos dedos, e não com a ponta das unhas e não pressionar as unhas (seja pra pegar algo ou se coçar). Além desses, existe o pior de todos e que ajuda as unhas a quebrarem mais rápido (e que parece inevitável): usar as unhas como “ferramenta”, como na hora de arrancar uma etiqueta, de descascar coisas, puxar coisas…
Bem, aqui vai uma dica de como manter suas unhas limpinhas por baixo, e longe de bactérias:
• Encha um potinho com água morna. Adicione 2 colheres de chá de detergente líquido (ou sabonete líquido, se preferir) ao pote.
• Ponha a ponta dos dedos no potinho por uns 5 minutos, deixando as pontas e unhas de molho. A água com detergente fará com que a sujeira em baixo das unhas se solte.
• Tire seus dedos da água e seque-os com uma toalha ou pano macio.
• Passe uma espátula em baixo das unhas, pra tirar a sujeira. Cuidado nesse processo! Não vá descolar a unha, ou o próximo passo será uma tortura, hehe.
• Molhe um lado de um cotonete no álcool e passe em baixo das unhas, sempre usando um lado só do cotonete para cada unha (então, você precisará de 5 cotonetes). Você pode utilizar também a água oxigenada 10 volumes, se preferir.
• Lave suas mãos com sabonete e água morna, secando com uma toalha macia e seca.
• Passe uma pequena quantidade de gel antisséptico/higienizante (o famoso álcool em gel 70%) nas mãos. Isso manterá suas mãos macias e limpas. Existem no mercado diversas marcas desse produto (as mais conhecidas são Protex, Dettol e Lifebuoy), que pode inclusive ser levado na bolsa. É excelente para quando não temos como lavar as mãos na rua.

Gurias (oi, é a Nina. Não me contive e resolvi dar uns pitacos no post da Gabs), eu não sei o que vocês pensam sobre isso, mas eu tenho um certo nojinho de compartilhar sabonete na pia do banheiro. Acho o sabonete líquido muito mais higiênico, sem mencionar que ele não fica se desmanchando na pia. E também não é uma opção tão cara assim, dadas as vantagens. Há produtos muito bons por preços honestos. Eu prefiro os bactericidas, das marcas que eu inseri ali em cima como sugestão. Pras mais neuróticas, a marca Dettol tem um sistema de dispensação automática do sabonete líquido bactericida. Achei a ideia interessantíssima. Melhor que isso, só se a torneira for daquelas que não precisamos encostar as mãos pra abrir (sim, eu sou muito nojenta com isso. Lá eu vou saber onde passou/passaram a mão de quem esteve no banheiro antes?! Depois que já passei o sabonete me dá nervoso na hora de fechar a torneira).
Ainda não tenho essa torneira mara, mas também não há necessidade, somos só a mamis e eu. Masssss, o tal do aparelho da Dettol nós temos e eu acho uma maravilha.
Olhem só o dito cujo:

O kit vem com o aparelho, um refil e as 4 pilhas AA necessárias. Como sou precavida, já tenho mais um refil na reserva (o que foi a sorte pra essa foto).

E o detalhe do refil:

Tem esse vídeo no youtube (está em inglês, mas dá pra entender bem só pelas cenas auahuah). O do vídeo é da marca Lysol, mas é rigorosamente a mesmíssima coisa do Dettol.

Achei-o pra comprar online apenas nesse link (se vocês quiserem os outros perfumes pesquisem por “dettol no-touch” no site). O meu foi comprado no Carrefour, mas já vi na rede Walmart também.
Outra dica interessante é ter uma escovinha de unhas. É mais prática para usar diariamente. Tem foto dela nesse post aqui.
Como neurose pouca é bobagem, também tenho na pia do banheiro um dispensador comum de sabonete líquido. Recarrego ele com variados tipos de sabonete líquido, mas dos bactericidas meus preferidos são o Lifebuoy Total (o de tampa vermelha, mas cujo líquido é rosa) e o Protex de Erva Doce, que considero os mais cheirosos. O Dettol líquido Fresh tem um cheiro estranhíssimo de produto de limpeza, mas o mesmo perfume no sabonete em barra é muito gostoso. Vai entender!

É isso gurias. Não podemos pensar apenas em embelezar as unhas. É necessário cuidar da saúde também. Não se esqueçam disso, por favor. ;)

Agora, os meus pitacos (Adri), pois não resisti a me intrometer no trabalho alheio…

Eu acho que esse processo é importantíssimo, inclusive para quem tem unhas grandes. Não é porque a unha está aparentemente limpa que esteja 100% limpa. As aparências podem enganar, sim, e é essencial que quem tem unhas grandes cuide com mais ênfase da higiene “sub-unhal”. Em unhas de comprimento médio, nem preciso falar, não é?

Sei que é algo nojentinho de falar, me perdoem por isso, mas isso é natural e todo mundo faz, TIRAR MELECA, CATOTA, ou seja lá como se fala na sua região. Tô com a Nina e não abro. Dá nojinho sim, pensar no que pode ficar “encalhado” sob suas unhas. Temos que ser bem higiênicas, pois a gente põe as mãos nos mais diversos tipos de coisas durante o tempo em que ficamos acordadas. Sejam sempre higiênicas, mas não precisam ter OCD* igual à Nina não, tá? rsrsrsrsrs

Eu surtay quando vi esse dispenser de sabonete, très chic. Gentem, achay que custasse uma pequena fortuna, mas até que o preço é bem amigo. Vou tratar de comprar o meu, porque tb quero ser chic assim como a Nina.

Gente, por falar em sabonete líquido, comprei outro dia um na loja da Mahogany MA-RA-VI-LHO-SO; WILD CAT! É lançamento, mas não entendi por que não dá pra comprar no site da Mahogany. A gente clica em COMPRAR, mas nada acontece… Gentem, o cheiro desse sabonete é suuuuuuuuuuuuper gostoso. O nome (Wild Cat) e o frasco têm tudo a ver com o perfume! Quando entrarem numa loja Mahogany, deem uma bisbilhotada nele e me digam o que acharam!

* OCD é OBSESSIVE-COMPULSIVE DISORDER, que quer dizer TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO, huauhahuauhhauhua

Beijos,
Gabi, Nina e Adri

Liquid Palisade

Nome chique. Algumas vão achar interessante, outras vão achar uma goiaba (para quem não sabe o que significa GOIABA, consulte nosso dicionário de esmaltaradês no menu na página principal). Eu estou em cima do muro. Para uma coisa acho besteira, para outra acho legal. Bem, vou explicar.
Trata-se de uma espécie de borracha líquida que endurece após alguns minutos de aplicação. Após endurecer, fica bem elástico e difícil de partir. Esse líquido vem em um tubinho como um rímel, só que o pincel é um pincel fino comum. O propósito principal dele é ser passado em torno das unhas, criando uma barreira para o esmalte. Assim, você pinta as unhas, e o excesso que invadir o espaço da cutícula sai junto com o produto quando você puxá-lo usando uma pinça de ponta fina.

Vocês entenderão melhor olhando o vídeo. Ele está em inglês, e a guria fala pelos cotovelos. Eu gostaria de poder cortar a falação, mas nao teve jeito, não dá pra baixar o vídeo. E se você não estiver como mínimo saco de ouvir 2 minutos de falação, como eu, espere o vídeo baixar no modo pausado e depois que já tiver baixado bastante (você verá a barra cinza avançando), você leva a bolinha, na barra cinza, até 2:05 minutos, que é quanto, finalmente, a matraca começa a mostrar algo útil, embora continue com a falação. Melhor ver o vídeo somente, e não ouví-lo também. Eu, providencialmente, deixei no modo MUDO e vi o video em paz.

Apesar da falação toda, ela mostrou num vídeo só várias aplicações para o produto, que eu comento abaixo:

Usar para limpar a cutícula após a esmaltação – Ao meu ver, só é útil com esmaltes que fazem caca geral, como os pretos, azuis, verdões, roxões, marrons, etc., que são mais chatinhos de limpar. Para as demais cores eu acho uma grande bobeira, porque o tempo que se leva pincelando o produto ao redor de todas as unhas, com cuidado de preencher todos os espacinhos para não haver falhas, é talvez maior do que você passando algodão no palito, mergulhando na acetona e limpando. Sem falar, é claro que o produto custa 22 dólares, e eu não acho nada útil torrar uma senhora grana só para limpar o trivial.

Usar para fazer delimitações de cores em francesinhas, inglesinhas e nail arts – Acho interessante usar para esse fim, sendo que, se prestarem atenção, quando ela puxa arrepia a borda do esmalte todo, o que creio possa ser “maquiado” com o top coat, depois de tentar dar uma abaixadinha com jeitinho…

Vendo esse produto, ele se parece com duas coisas, cola plástica (cola branca das usadas nas escolas – quando eu era menina gostava de passar cola na palma da mão, deixar secar e puxar pra tirar aquela placa de cola seca) ou até mesmo aquelas máscaras faciais tipo da Avon que parecem um plástico depois que seca. A cola plástica demora pra secar e é muito fraquinha, parte à toa. Já a máscara acho que seca mais rápido e é mais resistente que a cola branca. Sendo que a máscara é mais “quebrável”, pois não tem a elasticidade do Liquid Palisade. Mas, se pegar o jeito, pode até ser que se consiga usar com facilidade. O máximo que vai acontecer é você ter que puxar vários pedaços da máscara, enquanto que com o Liquid Palisade vc puxa uma vez só, porque ele não parte. A filosofia do produto é interessante, mas muito cara. Mas confesso que gostaria de tentar a substituição pela máscara facial, com esmaltes chatos de limpar.
Quem se arrisca primeiro? Alguém tem dessas máscaras em casa pra testar e nos contar?
Bj
Adri =)))

Curiosidades Esmaltaradenses


Eu estava procurando uma marca de esmalte chamada BUBBLE, e me deparei com esse item pra lá de curioso. É bom para as estabanadas de plantão.

Ele basicamente serve para impedir que a gente borre as unhas depois de pintar. Diz aí que o produto foi testado em uma variedade de atividades, como dormir, se vestir, passar roupa, serviços domésticos leves e tirar itens da bolsa. É uma coisa assim meio “goiaba” (coisinhas em que você gasta dinheiro e não usa nunca), já que hoje os esmaltes secam tão rápido e há top coats que secam instantaneamente o esmalte, como é o caso do WON’T CHIP e SECHE VITE. Mas, ainda assim, há aquelas que conseguem a mágica de borrar o esmalte.

Não procurei saber se vendem para o Brasil, mas creio que não. Coloquei isso aqui só de curiosidade mesmo.

E, para a sessão, “bobeirinhas familiares”, eis abaixo meus porquinhos tomando o café da manhã! Não são educadinhos e civilizados? rsrsrsrsrsrs Nem saem na pancadaria! E ainda revezam a enfiada da cara no pote, rsrsrsrsr

E a Nina me perguntou que fim levou minha tão polêmica cozinha. Ela finalmente terminou, e eu agora só preciso comprar a lava-louças. A setinha vermelha é onde ela entrará. Vejam como ficou.

E esse foi o fatídico forno que quase me matou de raiva.

=*** Adri